"É uma coisa isolada do governo, mas ele não pretende criar uma tradição de ruptura, não pretende introduzir uma ruptura nas relações tradicionais com a OTAN, seja com os EUA, seja com quem for. Só não quer participar dessa guerra, avalia que politicamente não é adequado entrar nessa guerra."
"Então, para manter todos juntos, é necessário usar instrumentos retóricos e pautas ideológicas, e […] é uma guerra que a Espanha não tem nenhum interesse em entrar", afirma.
"A questão é um antiamericanismo, vamos dizer assim, uma contraposição mais dura do Pedro Sánchez contra o Trump. Não apenas na questão do Irã, em qualquer outro tipo de situação. Então, de novo, o que motiva hoje os espanhóis é uma matriz ideológica, e não tanto geopolítica", afirma o especialista.