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Marinha dos EUA só receberá primeiras armas hipersônicas em 2029, revelam documentos
Marinha dos EUA só receberá primeiras armas hipersônicas em 2029, revelam documentos
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As primeiras armas hipersônicas da Marinha dos Estados Unidos só entrarão em serviço no fim de 2029, segundo documentos orçamentários do Pentágono analisados... 18.06.2026, Sputnik Brasil
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O armamento em questão é o Sistema de Ataque Convencional Rápido (CPS, na sigla em inglês), que será o primeiro míssil hipersônico incorporado à frota naval norte-americana. De acordo com os documentos, o contrato para a aquisição do sistema está previsto para ser firmado em outubro de 2026, enquanto a entrega do primeiro lote de produção em série deverá ser concluída apenas em novembro de 2029.Para a compra inicial de 12 mísseis, a Marinha dos EUA solicitou US$ 750,4 milhões (R$ 3,8 bilhões), o que representa um custo superior a US$ 62 milhões (R$ 321,3 milhões) por unidade. A Lockheed Martin é apontada como a provável contratada do projeto.Ao todo, o Pentágono pediu US$ 2,73 bilhões (R$ 14,1 bilhões) para o programa CPS no ano fiscal de 2027. Desse total, US$ 1,79 bilhão (R$ 9,2 bilhões) será destinado ao desenvolvimento do míssil e à expansão da capacidade de produção para até 24 unidades anuais.Outros US$ 188,4 milhões serão empregados na aquisição de lançadores destinados a submarinos, que servirão como plataformas para o novo sistema de armas.Já a Marinha da Rússia passou a operar armamentos hipersônicos ainda em 2023. O míssil de lançamento naval Zircon já foi colocado em serviço e utilizado em combate. Segundo o Ministério da Defesa russo, o armamento é capaz de atingir velocidades de até Mach 9 (mais de 11 mil km/h) e alcançar alvos a uma distância de até 1.500 quilômetros.
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Marinha dos EUA só receberá primeiras armas hipersônicas em 2029, revelam documentos
As primeiras armas hipersônicas da Marinha dos Estados Unidos só entrarão em serviço no fim de 2029, segundo documentos orçamentários do Pentágono analisados pela Spuntik.
O armamento em questão é o Sistema de Ataque Convencional Rápido (CPS, na sigla em inglês), que será o
primeiro míssil hipersônico incorporado à frota naval norte-americana. De acordo com os documentos, o contrato para a aquisição do sistema está
previsto para ser firmado em outubro de 2026, enquanto a entrega do primeiro lote de produção em série deverá ser concluída apenas em novembro de 2029.
Para a compra inicial de 12 mísseis, a Marinha dos EUA solicitou
US$ 750,4 milhões (R$ 3,8 bilhões), o que representa um custo superior a US$ 62 milhões (R$ 321,3 milhões) por unidade. A
Lockheed Martin é apontada como a provável contratada do projeto.
Ao todo, o Pentágono pediu US$ 2,73 bilhões (R$ 14,1 bilhões) para o programa CPS no ano fiscal de 2027. Desse total, US$ 1,79 bilhão (R$ 9,2 bilhões) será destinado ao desenvolvimento do míssil e à expansão da capacidade de produção para até 24 unidades anuais.
Outros US$ 188,4 milhões serão empregados na aquisição de lançadores destinados a submarinos, que servirão como
plataformas para o novo sistema de armas.
Já a Marinha da Rússia passou a
operar armamentos hipersônicos ainda em 2023. O
míssil de lançamento naval Zircon já foi colocado em serviço e utilizado em combate. Segundo o Ministério da Defesa russo, o armamento é capaz de atingir velocidades de até
Mach 9 (mais de 11 mil km/h) e alcançar alvos a uma distância de até 1.500 quilômetros.
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