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PGR pede condenação de Eduardo Bolsonaro por tentar intimidar ministros do STF em ação sobre golpe
PGR pede condenação de Eduardo Bolsonaro por tentar intimidar ministros do STF em ação sobre golpe
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A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu nesta segunda-feira (11) ao Supremo Tribunal Federal (STF) a condenação do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro... 11.05.2026, Sputnik Brasil
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Para a PGR, o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) utilizou viagens, discursos públicos e articulações políticas nos Estados Unidos como ferramenta de pressão contra ministros da Corte responsáveis pelos julgamentos, ocasião em que o pai foi condenado.A manifestação foi enviada ao ministro Alexandre de Moraes pelo procurador-geral da República, Paulo Gonet, que descreve uma atuação coordenada para tentar deslegitimar o Judiciário brasileiro no exterior e criar constrangimento institucional contra integrantes do STF.Segundo o documento, Eduardo Bolsonaro buscou apoio de autoridades norte-americanas e passou a defender publicamente medidas punitivas contra ministros do STF. Entre elas estariam restrições diplomáticas, suspensão de vistos, sanções econômicas e até mecanismos previstos na chamada Lei Magnitsky.A acusação sustenta que Eduardo utilizou entrevistas, vídeos e agendas públicas fora do Brasil para reforçar ataques ao STF em meio ao avanço das ações penais envolvendo Jair Bolsonaro e aliados investigados pelos atos antidemocráticos. "O réu deixou claro que suas palavras carregavam o peso de uma execução iminente, visando desestabilizar o julgamento então em curso contra seu pai", afirmou Gonet.O pedido de condenação ocorre no âmbito da investigação que apura tentativas de interferência nos processos relacionados aos ataques de 8 de janeiro de 2023 e às articulações golpistas após a derrota eleitoral de Jair Bolsonaro.No início do ano, Alexandre de Moraes determinou a citação por edital de Eduardo Bolsonaro após apontar que o ex-deputado se encontrava fora do país "de forma transitória'. Sem apresentar defesa prévia e sem indicar advogados particulares para atuar no caso, Eduardo passou a ser representado pela Defensoria Pública da União.
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PGR pede condenação de Eduardo Bolsonaro por tentar intimidar ministros do STF em ação sobre golpe
21:54 11.05.2026 (atualizado: 22:01 11.05.2026) A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu nesta segunda-feira (11) ao Supremo Tribunal Federal (STF) a condenação do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) por coação no curso do processo, sob acusação de tentar intimidar ministros da Corte e interferir no julgamento das ações da tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022.
Para a PGR, o filho do
ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) utilizou viagens, discursos públicos e articulações políticas nos Estados Unidos como
ferramenta de pressão contra ministros da Corte responsáveis pelos julgamentos, ocasião em que o pai foi condenado.
A manifestação foi enviada ao ministro Alexandre de Moraes pelo
procurador-geral da República, Paulo Gonet, que descreve uma atuação coordenada para tentar deslegitimar o Judiciário brasileiro no exterior e
criar constrangimento institucional contra integrantes do STF.
Segundo o documento, Eduardo Bolsonaro buscou apoio de autoridades norte-americanas e passou a
defender publicamente medidas punitivas contra ministros do STF. Entre elas estariam restrições diplomáticas, suspensão de vistos, sanções econômicas e até mecanismos previstos na
chamada Lei Magnitsky.
"O poder de influência ostentado e exercido por ele serviu como instrumento de pressão institucional, ultrapassando qualquer limite razoável de crítica política", apontou o documento.
A acusação sustenta que Eduardo utilizou entrevistas, vídeos e agendas públicas fora do Brasil para reforçar ataques ao STF em meio ao avanço das ações penais envolvendo Jair Bolsonaro e aliados investigados pelos atos antidemocráticos. "O réu deixou claro que suas palavras carregavam o peso de uma execução iminente, visando desestabilizar o julgamento então em curso contra seu pai", afirmou Gonet.
O pedido de condenação ocorre no âmbito da investigação que apura tentativas de interferência nos processos relacionados aos
ataques de 8 de janeiro de 2023 e às articulações golpistas após a derrota eleitoral de Jair Bolsonaro.
No início do ano, Alexandre de Moraes determinou a citação por edital de Eduardo Bolsonaro após apontar que o ex-deputado se encontrava fora do país "de forma transitória'. Sem apresentar defesa prévia e sem indicar advogados particulares para atuar no caso, Eduardo passou a ser representado pela Defensoria Pública da União.
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