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Venezuela quer fazer parte da nova ordem liderada pelos BRICS, afirma filho de Maduro
Venezuela quer fazer parte da nova ordem liderada pelos BRICS, afirma filho de Maduro
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O compromisso do país sul-americano tem sido, há muitos anos, construir um mundo multipolar, no qual a Venezuela possa figurar — nas palavras de Hugo Chávez ... 15.01.2026, Sputnik Brasil
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Sobre o sequestro do pai após o ataque dos Estados Unidos contra o país, o deputado afirmou que "Maduro não se entregou, Maduro não se vendeu, Maduro não entregou o país". Na ocasião, o presidente venezuelano foi levado para Nova York, onde segue preso acusado de crimes ligados ao narcotráfico. Após o episódio, a então vice-presidente Delcy Rodríguez foi nomeada chefe interina do Executivo venezuelano. Mais cedo, a dirigente apresentou no parlamento local um projeto para reformar a Lei de Hidrocarbonetos da Venezuela que permitirá que "fluxos de investimentos sejam incorporados a novos campos [petrolíferos] onde nunca houve investimento e a campos onde não há infraestrutura". Na ocasião, disse ainda que a Venezuela tem o direito de manter relações com a China, a Rússia e Cuba, e que a agenda energética entre seu país e os Estados Unidos não é nova. "A Venezuela tem o direito de manter relações com a China, com a Rússia, com Cuba, com o Irã, com todos os povos do mundo, e também com os Estados Unidos, fazendo isso de maneira respeitosa", pontuou.Venezuela tentou aderir ao BRICS em 2024Em meio às discussões sobre novas adesões ao BRICS em 2024, a entrada da Venezuela como membro-pleno foi vetada na época pelo Brasil, quando o assessor-chefe da Assessoria Especial do Presidente da República do Brasil, Celso Amorim, declarou que o país "não contribuiria" para um melhor funcionamento do grupo.
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Venezuela quer fazer parte da nova ordem liderada pelos BRICS, afirma filho de Maduro
18:49 15.01.2026 (atualizado: 22:12 15.01.2026) O compromisso do país sul-americano tem sido, há muitos anos, construir um mundo multipolar, no qual a Venezuela possa figurar — nas palavras de Hugo Chávez — como uma "potência média", disse o deputado Nicolás Maduro Guerra, filho do presidente venezuelano Nicolás Maduro, à Sputnik nesta quinta-feira (15).
"Nosso único pecado é sonhar que um mundo melhor é possível, sonhar em fechar a brecha da desigualdade", comentou o parlamentar, que acrescentou que Rússia e China se consolidaram como duas grandes potências do século XXI, assim como o Brasil, ao qual classificou como "o gigante sul-americano".
Sobre o sequestro do pai após o ataque dos Estados Unidos contra o país, o deputado afirmou que "Maduro não se entregou, Maduro não se vendeu, Maduro não entregou o país". Na ocasião, o presidente venezuelano foi levado para Nova York, onde segue preso acusado de crimes ligados ao narcotráfico.
Após o episódio, a
então vice-presidente Delcy Rodríguez foi nomeada chefe interina do Executivo venezuelano. Mais cedo, a dirigente apresentou no parlamento local um
projeto para reformar a Lei de Hidrocarbonetos da Venezuela que permitirá que "fluxos de investimentos sejam incorporados a novos campos [petrolíferos] onde nunca houve investimento e a campos onde não há infraestrutura".
Na ocasião, disse ainda que a Venezuela tem o direito de
manter relações com a China, a Rússia e Cuba, e que a agenda energética entre seu país e os Estados Unidos não é nova. "A Venezuela tem o direito de manter relações com a China, com a Rússia, com Cuba, com o Irã, com todos os povos do mundo,
e também com os Estados Unidos, fazendo isso de maneira respeitosa", pontuou.
Venezuela tentou aderir ao BRICS em 2024
Em meio às discussões sobre novas adesões ao BRICS em 2024, a entrada da Venezuela como membro-pleno foi vetada na época pelo Brasil, quando o assessor-chefe da
Assessoria Especial do Presidente da República do Brasil,
Celso Amorim, declarou que o país "não contribuiria" para um melhor funcionamento do grupo.
"O BRICS é um bloco contra-hegemônico, é um bloco a favor do multilateralismo, e o Brasil não poderia sustentar racionalmente esse veto. É irracional, é de ódio, de inveja. Esse veto nega a essência do BRICS, e é por isso que pensamos, espero que não, que o Itamaraty não se torne o cavalo de Troia do BRICS", declarou à época Delcy Rodríguez.
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