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Pequim pede maior estabilidade global antes da visita de Trump à China
Pequim pede maior estabilidade global antes da visita de Trump à China
Sputnik Brasil
Paz e estabilidade no mundo serão dois dos principais temas discutidos pelo presidente chinês Xi Jinping e seu homólogo norte-americano, Donald Trump, durante... 12.05.2026, Sputnik Brasil
2026-05-12T12:51-0300
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De 13 a 15 de maio, Trump fará uma visita oficial a Pequim, marcando a primeira vez em nove anos que um presidente dos EUA realiza uma visita oficial ao país asiático.Espera-se que o presidente norte-americano chegue a Pequim na noite de quarta-feira (13) para participar de uma cerimônia de boas-vindas, seguida de uma visita ao Templo do Céu e um banquete de Estado.Em relação à visita de Trump, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Guo Jiakun, afirmou que entre os temas que os líderes vão abordar estão a importância de manter as relações entre os dois países e a necessidade de preservar a estabilidade e a paz globais.O último encontro entre Xi e Trump ocorreu em outubro de 2015, em Busan, Coreia do Sul, onde os líderes assinaram uma trégua na guerra comercial iniciada pelos EUA com a imposição de tarifas sobre diversos produtos chineses.Antes do encontro, o vice-primeiro-ministro chinês, He Lifeng, viajará à Coreia do Sul para iniciar uma série de conversas econômicas e comerciais com o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent.Embora nenhum detalhe do encontro tenha sido divulgado, He indicou que revisitarão o "importante consenso" alcançado com os EUA em outubro, enquanto Bessent descreveu a viagem como "histórica".Outro tema que deverá ser abordado durante o encontro é o conflito no Oriente Médio, visto que a China é uma das principais importadoras de petróleo do Irã, embora tenha conseguido contornar o fechamento do estreito de Ormuz de forma mais eficaz.Sobre esse assunto, representantes do governo chinês mantiveram uma postura neutra, defendendo uma solução negociada. Desde o início da ofensiva em fevereiro, a nação asiática tem moderado suas críticas a Washington."O mais urgente é impedir que o conflito recomece, e não o explorar para difamar outros países", afirmou Guo.
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Pequim pede maior estabilidade global antes da visita de Trump à China
Paz e estabilidade no mundo serão dois dos principais temas discutidos pelo presidente chinês Xi Jinping e seu homólogo norte-americano, Donald Trump, durante a visita deste último à nação asiática.
De 13 a 15 de maio,
Trump fará uma visita oficial a Pequim, marcando a primeira vez em nove anos que um
presidente dos EUA realiza uma visita oficial ao país asiático.
Espera-se que o presidente norte-americano
chegue a Pequim na noite de quarta-feira (13) para participar de uma cerimônia de boas-vindas, seguida de uma visita ao Templo do Céu e um banquete de Estado.
Em relação à visita de Trump, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Guo Jiakun, afirmou que entre os temas que os líderes vão abordar estão a
importância de manter as relações entre os dois países e a necessidade de preservar a
estabilidade e a paz globais.
"A China está disposta a trabalhar com os EUA em um espírito de igualdade, respeito e benefício mútuo para expandir a cooperação, administrar as diferenças e injetar mais estabilidade e certeza em um mundo turbulento e em constante mudança", disse Guo, segundo uma reportagem da Xinhua.
O último encontro entre Xi e Trump ocorreu em outubro de 2015, em Busan, Coreia do Sul, onde os líderes assinaram uma
trégua na guerra comercial iniciada pelos EUA com a imposição de tarifas sobre diversos produtos chineses.
Antes do encontro, o vice-primeiro-ministro chinês, He Lifeng, viajará à Coreia do Sul para iniciar uma
série de conversas econômicas e comerciais com o
secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent.
Embora nenhum detalhe do encontro tenha sido divulgado, He indicou que revisitarão o "
importante consenso" alcançado com os EUA em outubro, enquanto Bessent
descreveu a viagem como "histórica".
Outro tema que deverá ser abordado durante o encontro é o
conflito no Oriente Médio, visto que a
China é uma das principais importadoras de petróleo do Irã, embora tenha conseguido contornar o fechamento do estreito de Ormuz de forma mais eficaz.
Sobre esse assunto,
representantes do governo chinês mantiveram uma postura neutra, defendendo uma
solução negociada. Desde o início da ofensiva em fevereiro, a nação asiática tem moderado suas críticas a Washington.
"O mais urgente é impedir que o conflito recomece, e não o explorar para difamar outros países", afirmou Guo.
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