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Brasileira afirma ter inventado o Pix, processa Banco Central e pede indenização de R$ 1 milhão
Brasileira afirma ter inventado o Pix, processa Banco Central e pede indenização de R$ 1 milhão
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A professora e empresária Anette Vernaschi Toppan entrou com uma ação na Justiça brasileira contra o Banco Central, alegando que a autarquia, ao criar o... 23.06.2026, Sputnik Brasil
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Conforme publicado pelo Estadão, Anette registrou na Biblioteca Nacional, em 2014, o projeto "Tá Pago", que consistia em uma alternativa ao uso de dinheiro e cartões como método de pagamento. Diferentemente do Pix, que opera a partir de contas bancárias, a ferramenta da empresária utilizaria créditos de celular.Ainda de acordo com a ação, um sócio de Anette entrou em contato com o Banco Central entre 2015 e 2016 em busca de autorização para a implementação da ferramenta. É nesse ponto que a professora sustenta que a ideia do Tá Pago pode ter originado o que anos depois viria a ser o Pix, lançado em 2020.Além da quantia milionária como indenização por danos morais e materiais, Anette solicitou na ação o reconhecimento pela invenção do Pix, assim como o pagamento de royalties e exploração de bens intangíveis, como propriedade intelectual.O processo foi iniciado em setembro de 2025, quando tramitou em segredo de Justiça até maio. O Banco Central, por sua vez, nega a cópia do modelo de pagamento da empresária e alega que existem diversos sistemas iguais ao que teria sido inventado pela autora da ação.O advogado de Anette no caso, José Luís Mazuquelli, aponta que tanto ele quanto a cliente acreditam que a Justiça brasileira pode ficar ao lado da professora, embora entendam que o Pix se trata de um assunto delicado para a máquina pública brasileira.
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Brasileira afirma ter inventado o Pix, processa Banco Central e pede indenização de R$ 1 milhão
A professora e empresária Anette Vernaschi Toppan entrou com uma ação na Justiça brasileira contra o Banco Central, alegando que a autarquia, ao criar o sistema de pagamento Pix, copiou uma ideia que ela havia registrado. A brasileira pede uma indenização mínima de R$ 1 milhão.
Conforme publicado pelo Estadão, Anette registrou na Biblioteca Nacional, em 2014, o projeto
"Tá Pago", que consistia em uma alternativa ao uso de dinheiro e cartões como método de pagamento. Diferentemente
do Pix, que opera a partir de contas bancárias,
a ferramenta da empresária utilizaria créditos de celular.
Ainda de acordo com a ação, um sócio de Anette entrou em contato com o Banco Central entre 2015 e 2016 em busca de autorização para a implementação da ferramenta. É nesse ponto que a professora sustenta que a ideia do Tá Pago pode ter originado o que anos depois viria a ser o Pix, lançado em 2020.
Além da quantia milionária como indenização por danos morais e materiais, Anette solicitou na ação o reconhecimento pela invenção do Pix, assim como o pagamento de royalties e exploração de bens intangíveis, como propriedade intelectual.
O processo foi iniciado em setembro de 2025, quando tramitou em segredo de Justiça até maio. O Banco Central, por sua vez,
nega a cópia do modelo de pagamento da empresária e alega que existem
diversos sistemas iguais ao que teria sido inventado pela autora da ação.
O advogado de Anette no caso,
José Luís Mazuquelli, aponta que tanto ele quanto a cliente acreditam que a Justiça brasileira pode ficar ao lado da professora, embora entendam que o Pix se trata de um
assunto delicado para a máquina pública brasileira.
"A gente sabe que uma situação envolvendo o Pix é uma situação política."
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