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Após Itália negar extradição de Zambelli e acusar Moraes de parcialidade, Fachin defende STF
Após Itália negar extradição de Zambelli e acusar Moraes de parcialidade, Fachin defende STF
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O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, afirmou nesta sexta-feira (12) que a Corte referendou as decisões do ministro Alexandre... 12.06.2026, Sputnik Brasil
2026-06-12T20:57-0300
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Em 22 de maio, o tribunal de última instância da Itália rejeitou o pedido da Justiça brasileira para a extradição de Zambelli, condenada no Brasil em múltiplos casos. A ex-deputada federal chegou a ficar presa no país, mas foi libertada e aguarda o desfecho do processo na Europa.Na manhã desta sexta, a sentença foi divulgada e mostrou que os magistrados italianos interpretaram parcialidades de Moraes ao longo do processo. Segundo o tribunal, Moraes teria sido "juiz e vítima".À época da decisão da Justiça italiana, ao lado do advogado Pieremilio Sammarco, a ex-parlamentar comemorou a decisão. "Consagro a minha liberdade como uma vitória de Deus", disse. Zambelli estava detida desde julho do ano passado e chegou a ter o nome inscrito na lista vermelha da Interpol.Ao todo, a ex-deputada federal já soma duas condenações no Supremo Tribunal Federal (STF): por invadir os sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para adulterar documentos, tendo recebido pena de 10 anos de prisão; e por porte ilegal de arma de fogo e constrangimento ilegal com emprego de arma, somando outros 5 anos de detenção em regime semiaberto.
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Após Itália negar extradição de Zambelli e acusar Moraes de parcialidade, Fachin defende STF
20:57 12.06.2026 (atualizado: 14:12 15.06.2026) O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, afirmou nesta sexta-feira (12) que a Corte referendou as decisões do ministro Alexandre de Moraes sobre a ex-deputada federal Carla Zambelli. A Justiça da Itália negou a extradição da ex-parlamentar brasileira e acusou Moraes de parcialidade no julgamento do caso.
"A presidência do Supremo Tribunal Federal acompanha com preocupação a recente decisão proferida pela Justiça italiana em matéria relacionada à cooperação jurídica entre os dois países, ressaltando que esta Corte vem atuando com marcante deferência aos Estados estrangeiros quando examina pedidos de extradição."
Em 22 de maio, o tribunal de última instância da Itália
rejeitou o pedido da Justiça brasileira para a extradição de Zambelli,
condenada no Brasil em múltiplos casos. A ex-deputada federal chegou a ficar presa no país, mas foi libertada e aguarda o desfecho do processo na Europa.
Na manhã desta sexta, a sentença foi divulgada e mostrou que os magistrados italianos
interpretaram parcialidades de Moraes ao longo do processo. Segundo o tribunal, Moraes teria sido "juiz e vítima".
"No caso em questão, foi oferecida denúncia pela Procuradoria-Geral da República pela prática de crimes de invasão a dispositivo informático e falsidade ideológica. A denúncia foi recebida por unanimidade pela Primeira Turma, que referendou as decisões monocráticas do eminente relator, ministro Alexandre de Moraes", afirmou Fachin.
À época da decisão da Justiça italiana, ao lado do advogado Pieremilio Sammarco, a
ex-parlamentar comemorou a decisão. "Consagro a minha liberdade como uma vitória de Deus", disse.
Zambelli estava detida desde julho do ano passado e chegou a ter o nome inscrito na lista vermelha da Interpol.
Ao todo, a ex-deputada federal já soma duas condenações no Supremo Tribunal Federal (STF): por invadir os sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para adulterar documentos, tendo recebido pena de 10 anos de prisão; e por porte ilegal de arma de fogo e constrangimento ilegal com emprego de arma, somando outros 5 anos de detenção em regime semiaberto.
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