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Mídia: investimentos do Rio no Banco Master equivalem a 11% do valor pedido por Flávio Bolsonaro
Mídia: investimentos do Rio no Banco Master equivalem a 11% do valor pedido por Flávio Bolsonaro
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A soma de R$ 134 milhões que Flávio Bolsonaro afirma ter solicitado ao banqueiro Daniel Vorcaro para financiar um filme sobre Jair Bolsonaro equivale a 11% do... 19.05.2026, Sputnik Brasil
2026-05-19T11:14-0300
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Segundo reportagens da mídia brasileira, quando o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) iniciou conversas com Vorcaro em dezembro de 2024, o Rioprevidência já havia aplicado R$ 970 milhões em Letras Financeiras do Banco Master, em nove operações entre novembro de 2023 e julho de 2024. Esses títulos são de médio e longo prazo, sem resgate antecipado e sem cobertura do Fundo Garantidor de Crédito (FGC), o que os torna investimentos de alto risco.De acordo com a mídia, o governo de Cláudio Castro (PL) como o maior investidor público no Banco Master. A instituição também recebeu recursos de outros fundos de previdência, como o do Amapá, que aplicou R$ 400 milhões, ampliando o alcance do caso.Além desses investimentos, operações envolvendo o Banco de Brasília reforçam o debate sobre o uso de dinheiro público por entes federativos em instituições financeiras ligadas a figuras politicamente influentes.O conjunto de informações aumenta a pressão política sobre as relações entre o Banco Master, o governo do Rio e aliados de Jair Bolsonaro — preso por tentativa de golpe de Estado, ampliando o escrutínio sobre a origem dos aportes e o contexto em que o pedido de financiamento do filme foi feito.
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Mídia: investimentos do Rio no Banco Master equivalem a 11% do valor pedido por Flávio Bolsonaro
11:14 19.05.2026 (atualizado: 11:30 19.05.2026) A soma de R$ 134 milhões que Flávio Bolsonaro afirma ter solicitado ao banqueiro Daniel Vorcaro para financiar um filme sobre Jair Bolsonaro equivale a 11% do total investido por órgãos do governo do Rio no Banco Master, controlado por Vorcaro. Esses aportes foram feitos pelo Rioprevidência e pela Cedae durante a gestão de Cláudio Castro.
Segundo
reportagens da mídia brasileira, quando o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) iniciou conversas com Vorcaro em dezembro de 2024, o
Rioprevidência já havia aplicado R$ 970 milhões em Letras Financeiras do Banco Master, em nove operações entre novembro de 2023 e julho de 2024.
Esses títulos são de médio e longo prazo, sem resgate antecipado e sem cobertura do Fundo Garantidor de Crédito (FGC), o que os torna investimentos de alto risco.
Na mesma época, a Cedae mantinha R$ 231,6 milhões em CDBs do Master. Somados, os aportes de órgãos estaduais alcançaram cerca de R$ 1,2 bilhão. A coincidência temporal coloca em dúvida a versão de que a negociação do filme envolveria apenas recursos privados.
De
acordo com a mídia, o governo de Cláudio Castro (PL) como o maior investidor público no Banco Master. A instituição também recebeu recursos de outros fundos de previdência,
como o do Amapá, que
aplicou R$ 400 milhões, ampliando o alcance do caso.
Além desses investimentos,
operações envolvendo o Banco de Brasília reforçam o debate sobre o uso de dinheiro público por entes federativos em instituições financeiras ligadas a figuras politicamente influentes.
Em depoimento à PF, o ex-presidente do Rioprevidência, Deivis Marcon Antunes, afirmou que a proposta de aplicar R$ 970 milhões no Master partiu do então diretor de investimentos, Euchério Lerner Rodrigues. Fontes do PL atribuem a indicação de Antunes ao presidente do União Brasil, Antonio Rueda.
O conjunto de informações aumenta a
pressão política sobre as relações entre o Banco Master, o governo do Rio e aliados de Jair Bolsonaro — preso por tentativa de golpe de Estado,
ampliando o escrutínio sobre a origem dos aportes e o contexto em que o pedido de financiamento do filme foi feito.
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