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Trump diz que EUA buscam mudança de regime em Cuba
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Washington também impôs sanções contra o atual presidente cubano, Miguel Díaz Canel. 04.06.2026, Sputnik Brasil
2026-06-04T18:44-0300
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À repórteres, nesta quinta-feira (4), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que seu governo pretende mudar a situação política em Cuba.O presidente americano também reiterou que essas ações serão realizadas assim que a guerra contra o Irã terminar.As declarações de Trump ocorrem em meio a um cerco contra a nação caribenha, que começou abruptamente em janeiro, quando os EUA impuseram um embargo energético à ilha, consistindo em tarifas sobre todos os países que vendem ou fornecem combustível para Havana.Sanções à Díaz-CanelLogo depois, o Departamento do Tesouro dos EUA anunciou medidas contra o presidente cubano Miguel Díaz-Canel e sua família, bem como associados do ex-presidente do Conselho de Estado e Ministros de Cuba, Raúl Castro.Entre os alvos da agência norte-americana estão a esposa de Díaz-Canel, Lis Cuesta Peraza, e seu filho, Manuel Anido Cuesta. Também estão incluídos o filho de Castro, Alejandro Castro Espín, e o neto do líder revolucionário, Raúl Alejandro Castro Calis.Nas redes, o presidente cubano afirmou que as sanções "visam reforçar as medidas de bloqueio e o conflito entre Cuba e os EUA". Da mesma forma, o presidente cubano enfatizou que, apesar do cerco dos EUA, Cuba mantém sua "determinação em enfrentar os piores cenários e resistir ao ataque imperial".O ministro das Relações Exteriores de Cuba, Bruno Rodríguez, expressou que o gesto dos EUA em condenar Díaz-Canel e sua família, além de instituições, de forma unilateral, é "a última mostra do plano intervencionista norte-americano de apresentar Cuba como uma ameaça à segurança nacional dos Estados Unidos".Ele ressaltou que cada tentativa de Washington em construir um cenário de conflito entre os países está fadada ao fracasso e que ameaças à soberania de Havana serão respondidas com determinação pelo povo cubano.No final de maio, Washington acusou Castro de supostos crimes relacionados à queda de duas aeronaves pertencentes à organização "Irmãos ao Resgate" em 1996, ocorrida após entrarem em águas territoriais cubanas.Havana descreveu isso como uma estratégia sem fundamento legal, com o objetivo de justificar uma possível agressão militar contra o país caribenho.
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Trump diz que EUA buscam mudança de regime em Cuba
18:44 04.06.2026 (atualizado: 20:34 04.06.2026) Washington também impôs sanções contra o atual presidente cubano, Miguel Díaz Canel.
À repórteres, nesta quinta-feira (4), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que seu governo pretende mudar a situação política em Cuba.
"Temos planos muito bons para Cuba [...]. Precisamos nos livrar do regime [...]. A diferença é que agora eles não estão recebendo dinheiro; antes vinha da Venezuela [...]. Vamos cuidar de Havana", disse ele a repórteres na Casa Branca.
O presidente americano também reiterou que essas ações serão realizadas assim que a guerra contra o Irã terminar.
As declarações de Trump ocorrem em meio a um cerco contra a nação caribenha, que começou abruptamente em janeiro, quando os EUA impuseram um embargo energético à ilha, consistindo em tarifas sobre todos os países que vendem ou fornecem combustível para Havana.
Logo depois, o Departamento do Tesouro dos EUA anunciou medidas contra o presidente cubano Miguel Díaz-Canel e sua família, bem como associados do ex-presidente do Conselho de Estado e Ministros de Cuba, Raúl Castro.
Entre os alvos da agência norte-americana estão a esposa
de Díaz-Canel, Lis Cuesta Peraza, e seu filho, Manuel Anido Cuesta. Também estão incluídos o filho de Castro, Alejandro Castro Espín, e o neto do líder revolucionário, Raúl Alejandro Castro Calis.
Nas redes, o presidente cubano afirmou que as sanções "visam reforçar as medidas de bloqueio e o conflito entre Cuba e os EUA".
"Essa cegueira política soma-se às medidas coercitivas aplicadas nas últimas semanas contra o nosso país, concebidas para prejudicar o povo cubano."
Da mesma forma, o presidente cubano enfatizou que, apesar do cerco dos EUA, Cuba mantém sua "determinação em enfrentar os piores cenários e resistir ao ataque imperial".
O ministro das Relações Exteriores de Cuba,
Bruno Rodríguez, expressou que o
gesto dos EUA em condenar Díaz-Canel e sua família, além de instituições, de forma unilateral, é "a última mostra do
plano intervencionista norte-americano de apresentar Cuba como uma ameaça à segurança nacional dos Estados Unidos".
Ele ressaltou que cada tentativa de Washington em construir um cenário de conflito entre os países está fadada ao fracasso e que
ameaças à soberania de Havana serão respondidas com determinação pelo povo cubano.No final de maio, Washington acusou Castro de supostos crimes relacionados à queda de duas aeronaves pertencentes à organização "Irmãos ao Resgate" em 1996, ocorrida após entrarem em águas territoriais cubanas.
Havana descreveu isso como uma estratégia sem fundamento legal, com o objetivo de justificar uma possível agressão militar contra o país caribenho.
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