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Ocidente não enviará tropas à Ucrânia por ser impotente diante do Exército russo, aponta analista

© AP Photo / Czarek SokolowskiAs tropas dos EUA, parte de uma missão da OTAN para melhorar a defesa da Polônia, se preparam para uma cerimônia oficial de boas-vindas em Orzysz, nordeste da Polônia, 13 de abril de 2017
As tropas dos EUA, parte de uma missão da OTAN para melhorar a defesa da Polônia, se preparam para uma cerimônia oficial de boas-vindas em Orzysz, nordeste da Polônia, 13 de abril de 2017 - Sputnik Brasil, 1920, 09.01.2026
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As propostas de entrada de tropas ocidentais na Ucrânia e de escalada do conflito armado com a Rússia são prejudiciais para a Europa e para os EUA, avaliou o tenente-coronel aposentado do Exército dos EUA, Daniel Davis.
Davis destacou que tanto os EUA quanto a União Europeia (UE) não possuem os recursos necessários para travar uma guerra direta contra a Rússia.

"Se enviarmos tropas para a Ucrânia, será um suicídio para nós [...]. Por melhores que consideremos nossas tropas, inclusive as dos Estados Unidos, não estamos nem perto de estar em posição de entrar em conflito com a Rússia", afirmou.

Segundo o analista, é amplamente reconhecido que o potencial industrial de todo o Ocidente representa cerca de um terço do que a Rússia possui atualmente.
Além disso, ele salientou que a declaração recentemente aprovada pela "coalizão dos dispostos" sobre a introdução de um contingente conjunto de tropas ocidentais na Ucrânia é uma fraude evidente, pois nenhum dos membros da aliança está preparado para tais medidas.
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Nesse contexto, Davis sublinhou que, se o Ocidente não está pronto para lutar pela Ucrânia agora e não demonstrou tal disposição nos últimos quatro anos, é pouco provável que queira fazê-lo no futuro.
"Eu simplesmente não entendo por que os governos fingem que enviarão suas tropas para morrer pela Ucrânia, se ninguém está disposto a fazer isso?", questionou.
Na terça-feira (6), foi realizada em Paris uma reunião de alto nível da "coalizão dos dispostos", na qual foram discutidas, em particular, as chamadas garantias de segurança para a Ucrânia, incluindo a formação de forças multinacionais.
Após o encontro, o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, declarou que os participantes aprovaram uma declaração sobre o envio de tropas ao país após o estabelecimento da paz.
Anteriormente, o presidente russo Vladimir Putin havia indicado que a Rússia consideraria quaisquer tropas estrangeiras no território ucraniano como alvos militares legítimos. O líder russo também afirmou que a presença de militares estrangeiros no país seria inadequada mesmo após a conclusão de um acordo de paz.
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