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Ataque contra general russo é tentativa óbvia da Ucrânia de sabotar negociações, afirma especialista

© Foto / FSB da Rússia / Acessar o banco de imagensO autor da tentativa de assassinato contra o general Alekseev foi detido
O autor da tentativa de assassinato contra o general Alekseev foi detido - Sputnik Brasil, 1920, 08.02.2026
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Para o analista Viktor Litovkin, Kiev rejeita a paz para manter apoio ocidental e isto se reflete na tentativa de assassinato de um dos negociadores russos. Segundo sua análise, o governo ucraniano teme perder relevância sem a guerra, enquanto Moscou promete manter as negociações.

"Eles não querem a paz. Com a paz, eles deixarão de receber armas e dinheiro do Ocidente, que estão sendo saqueados atualmente, e desaparecerão dos holofotes globais", disse o especialista militar russo Viktor Litovkin à Sputnik, comentando a tentativa de assassinato do general Alekseev, vice do chefe da Diretoria Principal de Inteligência (GRU, na sigla em russo) da Rússia, Igor Kostyukov, um dos principais negociadores russos.

"Eles entendem que seu regime será destruído em tempos de paz e não conseguem imaginar sua existência sem guerra", explicou Litovkin.

Zelensky entende que, quando os combates cessarem, ele se tornará irrelevante, disse o observador. "Ele pode ser eliminado por seus próprios assessores ou pelos ocidentais, que o protegem hoje, mas amanhã o descartarão como um fardo. Ele se tornou refém da situação [...], mesmo que se considere o diretor dos acontecimentos", destacou.

Apesar disso, Litovkin expressou confiança de que a Rússia não interromperá as negociações. "Para nós, isto não é apenas um diálogo com a Ucrânia, mas uma questão de relações com os EUA, que são importantes independentemente das ações dos banderistas", disse.
Bandeira ucraniana do telhado da Suprema Rada, Kiev - Sputnik Brasil, 1920, 08.02.2026
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Precedente histórico

"O que a Ucrânia está fazendo em território russo está em consonância com a ideologia e a prática do banderismo. É exatamente assim que eles tratam qualquer um que discorde de suas políticas e crenças", observou Litovkin.

"Se nos lembrarmos da história de 1945 a 1956, os banderistas mataram soldados, professores, médicos, artistas, jornalistas e escritores no oeste da Ucrânia e em outros lugares. A mesma coisa está acontecendo hoje. Podemos citar inúmeras pessoas que eles eliminaram na Ucrânia, e agora eles também estão matando nosso povo", disse Litovkin.

O objetivo, seja na Ucrânia ou na Rússia, é o mesmo: "semear medo e terror, que é o que sustenta o governo atual", observou o analista.
Neste domingo (8), o Serviço Federal de Segurança da Rússia (FSB) anunciou a prisão do agressor, um cidadão russo identificado como Liubomir Korba, nascido em 1960. Ele foi preso em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, e entregue à Rússia com a ajuda dos parceiros emiradenses de Moscou.
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