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Mídia: Fundo de Reconstrução de Gaza de Trump permanece vazio 4 meses após sua criação
Mídia: Fundo de Reconstrução de Gaza de Trump permanece vazio 4 meses após sua criação
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O fundo vinculado ao Conselho de Paz, criado pelo presidente dos EUA, Donald Trump, para a reconstrução de Gaza, permanece vazio, segundo reportagem da mídia... 27.05.2026, Sputnik Brasil
2026-05-27T11:32-0300
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Os recursos foram transferidos diretamente para a conta da organização no JPMorgan Chase, uma instituição que não está sujeita a requisitos independentes de transparência.Quatro meses após a criação do Conselho de Paz, o fundo, apoiado pelo Banco Mundial, não recebeu nenhuma contribuição de doadores, observa um jornal especializado em finanças, citando fontes.De acordo com a mídia, o fundo do Conselho de Paz está vazio, enquanto a própria organização está mergulhada em incertezas jurídicas e políticas que paralisaram os projetos de reconstrução em Gaza.Os recursos não foram canalizados pelo sistema de gestão do Banco Mundial, apoiado pela ONU, mas sim depositados na conta do JPMorgan Chase. O artigo destaca que o Banco Mundial deve fornecer relatórios detalhados aos doadores e membros do Conselho da Paz sobre a situação financeira do fundo para Gaza, diferentemente da conta no JPMorgan, que não possui tais "requisitos de transparência independente".Segundo as fontes consultadas, o Conselho da Paz vai apresentar os relatórios financeiros ao conselho executivo, composto por funcionários do governo Trump e outros consultores, "no momento oportuno".O Departamento de Estado dos EUA pretende realocar aproximadamente US$ 1,2 bilhão (mais de R$ 6,05 bilhões) em fundos de ajuda para projetos alinhados com a agenda do Conselho da Paz. No entanto, esses recursos, que não serão destinados diretamente ao conselho, ainda não foram liberados.O presidente dos EUA anunciou a criação do Conselho da Paz em meados de janeiro. O próprio Donald Trump tornou-se seu presidente, e outros membros incluíam o secretário de Estado, Marco Rubio, o enviado especial Stephen Witkoff, o investidor Jared Kushner, o vice-conselheiro de Segurança Nacional, Robert Gabriel Jr., o ex-primeiro-ministro do Reino Unido, Tony Blair, e o presidente do Banco Mundial, Ajay Banga.Em 22 de janeiro, em Davos, a carta constitutiva do Conselho da Paz foi aprovada. O documento foi assinado por Armênia, Argentina, Azerbaijão, Bulgária, Hungria, Indonésia, Jordânia, Cazaquistão, Kosovo, Paquistão, Paraguai, Catar, Arábia Saudita, Estados Unidos, Turquia, Emirados Árabes Unidos, Uzbequistão e Mongólia. A expectativa era de que outros países pudessem aderir à organização, que não se limitaria a operar somente em Gaza, mas estenderia seu trabalho a outras regiões.Em fevereiro, Trump afirmou que alguns membros do Conselho de Paz contribuiriam com um total de US$ 7 bilhões (cerca de R$ 35,3 bilhões) em ajuda a Gaza.
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Mídia: Fundo de Reconstrução de Gaza de Trump permanece vazio 4 meses após sua criação
11:32 27.05.2026 (atualizado: 11:56 27.05.2026) O fundo vinculado ao Conselho de Paz, criado pelo presidente dos EUA, Donald Trump, para a reconstrução de Gaza, permanece vazio, segundo reportagem da mídia britânica.
Os recursos foram transferidos diretamente para a conta da organização no JPMorgan Chase, uma instituição que não está sujeita a requisitos independentes de transparência.
Quatro meses após a criação do Conselho de Paz, o fundo, apoiado pelo Banco Mundial,
não recebeu nenhuma contribuição de doadores,
observa um jornal especializado em finanças, citando fontes.
"Zero dólares foram depositados", afirmou uma das fontes, segundo a apuração.
De acordo com a mídia, o
fundo do Conselho de Paz está vazio, enquanto a própria
organização está mergulhada em incertezas jurídicas e políticas que paralisaram os projetos de reconstrução em Gaza.
Os recursos não foram canalizados pelo sistema de gestão do Banco Mundial, apoiado pela ONU, mas sim depositados na conta do JPMorgan Chase. O artigo destaca que o
Banco Mundial deve fornecer relatórios detalhados aos doadores e membros do Conselho da Paz sobre a situação financeira do fundo para Gaza, diferentemente da conta no JPMorgan, que não possui tais "
requisitos de transparência independente".
Um porta-voz do Conselho da Paz disse ao jornal que "diversas opções de financiamento" foram exploradas, incluindo o mecanismo do Banco Mundial, e que "por ora, os participantes optaram por outras vias".
Segundo as fontes consultadas, o Conselho da Paz
vai apresentar os relatórios financeiros ao conselho executivo, composto por funcionários do governo Trump e outros consultores, "
no momento oportuno".
O Departamento de Estado dos EUA pretende
realocar aproximadamente US$ 1,2 bilhão (mais de R$ 6,05 bilhões) em fundos de ajuda para
projetos alinhados com a agenda do Conselho da Paz. No entanto, esses recursos, que não serão destinados diretamente ao conselho, ainda não foram liberados.
O presidente dos EUA
anunciou a criação do Conselho da Paz em meados de janeiro.
O próprio Donald Trump tornou-se seu presidente, e outros membros incluíam o secretário de Estado, Marco Rubio, o enviado especial Stephen Witkoff, o investidor Jared Kushner, o vice-conselheiro de Segurança Nacional, Robert Gabriel Jr., o ex-primeiro-ministro do Reino Unido, Tony Blair, e o presidente do Banco Mundial, Ajay Banga.
Em 22 de janeiro, em Davos, a carta constitutiva do Conselho da Paz foi aprovada. O documento foi assinado por Armênia, Argentina, Azerbaijão, Bulgária, Hungria, Indonésia, Jordânia, Cazaquistão, Kosovo, Paquistão, Paraguai, Catar, Arábia Saudita, Estados Unidos, Turquia, Emirados Árabes Unidos, Uzbequistão e Mongólia. A expectativa era de que outros países pudessem aderir à organização, que não se limitaria a operar somente em Gaza, mas estenderia seu trabalho a outras regiões.
Em fevereiro, Trump afirmou que alguns membros do Conselho de Paz
contribuiriam com um total de US$ 7 bilhões (cerca de R$ 35,3 bilhões) em
ajuda a Gaza.
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