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Chegada de petroleiro russo mostra que Moscou 'não falhou' com Cuba, diz especialista
Chegada de petroleiro russo mostra que Moscou 'não falhou' com Cuba, diz especialista
Sputnik Brasil
A chegada a Cuba de um petroleiro russo com 100 mil toneladas de petróleo tem um simbolismo que vai além do impacto econômico, pois mostrou que Moscou "não... 31.03.2026, Sputnik Brasil
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"Acredito que é nesse simbolismo que está o mais significativo: Cuba precisava, e a Rússia não falhou", disse Villar em meio à chegada do petroleiro russo Anatoly Kolodkin, o que encerrou vários meses sem entrada de combustível no território.O professor destacou o fato de que, ao cumprir seu compromisso com Cuba, a Rússia se arriscou a enfrentar um momento delicado com os Estados Unidos, que no fim de janeiro impuseram uma espécie de cerco energético à ilha.Na avaliação do analista, a decisão de Moscou de enviar petróleo a Cuba deixa o "caminho aberto" para que outros países também se somem.Nesse sentido, ele lembrou que a China enviou recentemente ajuda humanitária à ilha, incluindo alimentos, medicamentos, utensílios domésticos, produtos de higiene, painéis solares, entre outros insumos.Villar ressaltou que Rússia e China são "dois grandes aliados euroasiáticos" de Cuba, com os quais compartilha espaço no BRICS e, no caso de Moscou, também na União Econômica Euroasiática (UEE).Agora, acrescentou, outros países da América Latina, como Brasil e Colômbia, também demonstraram apoio a Cuba com o envio de alimentos e medicamentos, contribuindo coletivamente para romper a política "irracional" promovida por Washington."O pior de tudo é que tentam nos asfixiar e depois dizem que não somos eficientes", disse Villar, em referência às sanções econômicas mantidas há décadas pelos Estados Unidos, bem como ao cerco petrolífero decretado pela Casa Branca em 29 de janeiro.Trump diz que medida não causa impactoO presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, minimizou a chegada do petroleiro russo a Cuba, afirmando que o combustível não teria "nenhum impacto" na ilha.As restrições impostas por Washington causaram uma grave escassez de combustível em Cuba, afetando a geração de energia elétrica e setores vitais da economia, como transporte, produção de alimentos, saúde e educação, entre outros.O presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, denunciou o "bloqueio energético" imposto por Washington e considerou "condenável que uma potência, com a dimensão que têm os Estados Unidos, adote uma política tão agressiva e tão criminosa contra uma pequena nação".
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Chegada de petroleiro russo mostra que Moscou 'não falhou' com Cuba, diz especialista
A chegada a Cuba de um petroleiro russo com 100 mil toneladas de petróleo tem um simbolismo que vai além do impacto econômico, pois mostrou que Moscou "não falhou" com a ilha em momentos difíceis, afirmou à Sputnik o professor de ciências históricas da Universidade de Havana, Óscar Villar.
"Acredito que é nesse simbolismo que está o mais significativo:
Cuba precisava, e a Rússia não falhou", disse Villar em meio à chegada do
petroleiro russo Anatoly Kolodkin, o que encerrou vários meses sem entrada de combustível no território.
O professor destacou o fato de que, ao cumprir seu compromisso com Cuba, a Rússia se arriscou a enfrentar um
momento delicado com os Estados Unidos, que no fim de janeiro impuseram uma espécie de cerco energético à ilha.
Na avaliação do analista, a decisão de Moscou de enviar petróleo a Cuba deixa o "caminho aberto" para que outros países também se somem.
Nesse sentido, ele lembrou que a China enviou recentemente ajuda humanitária à ilha, incluindo alimentos, medicamentos, utensílios domésticos, produtos de higiene, painéis solares, entre outros insumos.
Villar ressaltou que Rússia e China são "dois grandes aliados euroasiáticos" de Cuba, com os quais compartilha espaço no BRICS e, no caso de Moscou, também na
União Econômica Euroasiática (UEE).
"A chegada a Cuba do superpetroleiro russo é de enorme importância. Seu significado vai além da quantidade de petróleo que entrará em nossa economia, sobretudo no momento atual", afirmou.
Agora, acrescentou, outros países da América Latina, como Brasil e Colômbia, também demonstraram apoio a Cuba com o envio de alimentos e medicamentos, contribuindo coletivamente para romper a política "irracional" promovida por Washington.
"O pior de tudo é que
tentam nos asfixiar e depois dizem que não somos eficientes", disse Villar, em
referência às sanções econômicas mantidas há décadas pelos Estados Unidos, bem como ao cerco petrolífero decretado pela Casa Branca em 29 de janeiro.
Trump diz que medida não causa impacto
O
presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, minimizou a chegada do petroleiro russo a Cuba, afirmando que o combustível não teria "nenhum impacto" na ilha.
As restrições impostas por Washington causaram uma grave escassez de combustível em Cuba, afetando a geração de energia elétrica e setores vitais da economia, como transporte, produção de alimentos, saúde e educação, entre outros.
O presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, denunciou o "bloqueio energético" imposto por Washington e considerou "condenável que uma potência, com a dimensão que têm os Estados Unidos, adote uma política tão agressiva e tão criminosa contra uma pequena nação".
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