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Ameaças dos EUA contra Cuba seriam cortina de fumaça para crise após guerra no Irã, diz mídia
Ameaças dos EUA contra Cuba seriam cortina de fumaça para crise após guerra no Irã, diz mídia
Sputnik Brasil
As ameaças dos Estados Unidos contra Cuba podem funcionar como uma estratégia para desviar a atenção sobre a crise desencadeada pela administração do... 16.04.2026, Sputnik Brasil
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O texto aponta ainda que não está clara a estratégia de longo prazo do governo norte-americano em relação a Cuba. Anteriormente, a mídia local informou que o Pentágono iniciou preparativos sigilosos para uma possível operação militar na ilha, caso haja autorização Casa Branca. Na última semana, o presidente cubano Miguel Díaz-Canel afirmou que o país está pronto para discutir qualquer assunto com os Estados Unidos, mas sem a exigência de Washington de mudar o sistema político de Havana.O presidente cubano acusou Washington de manter uma postura hostil em relação a Havana e afirmou que os EUA não têm autoridade moral para criticar as condições na ilha, pelas quais as políticas norte-americanas são totalmente responsáveis.Bloqueio energético contra Cuba amplia pressãoEm 29 de janeiro, o presidente dos EUA, Donald Trump, assinou uma ordem executiva autorizando tarifas sobre as importações de países fornecedores de petróleo para Cuba e declarou estado de emergência devido a uma suposta ameaça cubana à segurança nacional dos EUA.O governo cubano alegou que os EUA estão usando o bloqueio energético para sufocar a economia cubana e tornar as condições de vida insuportáveis para sua população.Desde então, países parceiros como Rússia, China, Brasil e Colômbia enviaram ajuda humanitária à ilha, incluindo petróleo russo, alimentos, medicamentos, utensílios domésticos, produtos de higiene, painéis solares, entre outros insumos fundamentais para o funcionamento de hospitais e serviços básicos.
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Ameaças dos EUA contra Cuba seriam cortina de fumaça para crise após guerra no Irã, diz mídia
As ameaças dos Estados Unidos contra Cuba podem funcionar como uma estratégia para desviar a atenção sobre a crise desencadeada pela administração do presidente Donald Trump após a guerra contra o Irã, segundo análise publicada nesta quinta-feira (16) pelo portal Responsible Statecraft.
"À medida que o
progresso diplomático entre Irã e Estados Unidos parece ter estagnado, as ameaças renovadas de ação militar contra uma pequena ilha próxima ao território americano poderiam servir como um útil desvio para uma administração que acabou se envolvendo em um atoleiro no Oriente Médio",
afirma a publicação.
O texto aponta ainda que não está clara a estratégia de longo prazo do governo norte-americano em relação a Cuba. Anteriormente, a mídia local informou que o Pentágono iniciou preparativos sigilosos para uma possível operação militar na ilha, caso haja autorização Casa Branca.
Na última semana, o presidente cubano Miguel Díaz-Canel afirmou que o país está pronto para discutir qualquer assunto com os Estados Unidos, mas sem a exigência de Washington de mudar o sistema político de Havana.
"Estamos interessados em dialogar e discutir qualquer tema sem qualquer condição,
sem exigir mudanças em nosso sistema político, assim como não exigimos mudanças no sistema norte-americano", disse Díaz-Canel em
entrevista à emissora NBC.
O presidente cubano acusou Washington de manter uma
postura hostil em relação a Havana e afirmou que os EUA não têm autoridade moral para criticar as condições na ilha, pelas quais as
políticas norte-americanas são totalmente responsáveis.
Bloqueio energético contra Cuba amplia pressão
Em 29 de janeiro, o presidente dos EUA, Donald Trump, assinou uma ordem executiva
autorizando tarifas sobre as importações de países fornecedores de petróleo para Cuba e declarou
estado de emergência devido a uma suposta ameaça cubana à segurança nacional dos EUA.
O
governo cubano alegou que os EUA estão usando o bloqueio energético para sufocar a economia cubana e
tornar as condições de vida insuportáveis para sua população.
Desde então,
países parceiros como Rússia, China, Brasil e Colômbia enviaram ajuda humanitária à ilha, incluindo
petróleo russo, alimentos, medicamentos, utensílios domésticos, produtos de higiene, painéis solares, entre outros insumos fundamentais para o funcionamento de hospitais e serviços básicos.
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