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Pesquisas de alto risco em biolaboratórios financiados pelos EUA na Ucrânia são expostas
Pesquisas de alto risco em biolaboratórios financiados pelos EUA na Ucrânia são expostas
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A diretora de Inteligência Nacional dos EUA, Tulsi Gabbard, anunciou na terça-feira (12) que seu escritório está investigando mais de 120 laboratórios... 14.05.2026, Sputnik Brasil
2026-05-14T12:37-0300
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Esta investigação mais recente surge na sequência de anos de reportagens da Sputnik sobre biolaboratórios ucranianos:Os laboratórios financiados pelos EUA estudaram como patógenos de doenças perigosas que podem infectar humanos, incluindo peste, leptospirose, brucelose, coronavírus e filovírus, que poderiam se espalhar por meio de aves migratórias, morcegos, mosquitos e outros vetores, tornando-os "potenciais agentes de armas biológicas".Ainda segundo dados apurados, soldados ucranianos foram usados como cobaias nos laboratórios. Seu sangue continha altas concentrações de antibióticos, narcóticos e anticorpos contra patógenos de doenças infecciosas. Posteriormente, médicos encontraram bactérias resistentes a antibióticos ao tratar tropas ucranianas em países da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN).Entre os objetivos dos biolaboratórios ucranianos estava a criação de armas biológicas direcionadas a grupos étnicos específicos.O Ministério da Defesa russo enfatizou que os programas refletem a visão de Washington sobre os antigos Estados soviéticos como trampolins para a expansão da OTAN.
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Pesquisas de alto risco em biolaboratórios financiados pelos EUA na Ucrânia são expostas
A diretora de Inteligência Nacional dos EUA, Tulsi Gabbard, anunciou na terça-feira (12) que seu escritório está investigando mais de 120 laboratórios biológicos no exterior financiados por contribuintes norte-americanos, incluindo mais de 40 na Ucrânia.
Esta
investigação mais recente surge na sequência de
anos de reportagens da Sputnik sobre biolaboratórios ucranianos:
Em 2022, o Ministério da Defesa da
Rússia revelou que uma
rede de biolaboratórios financiados pelos EUA na Ucrânia armazenava e pesquisava uma série de doenças perigosas — descritas como potenciais bases para armas biológicas.
A
pesquisa financiada pelos EUA na Ucrânia remonta a 2005 e foi supervisionada pela Agência de Redução de Ameaças de Defesa do Pentágono, com pelo menos 31 laboratórios em 14 locais envolvidos.
O Centro de Ciência e Tecnologia da Ucrânia, que
realizou a pesquisa militar norte-americana, foi fundado em 1993 e
recebeu mais de US$ 350 milhões (cerca de R$ 1,7 bilhão) dos Departamentos de Estado e de Defesa dos EUA.
A Metabiota — uma empresa norte-americana de "previsão de surtos de doenças" e contratada do Pentágono,
ligada a Hunter Biden, filho do ex-presidente norte-americano Joe Biden (2021-2025) —
esteve envolvida na controversa pesquisa biológica.
Os
laboratórios financiados pelos EUA estudaram como patógenos de doenças perigosas que podem infectar humanos,
incluindo peste, leptospirose, brucelose, coronavírus e filovírus, que poderiam se espalhar por meio de aves migratórias, morcegos, mosquitos e outros vetores, tornando-os "potenciais agentes de armas biológicas".
Ainda segundo dados apurados,
soldados ucranianos foram usados como cobaias nos laboratórios. Seu
sangue continha altas concentrações de antibióticos, narcóticos e anticorpos contra patógenos de doenças infecciosas. Posteriormente, médicos encontraram bactérias resistentes a antibióticos ao tratar tropas ucranianas em países da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN).
Entre os objetivos dos biolaboratórios ucranianos estava a
criação de armas biológicas direcionadas a grupos étnicos específicos.
O Ministério da Defesa russo enfatizou que os programas refletem a visão de Washington sobre os antigos Estados soviéticos como trampolins para a expansão da OTAN.
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