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Orbán: sanções da Europa contra a Rússia atingiram não a economia russa, mas a europeia
Orbán: sanções da Europa contra a Rússia atingiram não a economia russa, mas a europeia
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As sanções impostas pela Europa contra a Rússia atingiram não a economia russa, mas a europeia, declarou o primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán. Dados... 21.12.2025, Sputnik Brasil
2025-12-21T20:33-0300
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A Hungria continua sendo um parceiro importante da Rússia no fornecimento de petróleo e gás e Orbán já afirmou anteriormente que a Rússia garante a segurança energética do país. Segundo o ministro do gabinete do chanceler húngaro, Gergely Gulyás, a recusa do gás russo custaria à Hungria cerca de US$ 10 bilhões (R$ 55 bilhões) e levaria a uma perda superior a 4% do PIB do país.Na Rússia, autoridades afirmaram reiteradamente que o Ocidente cometeu um grave erro ao recusar a compra de recursos energéticos russos, o que levará a uma nova e ainda maior dependência, motivada por preços mais elevados. Em Moscou, também foi destacado que aqueles que recusaram o fornecimento direto acabam comprando carvão, petróleo e gás russos por meio de intermediários, a preços mais altos.O presidente da Rússia, Vladimir Putin, já declarou anteriormente que a política de contenção e enfraquecimento da Rússia é uma estratégia de longo prazo do Ocidente e que as sanções causaram um impacto significativo em toda a economia global. Segundo o líder russo, o principal objetivo do Ocidente é piorar a vida de milhões de pessoas.Aliado a isso, dados do Ministério das Relações Exteriores da Rússia divulgados neste mês apontaram que as economias dos países europeus perderam até US$ 1,8 trilhão (cerca de R$ 9,9 trilhões) entre 2022 e 2025 devido às sanções.
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Orbán: sanções da Europa contra a Rússia atingiram não a economia russa, mas a europeia
20:33 21.12.2025 (atualizado: 21:50 21.12.2025) As sanções impostas pela Europa contra a Rússia atingiram não a economia russa, mas a europeia, declarou o primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán. Dados apontam que as medidas já geraram impacto financeiro sobre a região que pode chegar a a US$ 1,8 trilhão (R$ 9,9 trilhões).
"Bruxelas prometeu que as sanções esmagariam a Rússia. Em vez disso, elas esmagaram a Europa. Os preços da energia dispararam, a competitividade entrou em colapso e a Europa ficou para trás. Esse é o preço de decisões equivocadas. São necessárias negociações [para a solução na Ucrânia], e não escalada", declarou nas redes sociais.
A Hungria continua sendo um parceiro importante da Rússia no
fornecimento de petróleo e gás e Orbán já afirmou anteriormente que a Rússia garante a segurança energética do país.
Segundo o ministro do gabinete do chanceler húngaro, Gergely Gulyás, a recusa do gás russo custaria à Hungria cerca de US$ 10 bilhões (R$ 55 bilhões) e levaria a uma perda superior a 4% do PIB do país.
Na Rússia, autoridades afirmaram reiteradamente que o
Ocidente cometeu um grave erro ao recusar a compra de recursos energéticos russos, o que levará a uma nova e ainda maior dependência, motivada por preços mais elevados.

13 de dezembro 2025, 03:51
Em Moscou, também foi destacado que aqueles que recusaram o fornecimento direto acabam comprando carvão, petróleo e gás russos por meio de intermediários, a preços mais altos.
O presidente da Rússia, Vladimir Putin, já declarou anteriormente que a política de contenção e enfraquecimento da Rússia é uma estratégia de longo prazo do Ocidente e que as sanções causaram um impacto significativo em toda a economia global. Segundo o líder russo, o principal objetivo do Ocidente é piorar a vida de milhões de pessoas.
Aliado a isso, dados do
Ministério das Relações Exteriores da Rússia divulgados neste mês apontaram que as economias dos países europeus perderam até US$ 1,8 trilhão (cerca de R$ 9,9 trilhões) entre 2022 e 2025 devido às sanções.
"Essas medidas são uma das principais ferramentas da política neocolonial coletiva do Ocidente. O objetivo é óbvio: preservar sua hegemonia em declínio, privar a maioria global do direito à escolha política independente e restringir seu desenvolvimento tecnológico e industrial", enfatizou o ministério.
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