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Tarcísio critica fim da escala 6 x 1 sem considerar impacto para empregadores
Tarcísio critica fim da escala 6 x 1 sem considerar impacto para empregadores
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O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), afirmou nesta segunda-feira (18) que o debate sobre o fim da escala 6 x 1 e a redução da jornada... 18.05.2026, Sputnik Brasil
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Durante participação na APAS Show, feira do setor supermercadista realizada na capital paulista, Tarcísio declarou que não é possível discutir melhorias para trabalhadores sem avaliar os custos para quem gera empregos. "Não adianta achar que vai cuidar do trabalhador sem cuidar do empregador", disse o governador, ao defender medidas de desoneração para empresas.A proposta de redução da jornada semanal de 44 para 40 horas e o possível fim da escala 6 x 1 vêm ganhando força no Congresso Nacional e se tornaram uma das principais pautas defendidas pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.Segundo Tarcísio, apesar de existir consenso sobre a necessidade de melhorar a qualidade de vida dos trabalhadores, mudanças feitas sem planejamento podem provocar efeitos negativos, como perda de renda, informalidade e desemprego.O governador argumentou que trabalhadores com menos horas de expediente podem acabar buscando outras atividades para complementar o orçamento. "Ele vai ter que perder o tempo livre fazendo bico pra garantir o mínimo de renda, e isso é extremamente preocupante", afirmou.Tarcísio também defendeu que o tema seja debatido sem pressa e com participação do setor produtivo, alertando sobre o risco de aumento dos custos das empresas e da redução da proteção social caso haja crescimento da informalidade.O vice-presidente Geraldo Alckmin, que também participou do evento, afirmou que a discussão sobre a jornada de trabalho já faz parte do cotidiano da população. Segundo ele, o governo pretende buscar diálogo entre empresários e trabalhadores antes de avançar com mudanças.Tramitação acelerada na CâmaraA semana será decisiva para a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do fim da jornada 6 x 1, com o relator, Leo Prates (Republicanos-BA), devendo apresentar na quarta-feira (20) a primeira versão do parecer. Ele deve se reunir com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos), e com o presidente da comissão especial, Alencar Santana (PT-SP), para ajustes finais do texto.A comissão especial terá debates antes e depois da apresentação do parecer, ouvindo sindicatos patronais e centrais trabalhistas. Também estão previstos seminários estaduais em Manaus, Belo Horizonte e Florianópolis, além dos já realizados em Paraíba, São Paulo, Rio Grande do Sul e Maranhão.Leo Prates pretende votar a PEC na comissão em 26 de maio e levá‑la ao plenário no dia 27. A tramitação acelerada reflete a pressa da cúpula da Câmara em aprovar o texto ainda neste mês.
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Tarcísio critica fim da escala 6 x 1 sem considerar impacto para empregadores
20:10 18.05.2026 (atualizado: 21:08 18.05.2026) O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), afirmou nesta segunda-feira (18) que o debate sobre o fim da escala 6 x 1 e a redução da jornada de trabalho precisam considerar os impactos econômicos sobre empresas e empregadores.
Durante participação na APAS Show, feira do setor supermercadista realizada na capital paulista, Tarcísio declarou que
não é possível discutir melhorias para trabalhadores sem avaliar os custos para quem gera empregos. "Não adianta achar que vai cuidar do trabalhador sem cuidar do empregador", disse o governador, ao
defender medidas de desoneração para empresas.
A proposta de redução da jornada semanal de 44 para 40 horas e o possível fim da escala 6 x 1 vêm ganhando força no Congresso Nacional e se tornaram uma das principais pautas defendidas pelo governo do
presidente Luiz Inácio Lula da Silva.Segundo Tarcísio, apesar de existir consenso sobre a necessidade de melhorar a
qualidade de vida dos trabalhadores, mudanças feitas sem planejamento podem provocar efeitos negativos, como perda de renda, informalidade e desemprego.
O governador argumentou que trabalhadores com menos horas de expediente podem acabar buscando outras atividades para complementar o orçamento. "Ele vai ter que perder o tempo livre fazendo bico pra garantir o mínimo de renda, e isso é extremamente preocupante", afirmou.
Tarcísio também defendeu que o tema seja debatido sem pressa e com participação do setor produtivo, alertando sobre o risco de aumento dos custos das empresas e da redução da proteção social caso haja crescimento da informalidade.
O vice-presidente Geraldo Alckmin, que também participou do evento, afirmou que a discussão sobre a jornada de trabalho já faz parte do cotidiano da população. Segundo ele, o governo pretende buscar diálogo entre empresários e trabalhadores antes de avançar com mudanças.
Tramitação acelerada na Câmara
A semana será decisiva para a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do fim da jornada 6 x 1, com o
relator, Leo Prates (Republicanos-BA),
devendo apresentar na quarta-feira (20) a primeira versão do parecer. Ele deve se reunir com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos), e com o presidente da comissão especial, Alencar Santana (PT-SP), para
ajustes finais do texto.A comissão especial terá debates
antes e depois da apresentação do parecer, ouvindo sindicatos patronais e centrais trabalhistas. Também estão previstos seminários estaduais em Manaus, Belo Horizonte e Florianópolis, além dos já realizados em Paraíba, São Paulo, Rio Grande do Sul e Maranhão.
Leo Prates pretende votar a PEC na comissão em 26 de maio e levá‑la ao plenário no dia 27. A tramitação acelerada reflete a pressa da cúpula da Câmara em aprovar o texto ainda neste mês.
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