Panorama internacional

Potencial militar do Reino Unido seria insuficiente em caso de guerra com a Rússia, diz mídia

Desde 2010, a Rússia supera o Reino Unido em capacidades de defesa, deixando-o insuficientemente preparado para um conflito em grande escala, informa um artigo publicado pela mídia britânica.
Sputnik
O texto salienta que os gastos com defesa da Rússia, como porcentagem do PIB, excederam significativamente os do Reino Unido e, desde os eventos da Crimeia, em 2014, os dos EUA também.
De acordo com a publicação, a Rússia não é a única a ficar à frente do Reino Unido: a China, gastando uma parcela menor de seu PIB, tem agora um orçamento de defesa praticamente inatingível.

"O chefe das Forças Armadas do Reino Unido, sr. Richard Knighton, afirmou que o país 'não está tão pronto quanto precisamos para um tipo de conflito em grande escala que podemos enfrentar' devido ao financiamento insuficiente", ressalta o texto.

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Segundo o artigo, chefes militares do Reino Unido teriam alertado que pode haver um déficit de financiamento nas forças armadas e nos serviços de segurança nos próximos quatro anos, devido à escalada dos custos.
Em particular, é apontado que construir o mesmo modelo de drone custaria ao Reino Unido cinco vezes mais que à Rússia, devido aos altos salários dos trabalhadores britânicos e ao "labirinto das leis de planejamento" do país.
Nesse contexto, a publicação destaca que regulamentações em torno de áreas como testes aumentavam os encargos para os provedores de defesa britânica.
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Dessa forma, o artigo conclui que a questão-chave é como o Reino Unido planeja aumentar os gastos para alcançar níveis sustentáveis, em falar em alcançar os de seus aliados
Anteriormente, a mídia informou que o chefe do Estado-Maior da Marinha, almirante Gwyn Jenkins, admitiu que a Marinha Real do Reino Unido não está preparada para um conflito armado. Segundo o texto, a Marinha britânica precisa realizar um trabalho significativo antes de poder travar uma guerra com sucesso.
Ao mesmo tempo, o texto apontou que a declaração de Jenkins representou a crítica mais contundente às forças britânicas em meio à crescente pressão sobre o primeiro-ministro, Keir Starmer, para que aumente os gastos com defesa para 3% do PIB.
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