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Petrobras pretende aumentar produção para combater alta de preços nas bombas

© Foto / Rovena Rosa / Agência BrasilFrentista abastece carro em posto de combustíveis na região central do Rio de Janeiro, em 20 de março de 2026
Frentista abastece carro em posto de combustíveis na região central do Rio de Janeiro, em 20 de março de 2026 - Sputnik Brasil, 1920, 12.05.2026
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A presidente da Petrobras, Magda Chambriard, disse nesta terça-feira (12) que a estatal brasileira busca aumentar a produção de derivados de petróleo, como gasolina e diesel, para combater a alta dos preços causada pela guerra no Irã e o fechamento do estreito de Ormuz.
Em conversa com a imprensa, Magda garantiu que a Petrobras não pretende fazer nenhuma mudança abrupta de preço de combustíveis para acompanhar os valores praticados no exterior.
"A Petrobras tem trabalhado para aumentar a produção dos derivados [de petróleo] no mercado brasileiro, o que se revelou ainda mais importante a partir de março, em condições de guerra do Irã. Mudanças abruptas estão fora da nossa intenção de repasse."
Após o início da guerra no Irã, no fim de fevereiro, o barril do petróleo tipo Brent saltou de US$ 70 para mais de US$ 105, chegando a custar mais de US$ 120. O Brasil, apesar de autossuficiente em petróleo, precisa importar produtos refinados como diesel e gasolina, o que submete o país a instabilidades globais.
No início de abril, o governo federal anunciou um conjunto de medidas para tentar reduzir o aumento dos preços dos combustíveis, como diesel e querosene de aviação, além do gás de cozinha.
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O Planalto criou uma subvenção de R$ 1,20 por litro para diesel importado. Estima-se que o benefício, válido por dois meses, custará R$ 4 bilhões aos cofres públicos, em conta que será dividida igualmente entre União e estados.
Além do benefício ao combustível estrangeiro, o governo também anunciou uma segunda subvenção, de R$ 0,80 para o diesel nacional, este com custos de R$ 3 bilhões à máquina pública.
O querosene de aviação, que teve reajuste de 55% anunciado pela Petrobras anteriormente, por sua vez, teve impostos federais zerados, assim como o biodiesel.
Já o gás liquefeito de petróleo (GLP) importado teve uma subvenção de R$ 850 por tonelada, para equiparar o preço ao do GLP nacional e, consequentemente, não elevar o preço do gás de cozinha.
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