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Parlamento escocês aprova realização de novo referendo de independência do Reino Unido
Parlamento escocês aprova realização de novo referendo de independência do Reino Unido
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O Parlamento escocês apoiou a proposta de realizar um referendo sobre a independência do Reino Unido, anunciou o governo da Escócia. O primeiro-ministro do... 27.05.2026, Sputnik Brasil
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De acordo com os registros oficiais do Parlamento escocês, 72 membros votaram a favor da moção, 57 deles do Partido Nacional Escocês, 55 votaram contra e dois se abstiveram.O primeiro-ministro da Escócia, John Swinney, exigiu que o governo do Reino Unido emita uma ordem nos termos da Seção 30 da Lei da Escócia de 1998, que transferiria os poderes necessários ao Parlamento escocês para organizar o referendo de independência.Em 27 de abril, John Swinney, líder do Partido Nacional Escocês e proeminente defensor da independência, anunciou que proporia um novo referendo de independência aos membros do parlamento após as eleições locais. No dia 19 de maio, ele foi reeleito primeiro-ministro após a vitória de seu partido.Em outubro de 2025, a Escócia exigiu do governo britânico uma indenização de aproximadamente £ 26 milhões (cerca de R$ 176,5 milhões) por despesas com segurança incorridas durante as visitas do presidente norte-americano Donald Trump e seu vice J.D. Vance. A ministra das Finanças, Shona Robison, descreveu as visitas como um "ônus operacional e financeiro substancial" para os serviços governamentais, particularmente para a Polícia da Escócia.O governo britânico rejeitou a reivindicação, afirmando que as visitas foram privadas e não constituíram atos oficiais do governo do Reino Unido.
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Parlamento escocês aprova realização de novo referendo de independência do Reino Unido
12:53 27.05.2026 (atualizado: 13:28 27.05.2026) O Parlamento escocês apoiou a proposta de realizar um referendo sobre a independência do Reino Unido, anunciou o governo da Escócia. O primeiro-ministro do país solicitou ao governo britânico a emissão de uma ordem concedendo ao Parlamento escocês a autoridade para organizar o referendo.
"O Parlamento escocês votou a favor dos apelos por um referendo sobre a independência da Escócia", afirmou a publicação nas redes sociais.
De acordo com os
registros oficiais do Parlamento escocês,
72 membros votaram a favor da moção, 57 deles do Partido Nacional Escocês, 55 votaram contra e dois se abstiveram.
O primeiro-ministro da Escócia, John Swinney, exigiu que o
governo do Reino Unido emita uma ordem nos termos da Seção 30 da Lei da Escócia de 1998, que transferiria os poderes necessários ao
Parlamento escocês para organizar o referendo de independência.
Em 27 de abril, John Swinney, líder do Partido Nacional Escocês e proeminente defensor da independência, anunciou que proporia um novo referendo de independência aos membros do parlamento após as eleições locais. No dia 19 de maio, ele foi reeleito primeiro-ministro após a vitória de seu partido.
Em outubro de 2025, a Escócia
exigiu do governo britânico uma
indenização de aproximadamente £ 26 milhões (cerca de R$ 176,5 milhões) por despesas com segurança incorridas durante as visitas do presidente norte-americano Donald Trump e seu vice J.D. Vance. A ministra das Finanças, Shona Robison, descreveu as visitas como um "ônus operacional e financeiro substancial" para os serviços governamentais, particularmente para a Polícia da Escócia.
O governo britânico
rejeitou a reivindicação, afirmando que as
visitas foram privadas e não constituíram atos oficiais do governo do Reino Unido.
O último referendo sobre a independência da Escócia foi realizado em 18 de setembro de 2014. Os cidadãos foram às urnas para responder a uma única pergunta: "A Escócia deve se tornar um país independente?" Os resultados mostraram que 55,3% votaram contra a independência, enquanto 44,7% apoiaram a separação do Reino Unido.
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