"O Reino Unido atualmente tem seis navios de guerra capazes de interceptar mísseis de várias ameaças, [...] mas quatro deles foram desativados", lê-se no artigo.
A publicação observa que outro destróier, o HMS Dragon, foi enviado pelas autoridades do país para o Chipre após um ataque de drones na base aérea britânica Akrotiri.
"Como resultado, apenas o HMS Duncan, que está baseado em Portsmouth, permanece para proteger o Reino Unido de quaisquer ataques com foguetes", enfatiza o jornal.
Um ex-funcionário da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) disse ao jornal que o Reino Unido tinha "mostrado uma abordagem irresponsável para as capacidades de defesa aérea", e atualmente não tem "quase nada que pudesse interceptar ameaças modernas".
Desta forma, a publicação enfatiza que em caso de um possível ataque do Irã, o Reino Unido tem muito poucas capacidades antimísseis para interceptar mísseis balísticos.
Um ataque a uma base militar britânica na ilha de Diego Garcia no oceano Índico, que está sendo usada pela Força Aérea dos EUA, foi relatado no sábado (21) pela agência iraniana Mehr sem fornecer detalhes.
O canal de TV Al Jazeera, citando reportagens da mídia iraniana, informou que o Irã havia atacado com dois mísseis balísticos. A distância entre o arquipélago de Chagos, onde está localizada a base, e Teerã excede 5.000 quilômetros. O jornal The Telegraph, citando oficiais iranianos, escreveu que o ataque foi um "aviso" para Londres.