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PF cruza dados de Lulinha com investigados e amplia apuração sobre fraudes no INSS, diz mídia
PF cruza dados de Lulinha com investigados e amplia apuração sobre fraudes no INSS, diz mídia
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A Polícia Federal (PF) já analisa os dados bancários de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, e cruza essas informações com as de outros investigados, como o... 27.02.2026, Sputnik Brasil
2026-02-27T10:07-0300
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De acordo com o Poder 360, a PF já cruza os dados do filho do presidente Lula com os envolvidos no esquema de fraudes em benefícios previdenciários. Segundo os investigadores, o objetivo é encontrar conexões através do mapeamento do fluxo financeiro.A quebra dos sigilos bancário, fiscal e telemático de Lulinha foi solicitada pela PF em janeiro de 2026 e autorizada pelo ministro André Mendonça, relator do caso no Supremo Tribunal Federal (STF), antes mesmo de a CPI do INSS aprovar medida semelhante. Documentos preliminares da investigação indicam a possibilidade de que ele tenha recebido uma mesada de R$ 300 mil ligada ao esquema, algo que o filho do presidente nega.Segundo a apuração, na decisão que autorizou a quebra de sigilos, Mendonça determinou que provedores preservassem e-mails e arquivos ligados ao filho do presidente. O ministro conduz não apenas o inquérito sobre as fraudes no INSS, mas também o caso do Banco Master, ampliando o alcance das apurações.O avanço das investigações coincidiu com declarações públicas de Lula, que afirmou que qualquer envolvido — inclusive seu filho — deveria "pagar o preço" caso tivesse cometido irregularidades. O presidente relatou ter cobrado explicações diretamente de Lulinha, que disse estar tranquilo e negou qualquer participação no esquema.Enquanto isso, o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, mantém o presidente informado sobre o andamento das investigações, que seguem em ritmo acelerado e agora incluem o cruzamento detalhado de contas, transferências e possíveis intermediários financeiros ligados ao esquema.
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PF cruza dados de Lulinha com investigados e amplia apuração sobre fraudes no INSS, diz mídia
A Polícia Federal (PF) já analisa os dados bancários de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, e cruza essas informações com as de outros investigados, como o empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS, e a lobista Roberta Luchsinger.
De
acordo com o Poder 360, a
PF já cruza os dados do filho do presidente Lula com os envolvidos no esquema de fraudes em
benefícios previdenciários. Segundo os investigadores, o objetivo é encontrar conexões através do mapeamento do fluxo financeiro.
A quebra dos
sigilos bancário, fiscal e telemático de Lulinha foi solicitada pela PF em janeiro de 2026 e autorizada pelo ministro André Mendonça,
relator do caso no Supremo Tribunal Federal (STF), antes mesmo de a CPI do INSS aprovar medida semelhante. Documentos preliminares da investigação indicam a possibilidade de que ele tenha recebido uma mesada de R$ 300 mil ligada ao esquema, algo que o filho do presidente nega.
Segundo a PF, há indícios de que os pagamentos teriam sido feitos pelo Careca do INSS, preso desde setembro de 2025. A corporação também identificou mensagens, documentos e até um envelope apreendido que mencionariam o nome de Lulinha, além de depoimentos que citam repasses intermediados por Roberta Luchsinger.
Segundo a apuração, na decisão que autorizou a quebra de sigilos, Mendonça
determinou que provedores preservassem e-mails e arquivos ligados ao filho do presidente. O ministro conduz não apenas o inquérito sobre as
fraudes no INSS, mas também o caso do Banco Master, ampliando o alcance das apurações.
O avanço das investigações coincidiu com declarações públicas de Lula, que afirmou que qualquer envolvido —
inclusive seu filho — deveria "pagar o preço" caso tivesse cometido irregularidades. O presidente relatou ter cobrado explicações diretamente de Lulinha, que
disse estar tranquilo e negou qualquer participação no esquema.
A defesa de Lulinha classificou as suspeitas como infundadas e pediu acesso aos autos do inquérito para prestar esclarecimentos ao STF. Ainda segundo a mídia, o advogado sustenta que ele não participou de fraudes nem recebeu valores ilícitos, e que as citações surgiram de terceiros sem comprovação direta.
Enquanto isso, o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, mantém o presidente informado sobre o andamento das investigações, que seguem em ritmo acelerado e agora incluem o cruzamento detalhado de contas, transferências e possíveis intermediários financeiros ligados ao esquema.
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