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Qual país da OCDE exige mais horas de trabalho para ganhar US$ 1.000?

© AP Photo / Fernando LlanoUm operário lixa metal em uma fábrica que produz peças para grandes veículos elétricos na Cidade do México, 2 de abril de 2025
Um operário lixa metal em uma fábrica que produz peças para grandes veículos elétricos na Cidade do México, 2 de abril de 2025 - Sputnik Brasil, 1920, 30.06.2026
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A Colômbia é o membro da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) onde o trabalhador médio precisa investir mais tempo para ganhar o equivalente a US$ 1.000, de acordo com uma análise baseada em dados da organização internacional e do OWID.
O estudo da plataforma de pesquisa e visualização de dados da Universidade de Oxford, Our World in Data (OWID), estima que um trabalhador colombiano precisa de aproximadamente 86 horas de trabalho para atingir US$ 1.000 (R$ 5.600), o maior número entre as economias incluídas na comparação.
No extremo oposto do ranking estão Luxemburgo e Islândia, onde cerca de 16 horas são suficientes para gerar a mesma renda. Em seguida, vêm a Suíça, com 18 horas, Noruega e Dinamarca, com 19, e os Países Baixos, com cerca de 20 horas.
Enquanto isso, os Estados Unidos também figuram entre as economias com os melhores salários por hora, já que um trabalhador precisa de cerca de 22 horas para ganhar o equivalente a US$ 1.000.
Na América Latina, o México ocupa o segundo lugar em termos de horas trabalhadas, com 78, enquanto a Costa Rica apresenta um desempenho melhor, exigindo aproximadamente 53 horas para ganhar a mesma renda.

O salário mínimo na Colômbia é de 1.750.905,00 pesos, cerca de US$ 507 (R$ 2.630).

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A análise também aponta que países com instituições trabalhistas mais consolidadas, maior investimento em educação e maior participação no mercado de trabalho tendem a ter salários por hora mais altos. No caso de Luxemburgo, o peso dos setores de serviços financeiros e profissionais também desempenha um papel importante.
A comparação foi feita utilizando salários ajustados pela paridade do poder de compra (PPC), um indicador que permite comparar o poder de compra entre países considerando as diferenças no custo de vida. Os dados utilizados correspondem à renda bruta, ou seja, antes do pagamento de impostos.
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