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Julgamento de Maduro e esposa pode ser adiado para junho de 2027, a pedido de defesa e procuradores
Julgamento de Maduro e esposa pode ser adiado para junho de 2027, a pedido de defesa e procuradores
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A defesa do ex-presidente venezuelano Nicolás Maduro e procuradores do Departamento de Justiça dos EUA propuseram nesta terça-feira (22) o início do julgamento... 22.07.2026, Sputnik Brasil
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As partes entraram em acordo sobre um cronograma processual que estabelecerá os prazos para a apresentação de provas entre o fim deste ano e o início de 2027. Cabe agora ao Tribunal Distrital do Sul de Nova York decidir.Maduro e Flores permanecem sob custódia em uma prisão federal no Brooklyn desde seu sequestro em Caracas pelo Exército dos Estados Unidos, em 3 de janeiro.A proposta conjunta foi apresentada em um documento judicial antes da audiência do caso Maduro, marcada para amanhã (22), no tribunal federal de Manhattan. Em sua primeira audiência, ambos se declararam inocentes das acusações que enfrentam. No caso de Maduro, as acusações incluem narcoterrorismo, tráfico de drogas e crimes relacionados a armas de fogo.Na madrugada de 3 de janeiro, os EUA atacaram a capital venezuelana, Caracas, e sequestraram Maduro e sua esposa. Eles foram levados aos EUA para serem julgados por crimes relacionados ao tráfico de drogas. Horas depois, o presidente estadunidense Donald Trump afirmou que os EUA vão administrar a Venezuela até que haja uma transição adequada e segura. A prisão resultou em uma mudança de governo na Venezuela, com Delcy Rodríguez assumindo a presidência de forma interina.
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Julgamento de Maduro e esposa pode ser adiado para junho de 2027, a pedido de defesa e procuradores
01:04 22.07.2026 (atualizado: 06:56 22.07.2026) A defesa do ex-presidente venezuelano Nicolás Maduro e procuradores do Departamento de Justiça dos EUA propuseram nesta terça-feira (22) o início do julgamento criminal de Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, pela Justiça estadunidense.
As partes entraram em acordo sobre um cronograma processual que estabelecerá os prazos para a apresentação de provas entre o fim deste ano e o início de 2027. Cabe agora ao Tribunal Distrital do Sul de Nova York decidir.
Maduro e Flores permanecem sob custódia em uma prisão federal no Brooklyn desde seu sequestro em Caracas pelo Exército dos Estados Unidos, em 3 de janeiro.
A proposta conjunta foi apresentada em um documento judicial antes da audiência do caso Maduro, marcada para amanhã (22), no tribunal federal de Manhattan.
Em sua primeira audiência, ambos se
declararam inocentes das acusações que enfrentam. No caso de Maduro, as acusações incluem narcoterrorismo, tráfico de drogas e crimes relacionados a armas de fogo.
Na madrugada de 3 de janeiro,
os EUA atacaram a capital venezuelana, Caracas, e sequestraram Maduro e sua esposa. Eles foram levados aos EUA para serem julgados por
crimes relacionados ao tráfico de drogas.
Horas depois, o presidente estadunidense Donald Trump afirmou que
os EUA vão administrar a Venezuela até que haja uma transição adequada e segura. A prisão resultou em uma mudança de governo na Venezuela,
com Delcy Rodríguez assumindo a presidência de forma interina.
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