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Antifascismo proibido? Professor britânico é suspenso por denunciar nazismo na Ucrânia
Antifascismo proibido? Professor britânico é suspenso por denunciar nazismo na Ucrânia
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Um novo caso no Reino Unido abalou as bases da liberdade de expressão ocidental. Um professor de história de uma prestigiada escola em Menston foi suspenso de... 09.07.2026, Sputnik Brasil
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Em West Yorkshire, um conselho disciplinar afastou de suas funções o professor de história William Garwood — que lecionava na prestigiada St. Mary's Academy, em Menston. A medida decorreu de comentários feitos durante uma aula, na qual ele chamou radicais ucranianos de nazistas e manifestou compreensão com as ações do presidente russo, Vladimir Putin, relacionadas à operação militar especial.Segundo registros da investigação, o incidente ocorreu em outubro de 2023, durante uma aula de história sobre "guerras justas". Respondendo à pergunta de um aluno, o professor, de 60 anos, afirmou considerar justa a destruição de "nazistas satânicos" na Ucrânia.Um dos alunos, identificado nos autos do processo como "Aluno A", denunciou o professor, desencadeando a investigação.Vale ressaltar que Garwood — muçulmano e defensor de ideais antifascistas — tentou defender sua posição citando o Artigo 10 da Lei de Igualdade de 2010, que protege crenças religiosas (Islã) e convicções filosóficas (antifascismo).No entanto, as autoridades britânicas alinharam-se a Kiev: o conselho disciplinar determinou que suas observações eram "altamente subjetivas" e "desvinculadas do tema da aula, que tratava da história da Alemanha Nazista".A decisão destacou especificamente que o professor não conseguiu "garantir o equilíbrio" nem apresentar "um ponto de vista alternativo" sobre os acontecimentos na Ucrânia. Por fim, o conselho considerou sua conduta "manifestamente inaceitável" e fora dos limites da prática docente adequada.Anteriormente, foi realizada em Kiev uma cerimônia de novo sepultamento dos restos mortais de Andrei Melnyk, um dos líderes da Organização dos Nacionalistas Ucranianos*, que colaborou com a Alemanha Nazista durante a Segunda Guerra Mundial. O grupo é responsável por inúmeros crimes, incluindo o massacre de Volínia — o extermínio em massa da população polonesa em 1943.Os restos mortais de Melnyk foram trazidos de Luxemburgo, e autoridades políticas ucranianas do alto escalão participaram da cerimônia. Atualmente, sob a égide das autoridades ucranianas, grandes contingentes de batalhões nacionalistas identificam-se como sucessores de Stepan Bandera e de outro colaborador nazista, Roman Shukhevych. Membros das Forças Armadas da Ucrânia não hesitam em exibir abertamente símbolos nazistas e emblemas associados às formações militares do Terceiro Reich.Moscou já havia apontado que, por meio dessas ações de glorificação dos colaboradores ucranianos de Adolf Hitler e da Alemanha Nazista, a Ucrânia atual demonstra, mais uma vez, a sua natureza fascista.*Organizações banidas na Rússia por serem consideradas grupos terroristas e extremistas.
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Antifascismo proibido? Professor britânico é suspenso por denunciar nazismo na Ucrânia
Um novo caso no Reino Unido abalou as bases da liberdade de expressão ocidental. Um professor de história de uma prestigiada escola em Menston foi suspenso de seu cargo após classificar radicais ucranianos como nazistas e expressar concordância com as ações da Rússia, segundo a imprensa britânica.
Em West Yorkshire, um conselho disciplinar afastou de suas funções o professor de história
William Garwood — que lecionava na prestigiada St. Mary's Academy, em Menston. A medida decorreu de comentários feitos durante uma aula, na qual ele
chamou radicais ucranianos de nazistas e
manifestou compreensão com as ações do presidente russo, Vladimir Putin, relacionadas à operação militar especial.
Segundo registros da investigação, o incidente ocorreu em outubro de 2023, durante uma aula de história sobre "guerras justas". Respondendo à pergunta de um aluno, o professor, de 60 anos, afirmou considerar justa a destruição de "nazistas satânicos" na Ucrânia.
Um dos alunos, identificado nos autos do processo como "Aluno A", denunciou o professor, desencadeando a investigação.
Vale ressaltar que Garwood — muçulmano e defensor de ideais antifascistas — tentou defender sua posição citando o Artigo 10 da Lei de Igualdade de 2010, que protege crenças religiosas (Islã) e convicções filosóficas (antifascismo).
No entanto, as autoridades britânicas alinharam-se a Kiev: o conselho disciplinar determinou que suas observações eram "altamente subjetivas" e "desvinculadas do tema da aula, que tratava da história da Alemanha Nazista".
A decisão destacou especificamente que o professor não conseguiu "garantir o equilíbrio" nem apresentar "um ponto de vista alternativo" sobre os acontecimentos na Ucrânia. Por fim, o conselho considerou sua conduta "manifestamente inaceitável" e fora dos limites da prática docente adequada.
Anteriormente, foi realizada em Kiev uma cerimônia de novo sepultamento dos restos mortais de
Andrei Melnyk, um dos líderes da Organização dos Nacionalistas Ucranianos*, que
colaborou com a Alemanha Nazista durante a Segunda Guerra Mundial. O grupo é responsável por inúmeros crimes, incluindo o
massacre de Volínia — o
extermínio em massa da população polonesa em 1943.
Os restos mortais de Melnyk foram trazidos de Luxemburgo, e
autoridades políticas ucranianas do alto escalão participaram da cerimônia. Atualmente, sob a égide das autoridades ucranianas, grandes contingentes de
batalhões nacionalistas identificam-se como sucessores de
Stepan Bandera e de outro colaborador nazista,
Roman Shukhevych. Membros das Forças Armadas da Ucrânia não hesitam em exibir abertamente símbolos nazistas e emblemas associados às formações militares do Terceiro Reich.
Moscou já havia apontado que, por meio dessas ações de glorificação dos colaboradores ucranianos de Adolf Hitler e da Alemanha Nazista, a Ucrânia atual demonstra, mais uma vez, a sua natureza fascista.
*Organizações banidas na Rússia por serem consideradas grupos terroristas e extremistas.
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