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PM usa bombas e gás para desocupar reitoria da USP; estudantes prometem ato unificado na segunda (11)
PM usa bombas e gás para desocupar reitoria da USP; estudantes prometem ato unificado na segunda (11)
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A Polícia Militar desocupou neste domingo (10) o saguão da reitoria da Universidade de São Paulo (USP), no campus Butantã, zona oeste de São Paulo, encerrando... 10.05.2026, Sputnik Brasil
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Cerca de 50 policiais participaram da ação. A PM afirmou que não houve feridos. O Diretório Central dos Estudantes (DCE) da USP, no entanto, informou que seis estudantes foram encaminhados à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Rio Pequeno. Dois foram liberados, e quatro continuam internados, sendo que um deles teve o nariz fraturado.A operação ocorreu durante a madrugada do Dia das Mães. Segundo o DCE, havia programação especial com familiares dos estudantes dentro do espaço ocupado quando a intervenção aconteceu.A greve estudantil na USP se arrasta desde 14 de abril. Mais de 100 cursos seguem paralisados.O centro do conflito é o reajuste do Programa de Apoio à Permanência e Formação Estudantil (PAPFE), principal política de assistência socioeconômica da universidade. Atualmente, os benefícios variam entre cerca de R$ 330 para estudantes com moradia e R$ 885 mensais para auxílio integral, além da gratuidade nos restaurantes universitários. A USP propôs um reajuste baseado no índice IPC-FIPE, elevando o valor integral para R$ 912 mensais e o parcial com moradia para R$ 340. Os estudantes, no entanto, reivindicam que o benefício seja equiparado ao salário mínimo paulista, atualmente em R$ 1.804, além da ampliação do programa.O estudante de pedagogia Amenor descreveu como irrisórios os valores oferecidos pela reitoria. A ocupação não foi o ponto de partida, mas uma escalada de um conflito já em curso. Shay Oliveira, estudante de Ciências Sociais e diretor do DCE-USP, relatou que, após três rodadas de negociação com a reitoria, que ele descreveu como longas e insuficientes, a administração da universidade havia concordado com uma nova mesa de diálogo dentro da própria reunião.Em comunicado emitido no dia 29 de abril, a reitoria informou que não iria acatar o pedido de aumento do auxílio, encerrando as possibilidades de negociação para esse e outros assuntos.Diante disso, os estudantes realizaram o ato na manhã de quinta-feira com um cordão humano em torno do prédio da reitoria. À tarde, portões do prédio foram derrubados pelos estudantes, e a PM foi acionada. O DCE declarou que a ocupação ocorreu de forma pacífica e sem depredação, ao contrário do que acusou a Pró-Reitoria de Inclusão e Pertencimento (PRIP).A operaçãoPor volta das 4h15 da madrugada deste domingo, policiais utilizaram bombas de efeito moral, gás lacrimogênio e um "corredor polonês" com cassetetes para retirar os estudantes do prédio. Shay descreveu a cena com indignação. Segundo ele, quatro estudantes foram detidos e levados pela PM, e o paradeiro deles só foi descoberto após muita insistência com a corporação. A PM disse que quatro pessoas foram levadas ao 7º Distrito Policial, onde foi registrado boletim de ocorrência por dano ao patrimônio público e alteração de limites. Após qualificação, elas foram liberadas. A SSP afirmou que toda a ação foi registrada pelas câmeras corporais dos agentes e as imagens serão anexadas aos autos. Segundo a pasta, foram apreendidos entorpecentes, armas brancas e objetos contundentes.Em nota divulgada no domingo, a USP afirmou que lamentou os acontecimentos durante o processo de reintegração de posse e declarou não ter sido informada previamente da ação policial. Segundo o comunicado institucional, a reitoria havia notificado a Secretaria de Segurança Pública (SSP) sobre a ocupação no mesmo dia em que ela ocorreu, quinta-feira (7), "com vistas à adoção dos protocolos de proteção e de preservação da ordem de competência das autoridades policiais". A universidade, no entanto, sustentou que a desocupação aconteceu "sem comunicação prévia à Reitoria".Na nota, a USP listou os motivos pelos quais as negociações chegaram a um limite: atendimento de diversos itens da pauta, constituição de sete grupos de trabalho para estudo de viabilidade de outros pontos, além da presença de reivindicações consideradas fora do âmbito da universidade e de pessoas externas à comunidade acadêmica. A universidade declarou seguir "aberta a um novo ciclo de diálogo" e repudiou "que a violência substitua o diálogo".O reitor Aluísio Segurado havia afirmado na sexta-feira (8) que a proposta de R$ 912 para o auxílio permanência era final. Segurado também analisou o movimento e disse que ele pode estar sendo movido por uma agenda política externa à instituição, citando o fato de que, desde o início da paralisação, já havia convocação para um ato no Palácio dos Bandeirantes no dia 20 de maio, contra o governo de Tarcísio de Freitas.A Polícia Militar não respondeu ao pedido de posicionamento enviado pela Sputnik Brasil até o fechamento desta reportagem.Além do PAPFE, os estudantes listam outras demandas que dizem não ter sido devidamente pautadas nas mesas de negociação. Amenor mencionou a situação das moradias estudantis, conhecidas como CRUSPs. "Essas moradias estão em situações calamitosas, mofadas, sem iluminação, um caos", afirmou.A qualidade dos bandejões também está no centro das reivindicações. Segundo os estudantes, relatos de alimentos com larva, mofo e objetos estranhos têm sido frequentes, especialmente nos restaurantes administrados por empresas terceirizadas. A Pró-Reitoria de Inclusão e Pertencimento declarou que uma inspeção da Vigilância Sanitária não encontrou irregularidades e que uma equipe especializada realiza controle de qualidade diário das refeições. Segundo o órgão, desde o início de 2026, cinco visitas de autoridades sanitárias foram realizadas nos restaurantes da USP.A estudante de Letras Ana Paula acrescentou ainda que a USP gasta mais recursos com comunicação institucional do que com permanência estudantil, e cobrou políticas de inclusão mais amplas: cotas trans e vestibular indígena estão entre as reivindicações que, segundo os estudantes, não foram devidamente discutidas nas mesas.A mobilização não se restringe à USP. Estudantes da Unesp e Unicamp estão se mobilizando por melhores condições de permanência, alimentação e moradia estudantil.Na Unesp, estudantes já aprovaram estado de mobilização e paralisação estadual. Na Unicamp, os alunos deliberaram sobre indicativo de greve em assembleia realizada na última quinta-feira (7), com pauta que inclui moradia estudantil, transporte, serviços de saúde e condições estruturais.Para a segunda-feira (11), os estudantes da USP convocaram um ato unificado na Praça da República, em frente à reitoria da Unesp, data em que ocorre uma nova reunião do Conselho de Reitores das Universidades Estaduais Paulistas (Cruesp).Shay confirmou que o ato contará com estudantes da Unicamp e da Unesp, além de representantes do Sindicato dos Trabalhadores e do Sindicato dos Professores das três universidades. "A gente vai lutar para reabrir a mesa de negociação e a gente vai lutar pelas nossas pautas", disse.Uma reunião anterior do Cruesp, realizada no início do mês, terminou sem acordo salarial. O reajuste oferecido foi de 3,6%, referente à inflação estimada pelo IPC-Fipe de maio de 2025 a abril de 2026. O Fórum das Seis, articulação sindical e estudantil que reúne representantes das três universidades e do Centro Paula Souza, insistiu na necessidade de uma política de recuperação salarial com meta de recomposição do poder de compra dos salários desde maio de 2012, estimada em 15,97%.Ana Paula contextualizou o que vê como causa estrutural do conflito: Shay encerrou dizendo que, "apesar de tudo, a gente acredita que nada acabou. A nossa luta não acabou".
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PM usa bombas e gás para desocupar reitoria da USP; estudantes prometem ato unificado na segunda (11)
19:47 10.05.2026 (atualizado: 21:34 10.05.2026) A Polícia Militar desocupou neste domingo (10) o saguão da reitoria da Universidade de São Paulo (USP), no campus Butantã, zona oeste de São Paulo, encerrando uma ocupação estudantil que durava desde a última quinta-feira (7).
Cerca de 50 policiais participaram da ação. A PM afirmou que não houve feridos. O Diretório Central dos Estudantes (DCE)
da USP, no entanto, informou que seis
estudantes foram encaminhados à Unidade de Pronto Atendimento (UPA)
Rio Pequeno. Dois foram liberados, e quatro continuam internados, sendo que
um deles teve o nariz fraturado.
A operação ocorreu durante a madrugada do Dia das Mães. Segundo o DCE, havia programação especial com familiares dos estudantes dentro do espaço ocupado quando a intervenção aconteceu.
A greve estudantil na USP se arrasta desde 14 de abril. Mais de 100 cursos seguem paralisados.
O centro do conflito é o reajuste do Programa de Apoio à Permanência e Formação Estudantil (PAPFE), principal política de assistência socioeconômica da universidade. Atualmente, os benefícios variam entre cerca de R$ 330 para estudantes com moradia e R$ 885 mensais para auxílio integral, além da gratuidade nos restaurantes universitários.
A USP propôs um reajuste baseado no índice IPC-FIPE, elevando o valor integral para R$ 912 mensais e o parcial com moradia para R$ 340. Os estudantes, no entanto, reivindicam que o benefício seja equiparado ao salário mínimo paulista, atualmente em R$ 1.804, além da ampliação do programa.
O estudante de pedagogia Amenor descreveu como irrisórios os valores oferecidos pela reitoria.
"O nosso auxílio permanência, para quem tem moradia na Universidade de São Paulo, foi oferecido um aumento de R$ 5 [R$ 10]. E, para quem não tem moradia na Universidade de São Paulo, foi oferecido somente R$ 27. Esses valores são irrisórios, não mudam nada na vida do estudante", afirmou.
A ocupação não foi o ponto de partida, mas uma escalada de um conflito já em curso. Shay Oliveira, estudante de Ciências Sociais e diretor do DCE-USP, relatou que, após três rodadas de negociação com a reitoria, que ele descreveu como longas e insuficientes, a administração da universidade havia concordado com uma nova mesa de diálogo dentro da própria reunião.
"A reitoria finalmente concordou em fazer uma terceira mesa de negociação, mas, na outra semana, foi à mídia, na Folha de São Paulo, dizer que não haveria mais negociação com os estudantes e que a última mesa tinha sido suficiente", disse.
Em comunicado emitido no dia 29 de abril, a reitoria informou que não iria acatar o pedido de aumento do auxílio, encerrando as possibilidades de negociação para esse e outros assuntos.
Diante disso, os estudantes realizaram o ato na manhã de quinta-feira com um cordão humano em torno do prédio da reitoria. À tarde, portões do prédio foram derrubados pelos estudantes, e a PM foi acionada. O DCE declarou que a ocupação ocorreu de forma pacífica e sem depredação, ao contrário do que acusou a Pró-Reitoria de Inclusão e Pertencimento (PRIP).
Por volta das 4h15 da madrugada deste domingo, policiais utilizaram bombas de efeito moral, gás lacrimogênio e um "corredor polonês" com cassetetes para retirar os estudantes do prédio. Shay descreveu a cena com indignação.
"A polícia invadiu a nossa ocupação com uma tropa de choque, com bomba de efeito moral, com gás pimenta e fez a gente sair às pressas, sem dar tempo da gente pegar nossas coisas e com muita violência", relatou.
Segundo ele, quatro estudantes foram detidos e levados pela PM, e o paradeiro deles só foi descoberto após muita insistência com a corporação.
A PM disse que quatro pessoas foram levadas ao 7º Distrito Policial, onde foi registrado boletim de ocorrência por dano ao patrimônio público e alteração de limites. Após qualificação, elas foram liberadas. A SSP afirmou que toda a ação foi registrada pelas câmeras corporais dos agentes e as imagens serão anexadas aos autos. Segundo a pasta, foram apreendidos entorpecentes, armas brancas e objetos contundentes.
Em nota divulgada no domingo, a USP afirmou que lamentou os acontecimentos durante o processo de reintegração de posse e declarou não ter sido informada previamente da ação policial. Segundo o comunicado institucional, a reitoria havia notificado a Secretaria de Segurança Pública (SSP) sobre a ocupação no mesmo dia em que ela ocorreu, quinta-feira (7), "com vistas à adoção dos protocolos de proteção e de preservação da ordem de competência das autoridades policiais". A universidade, no entanto, sustentou que a desocupação aconteceu "sem comunicação prévia à Reitoria".
Na nota, a USP listou os motivos pelos quais as negociações chegaram a um limite: atendimento de diversos itens da pauta, constituição de sete grupos de trabalho para estudo de viabilidade de outros pontos, além da presença de reivindicações consideradas fora do âmbito da universidade e de pessoas externas à comunidade acadêmica. A universidade declarou seguir "aberta a um novo ciclo de diálogo" e repudiou "que a violência substitua o diálogo".
O reitor Aluísio Segurado havia afirmado na sexta-feira (8) que a proposta de R$ 912 para o auxílio permanência era final.
"Abrir negociação novamente para uma proposta que já foi apontada como proposta final da universidade, do ponto de vista das suas possibilidades orçamentárias, não nos é possível fazer", disse a jornalistas.
Segurado também analisou o movimento e disse que ele
pode estar sendo movido por uma agenda política externa à instituição, citando o fato de que, desde o início da paralisação, já havia convocação para um ato no Palácio dos Bandeirantes no dia 20 de maio, contra o governo de
Tarcísio de Freitas.
A Polícia Militar não respondeu ao pedido de posicionamento enviado pela Sputnik Brasil até o fechamento desta reportagem.
Além do PAPFE, os estudantes listam outras demandas que dizem não ter sido devidamente pautadas nas mesas de negociação. Amenor mencionou a situação das moradias estudantis, conhecidas como CRUSPs. "Essas moradias estão em situações calamitosas, mofadas, sem iluminação, um caos", afirmou.
A qualidade dos bandejões também está no centro das reivindicações. Segundo os estudantes, relatos de alimentos com larva, mofo e objetos estranhos têm sido frequentes, especialmente nos restaurantes administrados por empresas terceirizadas.
"Os piores bandejões são aqueles privatizados que impõem aos estudantes uma alimentação de péssima qualidade e aos trabalhadores uma péssima condição de trabalho. Eles sequer têm direito ao cartão para transitar no campus de ônibus, assim como a gente", disse Amenor.
A Pró-Reitoria de Inclusão e Pertencimento declarou que uma inspeção da Vigilância Sanitária não encontrou irregularidades e que uma equipe especializada realiza controle de qualidade diário das refeições. Segundo o órgão, desde o início de 2026, cinco visitas de autoridades sanitárias foram realizadas nos restaurantes da USP.
A estudante de Letras Ana Paula acrescentou ainda que a USP gasta mais recursos com comunicação institucional do que com permanência estudantil, e cobrou políticas de inclusão mais amplas: cotas trans e vestibular indígena estão entre as reivindicações que, segundo os estudantes, não foram devidamente discutidas nas mesas.
A mobilização não se restringe à USP. Estudantes da Unesp e Unicamp estão se mobilizando por melhores condições de permanência, alimentação e moradia estudantil.
Na Unesp, estudantes já aprovaram estado de mobilização e paralisação estadual. Na Unicamp, os alunos deliberaram sobre indicativo de greve em assembleia realizada na última quinta-feira (7), com pauta que inclui moradia estudantil, transporte, serviços de saúde e condições estruturais.
Para a segunda-feira (11), os estudantes da USP convocaram um ato unificado na Praça da República, em frente à reitoria da Unesp, data em que ocorre uma nova reunião do Conselho de Reitores das Universidades Estaduais Paulistas (Cruesp).
Shay confirmou que o ato contará com estudantes da Unicamp e da Unesp, além de representantes do Sindicato dos Trabalhadores e do Sindicato dos Professores das três universidades. "A gente vai lutar para reabrir a mesa de negociação e a gente vai lutar pelas nossas pautas", disse.
Uma reunião anterior do Cruesp, realizada no início do mês, terminou sem acordo salarial. O reajuste oferecido foi de 3,6%, referente à inflação estimada pelo IPC-Fipe de maio de 2025 a abril de 2026.
O Fórum das Seis, articulação sindical e estudantil que reúne representantes das três universidades e do Centro Paula Souza,
insistiu na necessidade de uma política de recuperação salarial com meta de recomposição do poder de compra
dos salários desde maio de 2012, estimada em 15,97%.
Ana Paula contextualizou o que vê como causa estrutural do conflito:
"O que é também essa precarização que todas as estaduais têm sentido, que vem da política do próprio governo de extrema direita de Tarcísio, que precariza e coloca privatização nas universidades públicas."
Shay encerrou dizendo que, "apesar de tudo, a gente acredita que nada acabou. A nossa luta não acabou".
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