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Mídia: USP lança modelo de fábrica portátil para ampliar produção brasileira de semicondutores
Mídia: USP lança modelo de fábrica portátil para ampliar produção brasileira de semicondutores
Sputnik Brasil
Em busca de reduzir a dependência brasileira de chips importados, a USP está apostando no desenvolvimento de um modelo portátil e replicável de fábrica de... 05.04.2026, Sputnik Brasil
2026-04-05T06:09-0300
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De acordo com o G1, a Universidade de São Paulo (USP) está apostando em um novo modelo de produção de semicondutores para reduzir a dependência brasileira de chips importados, especialmente da China e Taiwan. Esses componentes, fundamentais para praticamente todos os equipamentos eletrônicos, tornaram-se um ponto de vulnerabilidade para a indústria nacional, que sofre com qualquer instabilidade no fornecimento global.A iniciativa nasce na Escola Politécnica da USP, que está instalando a Pocket-Fab, uma fábrica de chips em formato compacto. O modelo portátil permite que essas fábricas sejam instaladas onde houver demanda, criando polos tecnológicos descentralizados. Segundo a apuração, para o coordenador do projeto, Marcelo Zuffo, o Brasil reúne todos os insumos necessários para desenvolver essa indústria: terras raras, materiais críticos, energia, água, demanda e talentos qualificados.Para viabilizar a primeira Pocket-Fab, a USP investiu R$ 89 milhões. A meta é produzir 60 milhões de chips por ano e, a partir desse protótipo, replicar o modelo em dez polos distribuídos pelo país.Cada unidade deverá empregar cerca de 500 profissionais, entre engenheiros, técnicos, projetistas, estudantes e pesquisadores. Com o maquinário já encomendado, a expectativa é que a primeira Pocket-Fab seja inaugurada ainda no primeiro semestre, marcando um passo decisivo para a autonomia tecnológica nacional.Mais do que fabricar semicondutores, o projeto simboliza um avanço na maturidade industrial e científica do país. Para Zuffo, o apoio institucional e social à iniciativa mostra que o Brasil está pronto para construir sua própria soberania tecnológica — e transformar um componente quase invisível em um motor de desenvolvimento estratégico, conclui a mídia.
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Mídia: USP lança modelo de fábrica portátil para ampliar produção brasileira de semicondutores
06:09 05.04.2026 (atualizado: 06:11 05.04.2026) Em busca de reduzir a dependência brasileira de chips importados, a USP está apostando no desenvolvimento de um modelo portátil e replicável de fábrica de semicondutores, prometendo criar polos regionais, gerar empregos qualificados e fortalecer a autonomia tecnológica da indústria brasileira.
De
acordo com o G1, a Universidade de São Paulo (USP) está apostando em um novo modelo de produção de semicondutores para
reduzir a dependência brasileira de chips importados,
especialmente da China e Taiwan. Esses componentes, fundamentais para praticamente todos os equipamentos eletrônicos, tornaram-se um ponto de vulnerabilidade para a indústria nacional, que sofre com qualquer instabilidade no fornecimento global.
A iniciativa nasce na Escola Politécnica da USP, que está instalando a Pocket-Fab, uma fábrica de chips em formato compacto.
Em vez de grandes complexos industriais, o projeto propõe unidades de apenas 150 metros quadrados — praticamente o tamanho de um laboratório — capazes de produzir semicondutores de forma eficiente e adaptável às necessidades regionais.
O modelo portátil permite que essas
fábricas sejam instaladas onde houver demanda, criando polos tecnológicos descentralizados. Segundo a apuração, para o coordenador do projeto, Marcelo Zuffo, o Brasil
reúne todos os insumos necessários para desenvolver essa indústria: terras raras, materiais críticos, energia, água, demanda e talentos qualificados.
Para viabilizar a primeira Pocket-Fab, a USP investiu R$ 89 milhões. A meta é produzir 60 milhões de chips por ano e,
a partir desse protótipo,
replicar o modelo em dez polos distribuídos pelo país.
A iniciativa conta com o apoio da Fiesp e do Senai, que ajudarão a alinhar a produção às necessidades reais da indústria brasileira e a identificar oportunidades de exportação.
Cada unidade deverá empregar cerca de 500 profissionais, entre engenheiros, técnicos, projetistas, estudantes e pesquisadores. Com o maquinário já encomendado, a
expectativa é que a primeira Pocket-Fab seja inaugurada ainda no primeiro semestre, marcando um passo decisivo para a
autonomia tecnológica nacional.
Mais do que fabricar semicondutores, o
projeto simboliza um avanço na maturidade industrial e científica do país. Para Zuffo, o apoio institucional e social à iniciativa mostra que o Brasil está pronto para construir sua própria
soberania tecnológica — e transformar um componente quase invisível em um motor de desenvolvimento estratégico, conclui a mídia.
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