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Chefe da OTAN diz que Dinamarca investiu bilhões em equipamentos militares dos EUA para se proteger
Chefe da OTAN diz que Dinamarca investiu bilhões em equipamentos militares dos EUA para se proteger
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O secretário-geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), Mark Rutte, disse nesta segunda-feira (12) que a Dinamarca investiu bilhões em... 12.01.2026, Sputnik Brasil
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Durante coletiva de imprensa em Zagreb, na Croácia, ao lado do primeiro-ministro do país, Andrej Plenkovic, Rutte admitiu que parte dos territórios defendidos pelos armamentos norte-americanos é a Groenlândia, alvo de assédios de Washington.A Dinamarca adquiriu caças F-35, aeronaves de patrulha marítima P-8 Poseidon e drones de longo alcance, além de trabalhar no desenvolvimento de capacidades de reabastecimento aéreo, afirmou o chefe da OTAN.Ainda em conversa com a imprensa, Rutte discordou da alegação de que a OTAN esteja passando por uma crise interna devido às declarações dos Estados Unidos sobre a Groenlândia.O comissário europeu para a Defesa e o Espaço, Andrius Kubilius, afirmou anteriormente, também nesta segunda-feira, que uma ocupação militar da Groenlândia pelos EUA significaria o "fim da OTAN".Enquanto isso, Rutte elogiou o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, por ter levado a aliança a atingir a meta de gastos de 2% do PIB e agora trabalhar para alcançar 3,5%, acrescentando que reconhece "quando as pessoas são prestativas com a aliança e fazem coisas boas, e acredito que Donald Trump está fazendo as coisas certas para a OTAN".Em dezembro de 2025, Trump anunciou a nomeação do governador da Louisiana, Jeff Landry, como seu enviado especial para a Groenlândia. O governador confirmou posteriormente a intenção dos EUA de incorporar a ilha ao seu território.O ministro das Relações Exteriores da Dinamarca, Lars Lokke Rasmussen, expressou, então, sua extrema indignação com as declarações do novo enviado especial dos EUA e afirmou que convocaria o embaixador americano em Copenhague para exigir explicações.Em uma declaração conjunta, os primeiros-ministros da Dinamarca e da Groenlândia, Mette Frederiksen e Jens-Frederik Nielsen, alertaram os EUA contra a anexação da ilha, ressaltando que esperam respeito à integridade territorial compartilhada.Trump afirmou repetidamente que a Groenlândia deveria se tornar parte dos EUA, citando sua importância estratégica para a segurança nacional e a defesa do "mundo livre". O ex-primeiro-ministro da Groenlândia, Mute Egede, declarou que a ilha não está à venda.A ilha foi uma colônia dinamarquesa até 1953. Permaneceu parte do Reino da Dinamarca após conquistar autonomia em 2009, com capacidade de autogoverno e de definir sua própria política interna.
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defesa, mark rutte, lars lokke rasmussen, donald trump, groenlândia, dinamarca, estados unidos, otan, organização do tratado do atlântico norte, américas, eua
Chefe da OTAN diz que Dinamarca investiu bilhões em equipamentos militares dos EUA para se proteger
16:00 12.01.2026 (atualizado: 19:58 12.01.2026) O secretário-geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), Mark Rutte, disse nesta segunda-feira (12) que a Dinamarca investiu bilhões em equipamentos militares fabricados nos Estados Unidos para fortalecer a defesa de seus territórios, incluindo a Groenlândia.
Durante coletiva de imprensa em Zagreb, na Croácia, ao lado do primeiro-ministro do país,
Andrej Plenkovic, Rutte admitiu que parte dos territórios defendidos pelos armamentos norte-americanos
é a Groenlândia, alvo de assédios de Washington.
"Neste momento, vemos a Dinamarca acelerando seus investimentos em defesa, não apenas de forma geral, mas também em capacidades específicas para defender territórios como a Groenlândia. […] Bilhões foram investidos em equipamentos americanos necessários para a defesa da Dinamarca, da OTAN e também de territórios como a Groenlândia."
A Dinamarca adquiriu caças F-35, aeronaves de patrulha marítima P-8 Poseidon e drones de longo alcance, além de trabalhar no desenvolvimento de capacidades de reabastecimento aéreo, afirmou o chefe da OTAN.
Ainda em conversa com a imprensa, Rutte discordou da alegação de que a OTAN esteja passando por uma
crise interna devido às declarações dos Estados Unidos sobre a Groenlândia.
"Como secretário-geral da OTAN, meu papel é garantir que toda a aliança esteja o mais segura possível, e aplaudi o fato de nossos colegas que fazem fronteira com o Ártico terem se unido e decidido envolver a OTAN cada vez mais."
O comissário europeu para a Defesa e o Espaço,
Andrius Kubilius, afirmou anteriormente, também nesta segunda-feira, que uma
ocupação militar da Groenlândia pelos EUA significaria o
"fim da OTAN".
Enquanto isso, Rutte elogiou o
presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, por ter levado a aliança a atingir a
meta de gastos de 2% do PIB e agora trabalhar para alcançar 3,5%, acrescentando que reconhece "quando as pessoas são prestativas com a aliança e fazem coisas boas, e acredito que Donald Trump está fazendo as coisas certas para a OTAN".
"Minha única preocupação é como nos manteremos seguros, contra os russos e contra qualquer outro adversário. Vejam o que a China está fazendo, construindo rapidamente suas Forças Armadas, mas também a Coreia do Norte e outros que podem nos querer mal, e portanto esse é o meu papel, e acho que chegaremos lá."
Em dezembro de 2025, Trump anunciou a nomeação do governador da Louisiana, Jeff Landry, como seu enviado especial para a Groenlândia. O governador confirmou posteriormente a intenção dos EUA de incorporar a ilha ao seu território.
O ministro das Relações Exteriores da Dinamarca, Lars Lokke Rasmussen, expressou, então, sua extrema indignação com as declarações do novo enviado especial dos EUA e afirmou que convocaria o embaixador americano em Copenhague para exigir explicações.
Em uma declaração conjunta, os primeiros-ministros da Dinamarca e da Groenlândia, Mette Frederiksen e Jens-Frederik Nielsen, alertaram os EUA contra a anexação da ilha, ressaltando que esperam respeito à integridade territorial compartilhada.
Trump afirmou repetidamente que a Groenlândia deveria se tornar parte dos EUA, citando sua importância estratégica para a segurança nacional e a defesa do "mundo livre". O ex-primeiro-ministro da Groenlândia, Mute Egede, declarou que a ilha não está à venda.
A ilha foi uma colônia dinamarquesa até 1953. Permaneceu parte do Reino da Dinamarca após conquistar autonomia em 2009, com capacidade de autogoverno e de definir sua própria política interna.
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