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Qual país da OCDE exige mais horas de trabalho para ganhar US$ 1.000?
Qual país da OCDE exige mais horas de trabalho para ganhar US$ 1.000?
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A Colômbia é o membro da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) onde o trabalhador médio precisa investir mais tempo para ganhar o... 30.06.2026, Sputnik Brasil
2026-06-30T10:38-0300
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O estudo da plataforma de pesquisa e visualização de dados da Universidade de Oxford, Our World in Data (OWID), estima que um trabalhador colombiano precisa de aproximadamente 86 horas de trabalho para atingir US$ 1.000 (R$ 5.600), o maior número entre as economias incluídas na comparação.No extremo oposto do ranking estão Luxemburgo e Islândia, onde cerca de 16 horas são suficientes para gerar a mesma renda. Em seguida, vêm a Suíça, com 18 horas, Noruega e Dinamarca, com 19, e os Países Baixos, com cerca de 20 horas.Na América Latina, o México ocupa o segundo lugar em termos de horas trabalhadas, com 78, enquanto a Costa Rica apresenta um desempenho melhor, exigindo aproximadamente 53 horas para ganhar a mesma renda.De acordo com um jornal colombiano, a diferença entre a América Latina e as economias desenvolvidas se deve, entre outros fatores, aos níveis mais baixos de produtividade, aos altos níveis de emprego informal, ao acesso mais limitado ao capital e ao crescimento salarial mais lento.A análise também aponta que países com instituições trabalhistas mais consolidadas, maior investimento em educação e maior participação no mercado de trabalho tendem a ter salários por hora mais altos. No caso de Luxemburgo, o peso dos setores de serviços financeiros e profissionais também desempenha um papel importante.A comparação foi feita utilizando salários ajustados pela paridade do poder de compra (PPC), um indicador que permite comparar o poder de compra entre países considerando as diferenças no custo de vida. Os dados utilizados correspondem à renda bruta, ou seja, antes do pagamento de impostos.
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Qual país da OCDE exige mais horas de trabalho para ganhar US$ 1.000?
10:38 30.06.2026 (atualizado: 11:26 30.06.2026) A Colômbia é o membro da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) onde o trabalhador médio precisa investir mais tempo para ganhar o equivalente a US$ 1.000, de acordo com uma análise baseada em dados da organização internacional e do OWID.
O estudo da plataforma de pesquisa e visualização de dados da Universidade de Oxford, Our World in Data (OWID), estima que um trabalhador colombiano precisa de aproximadamente 86 horas de trabalho para atingir US$ 1.000 (R$ 5.600), o maior número entre as economias incluídas na comparação.
No
extremo oposto do ranking estão Luxemburgo e Islândia, onde
cerca de 16 horas são suficientes para gerar a mesma renda. Em seguida, vêm a Suíça, com 18 horas, Noruega e Dinamarca, com 19, e os Países Baixos, com cerca de 20 horas.
Enquanto isso, os Estados Unidos também figuram entre as economias com os melhores salários por hora, já que um trabalhador precisa de cerca de 22 horas para ganhar o equivalente a US$ 1.000.
Na América Latina, o México
ocupa o segundo lugar em termos de horas trabalhadas, com 78, enquanto a Costa Rica apresenta um desempenho melhor, exigindo aproximadamente 53 horas para
ganhar a mesma renda.
O salário mínimo na Colômbia é de 1.750.905,00 pesos, cerca de US$ 507 (R$ 2.630).
De
acordo com um jornal colombiano, a diferença entre a América Latina e as economias desenvolvidas se deve,
entre outros fatores, aos
níveis mais baixos de produtividade, aos altos níveis de emprego informal, ao acesso mais limitado ao capital e ao crescimento salarial mais lento.
A análise também aponta que países com instituições trabalhistas
mais consolidadas, maior
investimento em educação e maior participação no mercado de trabalho tendem a ter salários por hora mais altos. No caso de Luxemburgo, o
peso dos setores de serviços financeiros e profissionais também desempenha um papel importante.
A comparação foi feita utilizando salários ajustados pela paridade do poder de compra (PPC), um indicador que permite comparar o poder de compra entre países considerando as diferenças no
custo de vida. Os dados utilizados
correspondem à renda bruta, ou seja, antes do pagamento de impostos.
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