Operação militar especial russa

Defesa aérea russa abate ao menos 2.745 drones ucranianos em 1 semana

Sistemas de defesa aérea da Rússia interceptaram e destruíram pelo menos 2.745 drones ucranianos sobre o território russo na última semana, segundo cálculos da Sputnik com base em dados do Ministério da Defesa.
Sputnik
O maior número de drones abatidos foi registrado nos dias 24 e 26 de abril, com 465 e 530 unidades, respectivamente. A grande maioria dos ataques teve como alvo a parte europeia da Rússia. Entre 13 e 19 de abril, os sistemas de defesa aérea russos já haviam interceptado ao menos 2.002 drones ucranianos.
Mais cedo, pelo menos uma pessoa morreu e quatro ficaram feridas em um ataque aéreo lançado pelo Exército ucraniano contra Sevastopol, informou o governador da cidade russa do sudoeste da Crimeia, Mikhail Razvozhayev.
"Na noite passada, o inimigo realizou um dos maiores ataques aéreos contra Sevastopol. As forças de defesa aérea, a Frota do Mar Negro e nossos grupos de fogo móveis abateram 71 alvos aéreos", publicou Razvozhayev na rede social Telegram.
Segundo informações preliminares, 34 blocos de apartamentos foram danificados no ataque. Em alguns apartamentos, as janelas foram quebradas e as varandas foram danificadas. Dezessete casas, duas lojas, um posto de gasolina e pelo menos cinco veículos também foram afetados.
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No total, desde o início da operação militar especial em 2022, o Exército russo destruiu os seguintes armamentos do adversário:
671 aviões;
284 helicópteros;
138.052 veículos aéreos não tripulados;
656 sistemas de mísseis antiaéreos;
29.051 tanques e outros veículos blindados de combate;
1.709 lançadores múltiplos de foguetes;
34.618 peças de artilharia de campanha e morteiros;
60.208 veículos militares especiais.
No final de fevereiro de 2022, a Rússia lançou uma operação militar especial na Ucrânia, segundo o presidente Vladimir Putin, para proteger a população de Donbass do "genocídio perpetrado pelo regime de Kiev" e para lidar com os riscos à segurança nacional representados pelo avanço da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) em direção ao Leste Europeu.
Os ataques com drones lançados da Ucrânia contra alvos militares e infraestrutura civil na retaguarda russa tornaram-se comuns desde então.
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