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Onze diretores da Polícia Federal colocam cargo à disposição após afastamento de Andrei Rodrigues
Onze diretores da Polícia Federal colocam cargo à disposição após afastamento de Andrei Rodrigues
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Onze diretores da Polícia Federal (PF) divulgaram nesta terça-feira (8) uma nota na qual colocam os cargos à disposição após o ministro do Supremo Tribunal... 08.09.2026, Sputnik Brasil
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Conforme publicado pelo portal g1, 11 dos 15 diretores da corporação assinaram a nota. Além de Andrei e Leandro, não estão no documento a corregedora-geral, Aletea Vega Marona Kunde, e o diretor-executivo, William Murad, que assumiu a Polícia Federal. Além do afastamento, Mendonça ordenou a abertura imediata de procedimentos criminais e disciplinares para investigar relatórios sigilosos produzidos pela PF que monitoravam autoridades, e suspendeu qualquer elaboração ou compartilhamento de documentos de inteligência voltados a analisar a atuação de magistrados ou da advocacia pública.Segundo o ministro, ao menos seis relatórios foram enviados ao gabinete do ministro Alexandre de Moraes entre 3 e 31 de agosto de 2026, revelando que o próprio relator do Inquérito das Fake News vinha sendo monitorado de forma sistemática e ilícita. O advogado-geral da União, Jorge Messias, também foi alvo de "coleta dirigida", com análises que insinuavam motivações políticas e até religiosas para suas decisões — acusações que Mendonça classificou como "surreais" e "abjetas".Outro ponto considerado gravíssimo foi o vazamento de informações sigilosas. Os relatórios continham detalhes sobre investigações envolvendo Antonio Rueda e ACM Neto, do União Brasil, revelando potenciais medidas cautelares antes de sua execução. Mendonça afirmou que a divulgação "frustrou completamente" a eficácia das investigações e prejudicou o trabalho da PF.Murad diz que a verdade vai prevalecerO diretor-executivo da PF declarou nesta terça-feira que o modo de trabalho da instituição, baseado na autonomia e na imparcialidade, permite que a corporação se defenda de "disparates, ataques, tentativas de usurpação de funções e de desqualificar o trabalho" da organização.Conforme publicado pela Agência Brasil, Murad destacou durante a abertura do 63º Curso de Formação Profissional para agentes da PF que é dever dos agentes "defender a nossa instituição de ataques e de tentativas de usurpações de funções", reafirmando "total confiança" em Andrei.
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Onze diretores da Polícia Federal colocam cargo à disposição após afastamento de Andrei Rodrigues
16:58 08.09.2026 (atualizado: 17:51 08.09.2026) Onze diretores da Polícia Federal (PF) divulgaram nesta terça-feira (8) uma nota na qual colocam os cargos à disposição após o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça determinar o afastamento do diretor-geral da instituição, Andrei Rodrigues, e do diretor de Inteligência da PF, Leandro Almada.
Conforme
publicado pelo portal g1, 11 dos 15 diretores da corporação assinaram a nota. Além de Andrei e Leandro, não estão no documento a corregedora-geral,
Aletea Vega Marona Kunde, e o diretor-executivo,
William Murad, que
assumiu a Polícia Federal. "Para que fique absolutamente claro, repudiamos toda e qualquer tentativa de imputar a eles ou à Polícia Federal uma atuação não republicana. Tais acusações, desprovidas de fundamento, afrontam a história, a credibilidade e o compromisso institucional que sempre pautaram suas condutas. Neste ato, colocamos nossos cargos à disposição do Diretor-Geral substituto."
Além do afastamento, Mendonça
ordenou a abertura imediata de procedimentos criminais e disciplinares para investigar
relatórios sigilosos produzidos pela PF que monitoravam autoridades, e suspendeu qualquer elaboração ou compartilhamento de documentos de inteligência voltados a analisar a atuação de magistrados ou da advocacia pública.
Segundo o ministro, ao menos seis relatórios foram enviados ao gabinete do ministro Alexandre de Moraes entre 3 e 31 de agosto de 2026, revelando que o
próprio relator do Inquérito das Fake News vinha sendo monitorado de forma sistemática e ilícita. O
advogado-geral da União, Jorge Messias, também foi alvo de "coleta dirigida", com análises que insinuavam motivações políticas e até religiosas para suas decisões — acusações que Mendonça classificou como "surreais" e "abjetas".
Outro ponto considerado gravíssimo foi o
vazamento de informações sigilosas. Os relatórios continham detalhes sobre investigações envolvendo
Antonio Rueda e
ACM Neto, do União Brasil,
revelando potenciais medidas cautelares antes de sua execução. Mendonça afirmou que a divulgação "frustrou completamente" a eficácia das investigações e prejudicou o trabalho da PF.
Murad diz que a verdade vai prevalecer
O diretor-executivo da PF declarou nesta terça-feira que o modo de trabalho da instituição, baseado na autonomia e na imparcialidade, permite que a corporação se defenda de "disparates, ataques, tentativas de usurpação de funções e de desqualificar o trabalho" da organização.
"Saber que trabalhamos estritamente dentro da lei, comprometidos exclusivamente com o interesse público, nos mantém confiantes de que a verdade dos fatos, que buscamos incansavelmente em nossas investigações, prevalecerá."
Conforme
publicado pela Agência Brasil, Murad destacou durante a abertura do 63º Curso de Formação Profissional para agentes da PF que
é dever dos agentes "defender a nossa instituição de ataques e de tentativas de usurpações de funções", reafirmando
"total confiança" em Andrei.
"O respeito às atribuições de cada instituição no âmbito do sistema de Justiça criminal garante a legalidade e a lisura das investigações e das futuras condenações criminais. Não se trata de interesse meramente institucional ou corporativo. É o interesse público no cumprimento da lei e na manutenção do sistema democrático."
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