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'A estupidez é incurável': Zakharova rebate Kallas por mentir sobre a Rússia

© Foto / X / @kajakallasA alta representante para a Política Externa e de Segurança da União Europeia (UE), Kaja Kallas
A alta representante para a Política Externa e de Segurança da União Europeia (UE), Kaja Kallas - Sputnik Brasil, 1920, 02.04.2026
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A chefe da diplomacia da União Europeia (UE), Kaja Kallas, envergonhou mais uma vez o bloco com sua estupidez ao repetir acusações contra a Rússia sobre supostos ataques a 19 países, incluindo representantes da África, ao longo dos últimos 100 anos, declarou a representante oficial do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zakharova.
Nas redes sociais, Zakharova relembrou as declarações de Kallas, em 2025, sobre a Rússia "ter atacado 19 países no século passado". Agora, a chefe da diplomacia da UE repetiu o discurso, desta vez acrescentando países da África à lista de supostas vítimas de "ataques russos".
"Kallas envergonhou a UE mais uma vez… A estupidez não se cura tão facilmente", escreveu a representante da chancelaria russa nas redes sociais.

"Em janeiro, Kallas confessou seu grande amor pela leitura e até prometeu 'se tornar muito inteligente'. Eu sugiro que ela adicione à sua coleção de livros a monografia coletiva 'Colonialismo, neocolonialismo, descolonização: experiência de pesquisa e discurso contemporâneo' para aprimorar sua alfabetização. Quem sabe ela realmente se torne mais inteligente, embora não seja certo", escreveu.

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Zakharova enfatizou que o rastro de sangue na África ao longo dos últimos 100 anos foi, na verdade, deixado por países do bloco europeu e da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN). Os representantes desse mesmo grupo de Estados se abstiveram, em 25 de março, da votação a favor de uma resolução da Assembleia Geral das Nações Unidas (AGNU) que condenava inequivocamente o tráfico de africanos escravizados, classificando-o como o maior crime contra a humanidade.

Em 27 de março, a AGNU adotou a resolução, com 123 votos a favor, 3 contra — Estados Unidos, Israel e Argentina — e 52 abstenções.

O texto insta os Estados-membros a se engajar em discussões sobre justiça restaurativa, incluindo pedidos formais de desculpas, reparações e mudanças legislativas para combater o racismo sistêmico.

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