O objetivo é assegurar que o gás liquefeito de petróleo (GLP) vindo do exterior seja comercializado no país pelo mesmo valor do produto nacional, evitando que o consumidor final arque com custos mais altos.
A iniciativa integra um conjunto de ações anunciadas no começo de abril para amenizar os efeitos da guerra no Oriente Médio sobre os combustíveis. O conflito provocou alta no preço do petróleo no mercado global, impactando diretamente os custos do gás e do transporte.
Na época, o governo também informou a concessão de um subsídio de R$ 850 por tonelada para o produto importado, buscando igualar seu preço ao GLP produzido no Brasil e diminuir o impacto no valor do gás de cozinha.
Na prática, o governo cobre parte do custo da importação para que as distribuidoras não precisem repassar o custo integralmente ao consumidor. A medida, segundo o Planalto, busca justamente proteger as famílias de baixa renda.
Conforme a Agência Brasil, o Brasil importa cerca de 20% do gás de cozinha consumido no país, o que torna o produto sensível a variações externas, como o preço do petróleo e custos logísticos.