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Iraque planeja oleoduto de US$ 15 bilhões para contornar estreito de Ormuz, diz mídia
Iraque planeja oleoduto de US$ 15 bilhões para contornar estreito de Ormuz, diz mídia
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O projeto para construir um novo oleoduto que ligará o Iraque à Síria e ao mar Mediterrâneo, reduzindo a dependência do estreito de Ormuz, exigirá pelo menos... 17.08.2026, Sputnik Brasil
2026-08-17T20:42-0300
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"O plano exigirá a construção de uma infraestrutura completamente nova, em vez da reconstrução do oleoduto existente, e custará pelo menos US$ 15 bilhões. As obras no oleoduto Iraque-Síria levarão cerca de quatro anos", afirmou uma fonte familiarizada com o assunto ao portal.O projeto conta com o apoio de autoridades dos EUA e executivos de empresas do setor energético como parte de uma estratégia para reduzir a dependência do setor petrolífero do estreito de Ormuz. Segundo o portal, um consórcio que inclui a empresa norte-americana Chevron já recebeu apoio inicial para estudos de viabilidade.Anteriormente, o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, afirmou que a região poderia perder sua importância nos próximos dois anos. Segundo Bessent, antes do conflito, aproximadamente 20% das exportações mundiais de petróleo e gás natural liquefeito (GNL) passavam pelo estreito, mas uma parcela significativa poderia ser posteriormente redirecionada por oleodutos terrestres.O Iraque também já havia discutido com a Síria a construção de um novo oleoduto. Em junho, o ministro das Relações Exteriores do país, Fuad Hussein, anunciou as discussões sobre o projeto com a participação de empresas estrangeiras.Pressão sobre a inflação dos EUAA escalada entre EUA e o Irã mantém o estreito de Ormuz praticamente paralisado, com Teerã afirmando que só reabrirá a hidrovia quando Washington reconhecer a "derrota" e abandonar "fantasias". O bloqueio, iniciado após o impasse provocado por EUA e Israel em fevereiro, ao atacar o Irã, afeta o fluxo global de petróleo e pressiona os mercados internacionais.De acordo com a mídia britânica, o vice‑ministro Kazem Gharibabadi reforçou que o estreito será controlado exclusivamente pelo Irã, enquanto o governo norte-americano insiste em manter pressão militar e diplomática. A tensão ocorre em meio à disparada dos preços da gasolina nos EUA, que subiram 29% em relação ao ano anterior, alimentando inflação e desgaste político para o presidente Donald Trump.O chanceler Abbas Araghchi afirmou que Teerã ainda não decidiu retomar negociações com Washington, condicionando qualquer avanço ao cumprimento de exigências de segurança e navegação.Trump, em comício em Nova York, pediu aos norte-americanos que aceitem pagar "um pouquinho mais pela gasolina", justificando o custo como necessário para impedir que "um país muito malvado" obtenha armas nucleares. O tema se tornou central na disputa política interna, com democratas explorando o impacto econômico da guerra nas eleições legislativas.
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Iraque planeja oleoduto de US$ 15 bilhões para contornar estreito de Ormuz, diz mídia
20:42 17.08.2026 (atualizado: 20:48 17.08.2026) O projeto para construir um novo oleoduto que ligará o Iraque à Síria e ao mar Mediterrâneo, reduzindo a dependência do estreito de Ormuz, exigirá pelo menos quatro anos e US$ 15 bilhões (R$ 78 bilhões), informou nesta segunda-feira (17) o portal iraquiano Alsumaria News, citando fontes informadas.
"O plano exigirá a construção de uma
infraestrutura completamente nova, em vez da reconstrução do oleoduto existente, e custará pelo menos US$ 15 bilhões. As obras no oleoduto Iraque-Síria levarão cerca de quatro anos",
afirmou uma fonte familiarizada com o assunto ao portal.
O projeto conta com o apoio de autoridades dos EUA e executivos de empresas do setor energético como parte de uma estratégia para reduzir a dependência do
setor petrolífero do estreito de Ormuz. Segundo o portal, um consórcio que inclui a empresa norte-americana Chevron já recebeu apoio inicial para estudos de viabilidade.
Anteriormente, o
secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, afirmou que a região poderia perder sua importância nos próximos dois anos. Segundo Bessent, antes do conflito, aproximadamente
20% das exportações mundiais de petróleo e gás natural liquefeito (GNL) passavam pelo estreito, mas uma parcela significativa poderia ser posteriormente
redirecionada por oleodutos terrestres.
O Iraque também já havia discutido com a Síria a construção de um novo oleoduto. Em junho, o ministro das Relações Exteriores do país, Fuad Hussein, anunciou as discussões sobre o projeto com a participação de empresas estrangeiras.
Pressão sobre a inflação dos EUA
A
escalada entre EUA e o Irã mantém o estreito de Ormuz praticamente paralisado, com Teerã afirmando que
só reabrirá a hidrovia quando Washington reconhecer a "derrota" e abandonar "fantasias". O bloqueio, iniciado após o impasse provocado por EUA e Israel em fevereiro, ao atacar o Irã, afeta o fluxo global de petróleo e pressiona os mercados internacionais.
De
acordo com a mídia britânica, o vice‑ministro Kazem Gharibabadi reforçou que o estreito será controlado exclusivamente pelo Irã, enquanto
o governo norte-americano insiste em manter pressão militar e diplomática. A tensão ocorre em meio à disparada dos preços da gasolina nos EUA, que subiram 29% em relação ao ano anterior,
alimentando inflação e desgaste político para o presidente Donald Trump.
O chanceler Abbas Araghchi afirmou que
Teerã ainda não decidiu retomar negociações com Washington, condicionando qualquer avanço ao cumprimento de
exigências de segurança e navegação.
Trump, em comício em Nova York, pediu aos norte-americanos que
aceitem pagar "um pouquinho mais pela gasolina", justificando o
custo como necessário para impedir que "um país muito malvado" obtenha armas nucleares. O tema se tornou central na
disputa política interna, com democratas
explorando o impacto econômico da guerra nas eleições legislativas.
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