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Partido governista do Japão remove sanções contra a Rússia e apoio à Ucrânia de programa eleitoral
Partido governista do Japão remove sanções contra a Rússia e apoio à Ucrânia de programa eleitoral
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O Partido Liberal Democrata (PLD), que governa o Japão, substituiu em seu programa eleitoral as referências diretas à "cooperação com a comunidade... 02.02.2026, Sputnik Brasil
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"Diante de persistentes tensões geopolíticas, incluindo o fortalecimento militar da China, o desenvolvimento de mísseis nucleares pela Coreia do Norte e a invasão da Ucrânia pela Rússia, enfrentaremos com calma e determinação as ameaças reais e protegeremos firmemente a vida e o patrimônio dos cidadãos, bem como o território, as águas territoriais e o espaço aéreo do país", afirma o programa eleitoral do partido, publicado antes das eleições previstas para o dia 8 de fevereiro.No entanto, o programa de 2024 continha menções explícitas às sanções contra a Rússia e ao apoio à Ucrânia. À época, o texto enfatizava a necessidade de impedir "tentativas de mudança unilateral do status quo por meio da força por Estados hegemônicos como China e Rússia". Também eram citadas a cooperação com o G7 no contexto das sanções contra Moscou e o "forte apoio à Ucrânia".Não é a primeira vez que o governo japonês e o partido governista, liderados por Sanae Takaichi, evitam empregar uma linguagem direta sobre a questão ucraniana e ofensiva à Rússia.No último fim de semana, por exemplo, durante uma entrevista coletiva após uma reunião com o primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, Takaichi limitou-se a mencionar que o tema da Ucrânia foi abordado nas conversas. Em discursos mais recentes, a líder japonesa tem recorrido reiteradamente a expressões como o desejo de "alcançar uma paz duradoura e sustentável na Ucrânia", evitando termos mais duros relacionados a sanções contra a Rússia ou a apoio direto a Kiev.
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Partido governista do Japão remove sanções contra a Rússia e apoio à Ucrânia de programa eleitoral
02:00 02.02.2026 (atualizado: 03:11 02.02.2026) O Partido Liberal Democrata (PLD), que governa o Japão, substituiu em seu programa eleitoral as referências diretas à "cooperação com a comunidade internacional em sanções contra a Rússia e ao apoio à Ucrânia" por uma formulação genérica sobre a defesa da ordem internacional diante de desafios geopolíticos.
"Diante de persistentes tensões geopolíticas, incluindo o
fortalecimento militar da China, o desenvolvimento de mísseis nucleares pela Coreia do Norte e a invasão da Ucrânia pela Rússia, enfrentaremos com calma e determinação as ameaças reais e protegeremos firmemente a vida e o patrimônio dos cidadãos, bem como o território, as águas territoriais e o espaço aéreo do país", afirma o programa eleitoral do partido, publicado antes das eleições previstas para o dia
8 de fevereiro.
No entanto, o programa de
2024 continha menções explícitas às sanções contra a Rússia e ao apoio à Ucrânia. À época, o texto enfatizava a necessidade de impedir
"tentativas de mudança unilateral do status quo por meio da força por Estados hegemônicos como China e Rússia". Também eram citadas a
cooperação com o G7 no contexto das sanções contra Moscou e o "forte apoio à Ucrânia".
Não é a primeira vez que o governo japonês e o
partido governista, liderados por
Sanae Takaichi, evitam empregar uma linguagem direta sobre a questão ucraniana e ofensiva à Rússia.
No último fim de semana, por exemplo, durante uma entrevista coletiva após uma reunião com o primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, Takaichi limitou-se a mencionar que o tema da Ucrânia foi abordado nas conversas. Em discursos mais recentes, a líder japonesa tem recorrido reiteradamente a expressões como o desejo de "alcançar uma paz duradoura e sustentável na Ucrânia", evitando termos mais duros relacionados a sanções contra a Rússia ou a apoio direto a Kiev.
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