"Se o conflito continuar, enfrentaremos um colapso financeiro global, interrupções no fornecimento de energia e uma iminente escassez de alimentos, resultando em uma crise humanitária mundial", disse Rasmussen.
O especialista avaliou que a melhor alternativa para os Estados Unidos seria reconhecer que a ofensiva contra o Irã foi uma decisão "catastrófica" e buscar uma solução diplomática.
Mais cedo, a imprensa norte-americana revelou que o príncipe herdeiro da Arábia Saudita, Mohammed bin Salman, estaria pressionando o presidente Donald Trump a manter os ataques.
Conforme publicado pelo The New York Times, o príncipe herdeiro acredita que a continuação das hostilidades contra Teerã proporcionará uma "oportunidade histórica" para reorganizar a ordem no Oriente Médio, segundo a reportagem.
Bin Salman também afirmou que o Irã representa uma ameaça de longo prazo para os países do Golfo, disseram as fontes ao jornal. No entanto, a posição oficial da Arábia Saudita é pela resolução pacífica do conflito em curso.
Os ataques começaram no dia 28 de fevereiro, quando Estados Unidos e Israel bombardearam alvos no território iraniano, incluindo a capital Teerã. Em resposta, o Irã lançou ataques contra território israelense e contra instalações militares norte-americanas no Oriente Médio.