"Se atacar Itaipu, acaba com o Brasil. Fechar o Porto de Santos e fazer alguma coisa em Itaipu: acabou. Então, quem é o cara que está na segurança energética? Quem é o cara na segurança cibernética? Se acontecer um ataque à segurança sanitária, qual é o setor que hoje realmente trata disso?"
"[…] Para que eu mantenho mesmo tropa no Rio de Janeiro? Me explica? Por que a esquadra fica no Rio? Existia no passado aquela história de que tinha de estar perto da capital. Coisa de Roma, sabe? Eu estou falando de como é que eu faço para, perto desses locais, ter realmente uma força robusta para defendê-los? Nós não temos essa capacidade. Nem de mobilidade ou de estar pré-posicionado."
"Só nos Estados Unidos, na Europa, todas as conexões hidroviárias, ferroviárias e rodoviárias contemplam essa possibilidade de movimentação de tropa. Demorou um mês e meio para uma tropa ir de caminhão do Sul, embarcar no navio, no Rio, até Roraima. Isso é defesa e segurança. Não tem como você esperar."