https://noticiabrasil.net.br/20260818/midia-stf-torna-reu-deputado-que-desejou-morte-de-lula-53317778.html
Primeira Turma do STF torna réu deputado que desejou morte de Lula
Primeira Turma do STF torna réu deputado que desejou morte de Lula
Sputnik Brasil
A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta terça-feira (18), por unanimidade, tornar réu o deputado federal Gilvan da Federal (PL-ES)... 18.08.2026, Sputnik Brasil
2026-08-18T19:15-0300
2026-08-18T19:15-0300
2026-08-18T19:52-0300
notícias do brasil
cármen lúcia
luiz inácio lula da silva
brasil
supremo tribunal federal (stf)
procuradoria-geral da república (pgr)
deputado
deputados federais
morte
ofensa
https://cdn.noticiabrasil.net.br/img/07ea/08/12/53317621_0:160:3072:1888_1920x0_80_0_0_5fdef0100d09efd3a82232561c7a935c.jpg
Com o recebimento da denúncia, feita pela Procuradoria-Geral da República (PGR), o parlamentar passa a responder a uma ação penal no âmbito da Corte.A denúncia trata de declarações dadas pelo deputado em abril de 2025, durante uma sessão da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado. Na ocasião, Gilvan discutia um projeto de lei de sua própria relatoria, que previa o desarmamento da guarda presidencial.Segundo o relatório apresentado pela relatora do caso, ministra Cármen Lúcia, o deputado teria chamado o presidente de "ex-presidiário", "descondenado" e "parceiro de crime", além de ter desejado sua morte. Entre as falas que motivaram a denúncia, Gilvan afirmou publicamente: "Por mim, eu quero mais é que o Lula morra".Diante da repercussão, o parlamentar voltou a se manifestar em plenário e afirmou ter "exagerado" nas palavras. Ponderou que, como cristão, não deveria desejar a morte de ninguém.Na sessão desta terça-feira, a PGR sustentou que as falas do deputado não guardavam relação com sua atividade parlamentar. Segundo a acusação, "tratou-se apenas de ofensa, ofensa sem qualquer conexão" com crítica política ou fiscalização da administração pública.A defesa de Gilvan, por sua vez, pediu a rejeição da denúncia com base na imunidade parlamentar prevista na Constituição, argumentando que as declarações ocorreram no exercício do mandato, durante um debate na Câmara, e que o deputado teria apenas reagido a uma provocação de parlamentares da base governista.A tese, entretanto, não foi acolhida pela relatora. Cármen Lúcia votou a favor do recebimento da denúncia e foi acompanhada pelos ministros Alexandre de Moraes e Flávio Dino. Cristiano Zanin não participou da análise por ter se declarado impedido, devido à sua atuação anterior como advogado de Lula.
https://noticiabrasil.net.br/20260727/direito-se-conquista-nao-cai-do-ceu-diz-carmen-lucia-em-evento-contra-o-feminicidio-no-rj-52637912.html
brasil
Sputnik Brasil
contato.br@sputniknews.com
+74956456601
MIA „Rossiya Segodnya“
2026
Sputnik Brasil
contato.br@sputniknews.com
+74956456601
MIA „Rossiya Segodnya“
notícias
br_BR
Sputnik Brasil
contato.br@sputniknews.com
+74956456601
MIA „Rossiya Segodnya“
https://cdn.noticiabrasil.net.br/img/07ea/08/12/53317621_171:0:2902:2048_1920x0_80_0_0_7eff50e5e2edde1c2ee1054981f72a2f.jpgSputnik Brasil
contato.br@sputniknews.com
+74956456601
MIA „Rossiya Segodnya“
cármen lúcia, luiz inácio lula da silva, brasil, supremo tribunal federal (stf), procuradoria-geral da república (pgr), deputado, deputados federais, morte, ofensa, réu
cármen lúcia, luiz inácio lula da silva, brasil, supremo tribunal federal (stf), procuradoria-geral da república (pgr), deputado, deputados federais, morte, ofensa, réu
Primeira Turma do STF torna réu deputado que desejou morte de Lula
19:15 18.08.2026 (atualizado: 19:52 18.08.2026) A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta terça-feira (18), por unanimidade, tornar réu o deputado federal Gilvan da Federal (PL-ES), pelo crime de injúria contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Com o recebimento da denúncia, feita pela Procuradoria-Geral da República (PGR), o parlamentar passa a responder a uma ação penal
no âmbito da Corte.A denúncia trata de declarações dadas pelo deputado em abril de 2025, durante uma sessão da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado. Na ocasião, Gilvan discutia um projeto de lei de sua própria relatoria, que previa o desarmamento da guarda presidencial.
Segundo o relatório apresentado pela relatora do caso, ministra Cármen Lúcia, o deputado teria chamado o presidente de "ex-presidiário", "descondenado" e "parceiro de crime", além de ter desejado sua morte. Entre as falas que motivaram a denúncia, Gilvan afirmou publicamente: "Por mim, eu quero mais é que o Lula morra".
Diante da repercussão, o parlamentar voltou a se manifestar em plenário e
afirmou ter "exagerado" nas palavras. Ponderou que, como cristão,
não deveria desejar a morte de ninguém.Na sessão desta terça-feira, a PGR sustentou que as falas do deputado não guardavam relação com sua atividade parlamentar. Segundo a acusação, "tratou-se apenas de ofensa, ofensa sem qualquer conexão" com crítica política ou fiscalização da administração pública.
A defesa de Gilvan, por sua vez, pediu a rejeição da denúncia com base na imunidade parlamentar prevista na Constituição, argumentando que as declarações ocorreram no exercício do mandato, durante um debate na Câmara, e que o deputado teria apenas reagido a uma provocação de parlamentares da base governista.
A tese, entretanto, não foi
acolhida pela relatora. Cármen Lúcia votou a favor do recebimento da denúncia e foi acompanhada pelos ministros Alexandre de Moraes e Flávio Dino. Cristiano Zanin não participou da análise por ter se declarado impedido, devido à sua atuação anterior como advogado de Lula.
Acompanhe as notícias que a grande mídia não mostra!
Siga a Sputnik Brasil e tenha acesso a conteúdos exclusivos no nosso canal no Telegram.
Já que a Sputnik está bloqueada em alguns países, por aqui você consegue baixar o nosso aplicativo para celular (somente para Android).