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Fachin rejeita pedido de CPI para manter a quebra de sigilo de empresa ligada a Toffoli
Fachin rejeita pedido de CPI para manter a quebra de sigilo de empresa ligada a Toffoli
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Comissão havia solicitado suspensão da decisão de Gilmar Mendes que anulou a quebra de sigilo. Fachin afirmou que a anulação de uma decisão tomada por outro... 28.03.2026, Sputnik Brasil
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O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Edson Fachin, decidiu não acolher a solicitação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Senado que buscava preservar a quebra de sigilo da Maridt Participações S.A., companhia relacionada ao ministro Dias Toffoli.Anteriormente, a comissão havia aprovado a quebra de sigilo bancário, fiscal, telefônico e telemático da Maridt. Porém, a medida foi anulada pelo ministro Gilmar Mendes, o que levou a comissão a protocolar um recurso pedindo a suspensão da decisão do ministro.A Maridt manteve relações comerciais com um fundo administrado pela Reag, empresa vinculada ao Banco Master. Em manifestação, Toffoli confirmou integrar o quadro societário da empresa, mas destacou que não participa da gestão, atualmente sob responsabilidade de familiares.Ao fundamentar a decisão, Fachin apontou que medidas para suspender determinações de outros ministros devem ser adotadas apenas em caráter excepcional e com alcance limitado.Fachin acrescentou que admitir a anulação de uma decisão tomada por outro ministro da corte deve ser uma medida "excepcional e restrita", pois "à luz do desenho constitucional do Supremo Tribunal Federal, não se admite qualquer relação hierárquica entre seus ministros"."Nesse contexto, o papel da Presidência do STF não é o de revisar ou hierarquicamente controlar decisões individuais", escreveu Fachin na decisão.
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Fachin rejeita pedido de CPI para manter a quebra de sigilo de empresa ligada a Toffoli
14:03 28.03.2026 (atualizado: 19:50 28.03.2026) Comissão havia solicitado suspensão da decisão de Gilmar Mendes que anulou a quebra de sigilo. Fachin afirmou que a anulação de uma decisão tomada por outro ministro da corte deve ser uma medida tomada apenas em caráter exepcional.
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Edson Fachin, decidiu não acolher a solicitação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Senado
que buscava preservar a quebra de sigilo da Maridt Participações S.A., companhia
relacionada ao ministro Dias Toffoli.
Anteriormente, a comissão havia aprovado a quebra de sigilo bancário, fiscal, telefônico e telemático da Maridt. Porém, a medida foi anulada pelo ministro Gilmar Mendes, o que levou a comissão a protocolar um recurso pedindo a suspensão da decisão do ministro.
A Maridt
manteve relações comerciais com um fundo administrado pela Reag, empresa vinculada ao Banco Master. Em manifestação, Toffoli confirmou
integrar o quadro societário da empresa,
mas destacou que não participa da gestão, atualmente sob responsabilidade de familiares.
Ao fundamentar a decisão, Fachin apontou que medidas para suspender determinações de outros ministros devem ser adotadas apenas em caráter excepcional e com alcance limitado.
"No caso dos autos, a pretensão da requerente esbarra na firme e reiterada jurisprudência desta Suprema Corte, segundo a qual não se admite, como regra, pedido de suspensão de decisão proferida por ministro do Supremo Tribunal Federal", afirmou o presidente do STF.
Fachin acrescentou que admitir a anulação de uma decisão tomada por outro ministro da corte deve ser uma medida "excepcional e restrita", pois "à luz do desenho constitucional do Supremo Tribunal Federal, não se admite qualquer relação hierárquica entre seus ministros".
"Nesse contexto, o papel da Presidência do STF não é o de revisar ou hierarquicamente controlar decisões individuais", escreveu Fachin na decisão.
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