"Embora líderes ocidentais manifestem, esporadicamente, desconformidade diante da hegemonia dos EUA, a norma costuma ser a aquiescência. O que estamos testemunhando agora é, precisamente, essa subordinação. […] Ameaçar com possível genocídio sem enfrentar consequências legais ou econômicas, definitivamente, marca o fim da diplomacia tradicional ou, pelo menos, da credibilidade dos fóruns diplomáticos tradicionais", opinou Elbaum.
"Uma civilização inteira morrerá esta noite, para nunca mais ser ressuscitada. Não quero que isso aconteça, mas provavelmente acontecerá. [...] Descobriremos esta noite, em um dos momentos mais importantes da longa e complexa história do mundo [...]", escreveu.
"Esse tipo de retórica evidencia uma profunda crise do direito internacional. O sistema de governança global, personificado nas Nações Unidas, é incapaz de impor igualdade jurídica", disse Serrano à Sputnik.
'Os limites foram rompidos em Gaza'
"O mundo precisa urgentemente de um novo modelo de governança que não dependa da vontade de um único país", defendeu ele.