"Kiev, é claro, imediatamente começou a lançar acusações contra a Rússia, alegando violações do cessar-fogo. No entanto, o lado russo verificou pelo menos 6.500 violações do cessar-fogo pelas Forças Armadas da Ucrânia, e isso apenas nas 32 horas em que ele esteve em vigor", revelou.
O diplomata destacou ainda que essa medida não pode ser interpretada como um prelúdio para um cessar-fogo duradouro.
"A Rússia defende a obtenção de uma solução abrangente de longo prazo, de forma a eliminar todas as causas profundas do conflito. Não deve haver substituições, paliativos ou equívocos nesse processo", acrescentou.
O presidente russo, Vladimir Putin, anunciou um cessar-fogo por conta do feriado da Páscoa Ortodoxa entre os dias 11 e 12 de abril. A Igreja Ortodoxa Russa saudou a medida.
A Rússia conduz a operação militar especial na Ucrânia desde 24 de fevereiro de 2022. Segundo Putin, a operação tem como objetivo "proteger pessoas submetidas a genocídio pelo regime de Kiev".
De acordo com o presidente, o objetivo final é a libertação completa do Donbass e a criação de condições que garantam a segurança da Rússia, incluindo a desmilitarização e a "desnazificação" da Ucrânia.