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Irã não participará de negociações sob pressão e cobra fim de bloqueio, diz presidente
Irã não participará de negociações sob pressão e cobra fim de bloqueio, diz presidente
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O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, afirmou em conversa com o primeiro-ministro do Paquistão, Shehbaz Sharif, que Teerã não participará de negociações de... 25.04.2026, Sputnik Brasil
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O presidente iraniano também afirmou que, para a retomada do diálogo, recomenda que os Estados Unidos removam todos os obstáculos, incluindo o fim do bloqueio do estreito de Ormuz.Mais cedo, o homólogo dos Estados Unidos, Donald Trump, decidiu cancelar a viagem do enviado especial Steve Witkoff e de seu genro Jared Kushner ao Paquistão, onde participariam de negociações indiretas.Segundo Trump, a decisão reflete a avaliação de que Washington mantém vantagem estratégica no atual momento. Apesar do cancelamento da missão diplomática, o presidente norte-americano afirmou que os Estados Unidos continuam abertos a negociações com Teerã, ainda que tenha demonstrado ceticismo em relação à eficácia de encontros presenciais neste momento.Além disso, o líder norte-americano afirmou que há falta de entendimento, por parte dos EUA, sobre quem está no comando da República Islâmica. "Ninguém sabe quem manda, incluindo eles mesmos", declarou.Prejuízos milionários ao IrãEm meio às reviravoltas sobre o conflito no Oriente Médio, cujo cessar-fogo no Irã segue em vigor nos últimos dias, Trump chegou a afirmar nesta semana que manter o estreito fechado traz prejuízos milionários ao Irã, que só não reabre sua passagem para "manter as aparências", devido ao bloqueio marítimo estadunidense na região.Trump afirmou que o Irã prefere mantê-lo aberto para continuar ganhando cerca de US$ 500 milhões (R$ 2,4 bilhões) por dia — valor que, segundo ele, o país perde quando o estreito é fechado.
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Irã não participará de negociações sob pressão e cobra fim de bloqueio, diz presidente
O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, afirmou em conversa com o primeiro-ministro do Paquistão, Shehbaz Sharif, que Teerã não participará de negociações de paz sob pressão, ameaças ou bloqueio do estreito de Ormuz, informou neste sábado (25) a Press TV.
"Em conversa telefônica com o
primeiro-ministro do Paquistão, Shehbaz Sharif, o presidente Pezeshkian confirmou que o Irã não entrará em negociações sob pressão, ameaças ou bloqueio",
diz a emissora.
O presidente iraniano também afirmou que, para a retomada do diálogo, recomenda que os Estados Unidos removam todos os obstáculos, incluindo o fim do bloqueio do
estreito de Ormuz.
Mais cedo, o homólogo dos Estados Unidos, Donald Trump, decidiu cancelar a viagem do enviado especial Steve Witkoff e de seu genro Jared Kushner ao Paquistão, onde participariam de negociações indiretas.
Segundo Trump, a decisão reflete a avaliação de que Washington mantém
vantagem estratégica no atual momento. Apesar do
cancelamento da missão diplomática, o presidente norte-americano afirmou que os Estados Unidos continuam abertos a negociações com Teerã, ainda que tenha demonstrado ceticismo em relação à
eficácia de encontros presenciais neste momento.
Além disso, o líder norte-americano afirmou que há falta de entendimento, por parte dos EUA, sobre quem está no comando da República Islâmica. "Ninguém sabe quem manda, incluindo eles mesmos", declarou.
Prejuízos milionários ao Irã
Em meio às reviravoltas sobre o
conflito no Oriente Médio, cujo cessar-fogo no Irã segue em vigor nos últimos dias, Trump chegou a afirmar nesta semana que manter o estreito fechado traz prejuízos milionários ao Irã, que só não reabre sua passagem para "manter as aparências", devido ao bloqueio marítimo estadunidense na região.
Trump afirmou que o Irã prefere mantê-lo aberto para continuar ganhando cerca de US$ 500 milhões (R$ 2,4 bilhões) por dia — valor que, segundo ele, o país perde quando o estreito é fechado.
"Eles só dizem que querem fechá-lo, porque eu o bloqueei completamente fechado, então estão apenas tentando 'manter as aparências'. Há quatro dias, pessoas me procuraram dizendo: 'Senhor, o Irã quer reabrir o estreito imediatamente'. Mas, se fizermos isso, nunca poderá haver um acordo com o Irã, a menos que destruamos o resto do país deles, incluindo seus líderes", declarou ele.
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