https://noticiabrasil.net.br/20260427/governo-lula-enfrenta-alerta-do-mercado-com-pacote-economico-ampliado-em-ano-eleitoral-diz-midia-49941649.html
Governo Lula enfrenta alerta do mercado com pacote econômico ampliado em ano eleitoral, diz mídia
Governo Lula enfrenta alerta do mercado com pacote econômico ampliado em ano eleitoral, diz mídia
Sputnik Brasil
O avanço de medidas econômicas em estudo ou já anunciadas pelo governo Lula reacendeu o alerta entre analistas e técnicos da área econômica, que veem risco de... 27.04.2026, Sputnik Brasil
2026-04-27T10:30-0300
2026-04-27T10:30-0300
2026-04-27T11:40-0300
notícias do brasil
américas
economia
bruno moretti
luiz inácio lula da silva
jair bolsonaro
brasil
estados unidos
irã
banco central
https://cdn.noticiabrasil.net.br/img/07e7/0b/15/31601911_0:320:3072:2048_1920x0_80_0_0_76e81d8b92b5e6f18a9e3e344d0257de.jpg
A série de medidas econômicas anunciadas ou estudadas pelo governo de Luiz Inácio Lula da Silva reacendeu o alerta entre analistas e integrantes da equipe econômica. Nas últimas semanas, o governo desonerou o diesel, anunciou aporte de R$ 20 bilhões no Fundo Social para programas habitacionais e prepara um amplo pacote de renegociação de dívidas que pode movimentar mais de R$ 100 bilhões.O pacote inclui liberação de recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), reforço a fundos garantidores de crédito, linhas especiais para motoristas de aplicativos, taxistas e caminhoneiros renovarem veículos e medidas voltadas ao setor de fertilizantes.Diante desse cenário, membros da equipe econômica têm sido orientados a reforçar ao mercado que as medidas não têm caráter eleitoral. Os ministros da Fazenda, Dario Durigan, e do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti, afirmam que o objetivo é aumentar o patrimônio das famílias e a produtividade, e não estimular o consumo.Moretti sustenta que, se calibradas corretamente, as ações não prejudicam a política monetária, embora reconheça a necessidade de diálogo com o Banco Central e agentes econômicos.Nos bastidores, porém, técnicos do governo admitem preocupação com a possibilidade de que uma eventual queda de Lula nas pesquisas leve ao reforço do pacote, inclusive com mudanças no Bolsa Família — estratégia semelhante à adotada por Jair Bolsonaro em 2022. A fala do ministro da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, José Guimarães, sobre estudar subsídio à gasolina, embora descartada depois, acendeu ainda mais o alerta.Segundo a apuração, o temor é de que a combinação de medidas fiscais amplas e ambiente externo adverso pressione as taxas de juros futuras, justamente na semana em que o Copom se reúne para definir a Selic. A preocupação não é exclusiva do Brasil: o Fundo Monetário Internacional (FMI) discutiu recentemente o impacto global de políticas fiscais adotadas para conter a alta do petróleo, alertando para o risco de desequilíbrios entre oferta e demanda quando governos tentam amortecer choques sem reduzir o consumo.Economistas consultados pela reportagem apontam que o ciclo de "bondades" em ano eleitoral se repete, independentemente do governo. Bráulio Borges observa que, embora o Brasil se beneficie da alta do petróleo por ser exportador, o conjunto das medidas pode dificultar o trabalho do Banco Central e reduzir o espaço para cortes de juros, por exemplo.Entre o setor financeiro, há posições distintas, mesmo com as medidas ainda sob análise e estudo por parte da Fazenda. A Associação Brasileira de Bancos (ABBC) apoia as renegociações de dívidas e ressalta que não haverá "dinheiro novo" nessas operações. Já a Febraban afirma que o pacote não adiciona risco estrutural, mas deve ser avaliado pelo impacto sobre inflação e expectativas, além da forma de financiamento, destacou a publicação.
https://noticiabrasil.net.br/20260416/ministro-admite-que-brasil-pode-ampliar-divida-para-conter-efeitos-da-guerra-no-ira-na-economia-49736398.html
brasil
estados unidos
irã
américa latina
Sputnik Brasil
contato.br@sputniknews.com
+74956456601
MIA „Rossiya Segodnya“
2026
Sputnik Brasil
contato.br@sputniknews.com
+74956456601
MIA „Rossiya Segodnya“
notícias
br_BR
Sputnik Brasil
contato.br@sputniknews.com
+74956456601
MIA „Rossiya Segodnya“
https://cdn.noticiabrasil.net.br/img/07e7/0b/15/31601911_256:0:2987:2048_1920x0_80_0_0_c0d9d6780ffc0f786319201f36115564.jpgSputnik Brasil
contato.br@sputniknews.com
+74956456601
MIA „Rossiya Segodnya“
américas, economia, bruno moretti, luiz inácio lula da silva, jair bolsonaro, brasil, estados unidos, irã, banco central, folha de s.paulo, copom, fgts, bolsa família, selic, inflação, fmi, pacote de medidas econômicas, preços de combustíveis, américa latina
américas, economia, bruno moretti, luiz inácio lula da silva, jair bolsonaro, brasil, estados unidos, irã, banco central, folha de s.paulo, copom, fgts, bolsa família, selic, inflação, fmi, pacote de medidas econômicas, preços de combustíveis, américa latina
Governo Lula enfrenta alerta do mercado com pacote econômico ampliado em ano eleitoral, diz mídia
10:30 27.04.2026 (atualizado: 11:40 27.04.2026) O avanço de medidas econômicas em estudo ou já anunciadas pelo governo Lula reacendeu o alerta entre analistas e técnicos da área econômica, que veem risco de estímulos excessivos em ano eleitoral e impacto sobre inflação e juros, especialmente diante das incertezas provocadas pela guerra entre Estados Unidos e Irã.
A série de
medidas econômicas anunciadas ou estudadas pelo governo de Luiz Inácio Lula da Silva
reacendeu o alerta entre analistas e integrantes da equipe econômica. Nas últimas semanas, o governo desonerou o diesel, anunciou aporte de R$ 20 bilhões no Fundo Social para programas habitacionais e prepara um amplo pacote de renegociação de dívidas que pode movimentar mais de R$ 100 bilhões.
O pacote inclui
liberação de recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), reforço a fundos garantidores de crédito,
linhas especiais para motoristas de aplicativos, taxistas e caminhoneiros renovarem veículos e medidas voltadas ao setor de fertilizantes.
Segundo a Folha de S.Paulo, no entanto, a percepção de que essas ações podem impulsionar a demanda ocorre no momento em que o Boletim Focus já registra revisões para cima nas projeções de inflação e da taxa Selic para 2026 e 2027, refletindo maior incerteza.
Diante desse cenário, membros da equipe econômica têm sido orientados a
reforçar ao mercado que as medidas não têm caráter eleitoral. Os ministros da Fazenda, Dario Durigan, e do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti, afirmam que o objetivo é aumentar o patrimônio das famílias e a produtividade, e
não estimular o consumo.
Moretti sustenta que, se calibradas corretamente, as ações não prejudicam a política monetária, embora reconheça a necessidade de diálogo com o Banco Central e agentes econômicos.
Nos bastidores, porém, técnicos do governo admitem preocupação com a possibilidade de que uma eventual
queda de Lula nas pesquisas leve ao reforço do pacote,
inclusive com mudanças no Bolsa Família — estratégia semelhante à adotada por Jair Bolsonaro em 2022. A fala do ministro da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, José Guimarães, sobre estudar subsídio à gasolina, embora descartada depois, acendeu ainda mais o alerta.
A alternativa apresentada pelo governo — usar receitas extras do petróleo para reduzir tributos — gerou reação negativa no mercado.
Segundo a apuração, o temor é de que a combinação de medidas fiscais amplas e ambiente externo adverso pressione as taxas de juros futuras, justamente na semana em que o Copom se reúne para definir a Selic.
A
preocupação não é exclusiva do Brasil: o Fundo Monetário Internacional (FMI)
discutiu recentemente o impacto global de políticas fiscais adotadas para conter a alta do petróleo, alertando para o risco de desequilíbrios entre oferta e demanda quando governos tentam amortecer choques sem reduzir o consumo.
Economistas consultados pela reportagem apontam que o
ciclo de "bondades" em ano eleitoral se repete, independentemente do governo. Bráulio Borges observa que, embora o Brasil se beneficie da alta do petróleo por ser exportador, o
conjunto das medidas pode dificultar o trabalho do Banco Central e reduzir o espaço para cortes de juros, por exemplo.
Entre o setor financeiro, há posições distintas, mesmo com as medidas ainda sob análise e estudo por parte da Fazenda. A Associação Brasileira de Bancos (ABBC)
apoia as renegociações de dívidas e ressalta que não haverá "dinheiro novo" nessas operações. Já a Febraban afirma que o pacote não adiciona risco estrutural, mas deve ser avaliado pelo
impacto sobre inflação e expectativas, além da forma de financiamento, destacou a publicação.
Acompanhe as notícias que a grande mídia não mostra!
Siga a Sputnik Brasil e tenha acesso a conteúdos exclusivos no nosso canal no Telegram.
Já que a Sputnik está bloqueada em alguns países, por aqui você consegue baixar o nosso aplicativo para celular (somente para Android).