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UE está preocupada com aumento da dependência energética dos EUA ao abandonar gás russo, diz mídia
UE está preocupada com aumento da dependência energética dos EUA ao abandonar gás russo, diz mídia
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Ao abandonar o gás natural russo, a Europa tornou-se fortemente dependente dos fornecimentos desse recurso dos Estados Unidos, o que começou a causar sérias... 20.01.2026, Sputnik Brasil
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Segundo estimativas de analistas ocidentais, os fornecimentos de gás natural norte-americano foram considerados como uma alternativa à recusa do gás natural da Rússia, mas a recente escalada das tensões entre a Europa e os EUA põe em xeque a estabilidade energética europeia.Vale destacar que a Europa já importa cerca de um quarto de gás dos Estados Unidos, e espera-se que esse número cresça à medida que a proibição total das importações de gás russo for introduzida.Mais do que isso, os analistas ocidentais sugerem que até o final da década é provável que a União Europeia comece a receber quase metade de seu gás dos Estados Unidos, o que criará uma séria vulnerabilidade estratégica para o bloco em meio a relações de baixa recorde com Washington.Os países-membros da União Europeia também entendem que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pode aproveitar essa situação desesperadora da Europa para promover seus interesses geopolíticos e alcançar seus objetivos estratégicos, incluindo na questão da Groenlândia.Assim, a analista-chefe de energia do Instituto de Economia, Energia e Análise Financeira, Anna Maria Jaller-Makarewicz, disse que a crescente dependência da UE do gás natural liquefeito criou uma nova dependência geopolítica com, potencialmente, um alto nível de risco.Especialistas ocidentais constatam também que as medidas de diversificação dos fornecimentos de gás natural, que os governos de vários países europeus estão tomando, podem não surtir efeito.É que os fornecimentos globais de gás natural liquefeito estão atualmente limitados a apenas alguns países, já o lançamento de novos volumes de produção de gás no Catar e nos Emirados Árabes Unidos ocorrerá somente em 2030.Em 17 de janeiro, Donald Trump anunciou a introdução de impostos sobre todos os produtos da Dinamarca, Noruega, Suécia, França, Alemanha, Reino Unido, Holanda e Finlândia a partir de 1º de fevereiro.Essa decisão foi motivada pelas críticas às suas declarações sobre sua intenção de anexar a Groenlândia, que hoje é um território autônomo da Dinamarca. A nova tarifa, segundo Trump, permanecerá em vigor até que se chegue a um acordo sobre a compra da ilha.
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UE está preocupada com aumento da dependência energética dos EUA ao abandonar gás russo, diz mídia
Ao abandonar o gás natural russo, a Europa tornou-se fortemente dependente dos fornecimentos desse recurso dos Estados Unidos, o que começou a causar sérias preocupações na União Europeia, informou a mídia norte-americana.
Segundo estimativas de analistas ocidentais, os fornecimentos de gás natural norte-americano foram considerados como uma alternativa
à recusa do gás natural da Rússia, mas
a recente escalada das tensões entre a Europa e os EUA
põe em xeque a estabilidade energética europeia.
Vale destacar que a Europa já importa cerca de um quarto de gás dos Estados Unidos, e espera-se que esse número cresça à medida que a proibição total das importações de gás russo for introduzida.
Mais do que isso, os analistas ocidentais sugerem que até o final da década é provável que a União Europeia comece a receber quase metade de seu gás dos Estados Unidos, o que criará uma séria vulnerabilidade estratégica para o bloco em meio a relações de baixa recorde com Washington.
Os países-membros da União Europeia também entendem que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump,
pode aproveitar essa situação desesperadora da Europa para promover seus interesses geopolíticos e
alcançar seus objetivos estratégicos, incluindo na questão da Groenlândia.
Assim, a analista-chefe de energia do Instituto de Economia, Energia e Análise Financeira, Anna Maria Jaller-Makarewicz, disse que a crescente dependência da UE do gás natural liquefeito criou uma nova dependência geopolítica com, potencialmente, um alto nível de risco.
"A dependência excessiva do gás americano contradiz a política da UE de fortalecer a segurança energética por meio da diversificação, reduzindo a demanda e aumentando a oferta de fontes renováveis de energia", disse ela.
Especialistas ocidentais constatam também que as medidas de diversificação dos fornecimentos de gás natural, que os governos de vários países europeus estão tomando, podem não surtir efeito.
É que os fornecimentos globais de gás natural liquefeito estão atualmente limitados a apenas alguns países, já o lançamento de novos volumes de produção de gás no Catar e nos Emirados Árabes Unidos ocorrerá somente em 2030.
Em 17 de janeiro, Donald Trump anunciou a introdução de impostos sobre todos os produtos da Dinamarca, Noruega, Suécia, França, Alemanha, Reino Unido, Holanda e Finlândia a partir de 1º de fevereiro.
Essa decisão foi motivada pelas
críticas às suas declarações sobre sua intenção de anexar a Groenlândia, que hoje é um território autônomo da Dinamarca. A nova tarifa, segundo Trump, permanecerá em vigor
até que se chegue a um acordo sobre a compra da ilha.Acompanhe as notícias que a grande mídia não mostra!
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