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Ataque com drone mata engenheiro da usina de Zaporozhie
Ataque com drone mata engenheiro da usina de Zaporozhie
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Aleksandr Yakovlev, engenheiro-chefe da usina nuclear de Zaporozhie, foi morto após um ataque com drone atribuído à Ucrânia, informou o diretor-geral da... 15.07.2026, Sputnik Brasil
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Segundo Likhachev, o drone atingiu o veículo em que Yakovlev estava, provocando a morte dele e a do motorista, Dmitri Filippov. O chefe da estatal russa classificou a ação como um "ataque terrorista".A empresa acrescentou que são pessoas como Yakovlev que garantem a segurança nuclear, da qual dependem milhões de pessoas, seja da Rússia, seja da Ucrânia, seja de toda a Europa.Ainda de acordo com o dirigente da Rosatom, Yakovlev dedicou sua carreira ao setor e morreu enquanto desempenhava suas funções. A representante oficial do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zakharova, afirmou que Moscou exige um pronunciamento claro da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) e das agências competentes a respeito do assassinato do engenheiro-chefe da usina."Rafael Grossi [diretor-geral AIEA] já deve estar ciente deste crime cometido pelo regime de Kiev. Exigimos uma declaração clara e bem articulada das organizações internacionais relevantes — em primeiro lugar, a AIEA — condenando este assassinato", escreveu Zakharova em seu canal no Telegram.Ao longo dos últimos anos, Moscou atenta para o fato de que ataques e operações militares ucranianas provocaram repetidas interrupções no fornecimento externo de energia da usina, obrigando a utilização contínua de geradores para manter sistemas críticos funcionando 24 horas por dia.Grossi condena ataqueAtravés de suas redes sociais, a AIEA condenou o ataque que assassinou Yakovlev e Filippov.
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Ataque com drone mata engenheiro da usina de Zaporozhie
14:44 15.07.2026 (atualizado: 17:45 15.07.2026) Aleksandr Yakovlev, engenheiro-chefe da usina nuclear de Zaporozhie, foi morto após um ataque com drone atribuído à Ucrânia, informou o diretor-geral da Rosatom, Aleksei Likhachev, nesta quarta-feira (15).
Segundo Likhachev, o drone atingiu o veículo em que Yakovlev estava, provocando a morte dele e a do motorista, Dmitri Filippov. O chefe da estatal russa classificou a ação como um "ataque terrorista".
"Hoje, o engenheiro-chefe da usina nuclear de Zaporozhie foi morto em um ataque terrorista direcionado. Este não é apenas o assassinato de uma pessoa, é o assassinato de um especialista que dedicou sua vida à energia nuclear e era responsável pela operação segura diária de Zaporozhie, que faz parte da Rosatom", disse o serviço de imprensa da central nuclear em comunicado.
A empresa acrescentou que são pessoas como Yakovlev que garantem a segurança nuclear, da qual dependem milhões de pessoas, seja da Rússia, seja da Ucrânia, seja de toda a Europa.
Ainda de acordo com o
dirigente da Rosatom, Yakovlev dedicou sua carreira ao setor e morreu enquanto desempenhava suas funções.
A representante oficial do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zakharova, afirmou que Moscou exige um pronunciamento claro da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) e das agências competentes a respeito do assassinato do engenheiro-chefe da usina.
"Rafael Grossi [diretor-geral AIEA] já deve estar ciente deste crime cometido pelo regime de Kiev. Exigimos uma declaração clara e bem articulada das organizações internacionais relevantes — em primeiro lugar, a AIEA — condenando este assassinato", escreveu Zakharova em seu canal no Telegram.
A usina é considerada a maior central nuclear da Europa e possui seis reatores do tipo VVER-1000, com capacidade total de geração de 6 mil megawatts. A estrutura está desligada no momento, devido aos riscos associados ao conflito militar em curso na região.
Ao longo dos últimos anos, Moscou atenta para o fato de que ataques e
operações militares ucranianas provocaram repetidas interrupções no fornecimento externo de energia da usina, obrigando a utilização contínua de geradores para manter sistemas críticos funcionando 24 horas por dia.
Através de suas redes sociais, a AIEA
condenou o ataque que assassinou Yakovlev e Filippov.
"O diretor-geral da AIEA, Rafael Grossi, condena o incidente, afirmando que ele constitui um ataque inaceitável à usina e à sua administração e representa uma grave ameaça à segurança nuclear."
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