Putin, por sua vez, prometeu que a Rússia não vai decepcionar a FIFA e os amantes do futebol. O líder russo lembrou o sucesso na organização dos Jogos Olímpicos de Inverno, em Sochi, em 2014.
No início de abril, as agências do governo propôs cortar 27 bilhões de rublos (US$ 522 milhões) do investimento no setor hoteleiro para a Copa do Mundo de 2018, diminuindo o número de instalações e fazendo a relocação de alguns dos hotéis. Blatter notou que certos cortes estão sendo feitos, devido à situação econômica, mas todos são plenamente justificáveis.
“Precisamos de uma organização de cinco estrelas, mas nós não precisamos de hotéis cinco estrelas em todos os lugares. O problema econômico será superado, porque agora o Sr. Putin está fazendo movimentos para a Europa Ocidental, especialmente com a Turquia e agora com a Grécia. Isso significa que a Rússia não está isolada e isto é bom. Isso nos dá confiança”, disse Blatter.
A criação de uma base de treinamentos para a Copa do Mundo na cidade de Grozny foi classificada pelo presidente da FIFA como uma boa decisão. Na semana passada, o ministro dos Esportes russo, Vitaly Mutko, afirmou que entidade aprovou a ideia.
“Eu não tenho preocupações e tenho certeza que Grozny será uma boa solução. Eu estive envolvido na organização de diferentes Copas do Mundo há 40 anos e nunca estive tão feliz como agora trabalhando com a comissão organizadora na Rússia”, disse Blatter ao R-Sport.
Em 2 de dezembro de 2010, a Rússia ganhou o direito de sediar a Copa do Mundo 2018. A competição acontecerá entre os dias 14 junho e 15 julho, com jogos em 12 estádios em 11 cidades russas: Moscou, Ekaterinburg, Kaliningrado, Kazan, Nizhny Novgorod, Rostov-on-Don, Samara, Saramsk, Sochi, São Petersburgo e Volgogrado.