https://noticiabrasil.net.brhttps://t.me/SputnikBrasil/107096
Senado dos EUA aprova resolução que proíbe uso das Forças Armadas contra Venezuela; Trump reage
Senado dos EUA aprova resolução que proíbe uso das Forças Armadas contra Venezuela; Trump reage
Sputnik Brasil
Senadores dos Estados Unidos aprovaram nesta quinta-feira (8) uma resolução que impede o presidente dos EUA, Donald Trump, de realizar novas ações militares... 08.01.2026, Sputnik Brasil
2026-01-08T13:54-0300
2026-01-08T13:54-0300
2026-01-08T19:58-0300
panorama internacional
américas
donald trump
estados unidos
venezuela
forças armadas
eua
câmara dos representantes
senado dos eua
invasão
https://cdn.noticiabrasil.net.br/img/651/52/6515261_0:219:4200:2582_1920x0_80_0_0_bb2deee5ecfb631df8d553e0ae58f7e0.jpg
A decisão da Casa legislativa avançou após o governo liderado por Donald Trump sequestrar Nicolás Maduro, presidente venezuelano, e declarar controle sobre o governo da Venezuela. Com 52 votos a favor e 47 contra, o texto aprovado agora segue para a Câmara dos Representantes. Cinco senadores republicanos apoiaram a medida. Em suas redes, Trump reagiu.Ele chamou a resolução de inconstitucional e afirmou que a votação "prejudica enormemente" a autodefesa e a segurança nacional dos EUA, o que, segundo sua mensagem, impede a autoridade do presidente como comandante em chefe."Apesar de sua estupidez, a Lei dos Poderes de Guerra é inconstitucional, pois viola totalmente o artigo II da Constituição, como já foi determinado por todos os presidentes e seus Departamentos de Justiça antes de mim", concluiu Trump.O Artigo II da Constituição dos Estados Unidos é o que define os poderes executivos do presidente norte-americano, incluindo como comandante das Forças Armadas. Para Trump, isso sustenta seu poder sobre ações militares.No entanto, somente o Congresso dos EUA pode declarar guerra a outra nação, segundo o Artigo I da Constituição do país, mas não pode dizer ao presidente como exercer esse poder. Em 1973, a Lei dos Poderes de Guerra reforçou ainda mais esse controle do Legislativo ao obrigar o presidente a notificar o Congresso 48 horas antes de enviar tropas.Para Trump, esse descompasso torna a lei inconstitucional.Sequestro na VenezuelaEm 3 de janeiro, os Estados Unidos invadiram a Venezuela, matando mais de 100 pessoas, segundo as autoridades locais, e sequestrando Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores. Eles foram levados para Nova York e estão sendo julgados pelo suposto envolvimento em narcoterrorismo.Após o ataque, Trump afirmou que Washington governaria a Venezuela até que fosse possível "realizar uma transição segura, adequada e razoável".
https://noticiabrasil.net.br/20260108/46852182.html
estados unidos
venezuela
Sputnik Brasil
contato.br@sputniknews.com
+74956456601
MIA „Rossiya Segodnya“
2026
Sputnik Brasil
contato.br@sputniknews.com
+74956456601
MIA „Rossiya Segodnya“
notícias
br_BR
Sputnik Brasil
contato.br@sputniknews.com
+74956456601
MIA „Rossiya Segodnya“
https://cdn.noticiabrasil.net.br/img/651/52/6515261_234:0:3967:2800_1920x0_80_0_0_1ee9f6684b2610a7245646ba918688f2.jpgSputnik Brasil
contato.br@sputniknews.com
+74956456601
MIA „Rossiya Segodnya“
américas, donald trump, estados unidos, venezuela, forças armadas, eua, câmara dos representantes, senado dos eua, invasão, sequestro, operação militar
américas, donald trump, estados unidos, venezuela, forças armadas, eua, câmara dos representantes, senado dos eua, invasão, sequestro, operação militar
Senado dos EUA aprova resolução que proíbe uso das Forças Armadas contra Venezuela; Trump reage
13:54 08.01.2026 (atualizado: 19:58 08.01.2026) Senadores dos Estados Unidos aprovaram nesta quinta-feira (8) uma resolução que impede o presidente dos EUA, Donald Trump, de realizar novas ações militares contra a Venezuela sem a autorização do Congresso.
A decisão da Casa legislativa avançou após o governo liderado por Donald Trump sequestrar Nicolás Maduro, presidente venezuelano, e declarar controle sobre o governo da Venezuela.
Com 52 votos a favor e 47 contra, o texto aprovado agora segue para a Câmara dos Representantes. Cinco senadores republicanos apoiaram a medida. Em suas redes, Trump reagiu.
"Os republicanos que votaram com os democratas para retirar nossos poderes de defender os Estados Unidos nunca deveriam ser eleitos para cargos públicos novamente", escreveu ele em suas redes sociais.
Ele chamou a resolução de inconstitucional e afirmou que a votação "prejudica enormemente" a autodefesa e a segurança nacional dos EUA, o que, segundo sua mensagem,
impede a autoridade do presidente como comandante em chefe.
"Apesar de sua estupidez, a Lei dos Poderes de Guerra é inconstitucional, pois viola totalmente o artigo II da Constituição, como já foi determinado por todos os presidentes e seus Departamentos de Justiça antes de mim", concluiu Trump.
O Artigo II da Constituição dos Estados Unidos é o que define os poderes executivos do presidente norte-americano, incluindo como comandante das Forças Armadas. Para Trump, isso sustenta seu poder sobre ações militares.
No entanto, somente o Congresso dos EUA pode declarar guerra a outra nação, segundo o Artigo I da Constituição do país, mas não pode dizer ao presidente como exercer esse poder. Em 1973, a Lei dos Poderes de Guerra reforçou ainda mais esse controle do Legislativo ao obrigar o presidente a notificar o Congresso 48 horas antes de enviar tropas.
Para Trump, esse descompasso torna a lei inconstitucional.
Em 3 de janeiro, os
Estados Unidos invadiram a Venezuela, matando mais de 100 pessoas, segundo as autoridades locais, e sequestrando Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores. Eles foram
levados para Nova York e estão sendo julgados pelo suposto envolvimento em narcoterrorismo.
Após o ataque, Trump afirmou que Washington governaria a Venezuela até que fosse possível "realizar uma transição segura, adequada e razoável".
Acompanhe as notícias que a grande mídia não mostra!
Siga a Sputnik Brasil e tenha acesso a conteúdos exclusivos no nosso canal no Telegram.
Já que a Sputnik está bloqueada em alguns países, por aqui você consegue baixar o nosso aplicativo para celular (somente para Android).