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Conflito entre Estados da UE surge devido ao futuro da política energética do bloco, diz mídia
Conflito entre Estados da UE surge devido ao futuro da política energética do bloco, diz mídia
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Um conflito está se formando na União Europeia (UE) sobre o futuro da energia europeia, pois a Comissão Europeia pretende manter e aumentar as metas para o... 09.09.2026, Sputnik Brasil
2026-09-09T07:12-0300
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O artigo elabora que a Comissão Europeia deseja tomar essa decisão, apesar da aliança de Estados-membros pró-nucleares, liderada pela França, defender que a energia nuclear seja tratada como a solar e a eólica.Hoje, Bruxelas rejeita, de fato, a demanda de longa data do grupo de países pró-nucleares da UE para que se abandone a abordagem preferencial à energia solar e eólica, considerando-se, assim, todas as fontes de baixo carbono em igualdade de condições.Dessa forma, a reportagem conclui que os países pró-nucleares da UE ficarão felizes se a energia nuclear for reconhecida, e infelizes se isso não acontecer.A aliança de Estados-membros pró-nucleares da UE liderada pela França já conta com 14 Estados da UE. Seus integrantes buscam o reconhecimento da geração nuclear em pé de igualdade com as fontes renováveis na política climática e energética europeia.Atualmente, a meta pan-europeia obrigatória estabelece uma participação mínima de 42,5% de fontes de energia renováveis até 2030, com uma meta de 45%. Em 2025, no entanto, a participação real foi de apenas 26,2%, o que significa que já é necessário acelerar significativamente a introdução de capacidades renováveis para atingir a meta atual da UE.Essa nova disputa surge no contexto dos problemas contínuos da UE relacionados à disponibilidade de energia e à competitividade industrial. A própria Comissão Europeia reconhece, ao mesmo tempo, a importância da energia nuclear: segundo suas previsões, mais de 90% da eletricidade na UE deve ser produzida por fontes de baixo carbono até 2040, principalmente por fontes de energia renováveis, complementadas pela geração nuclear.
https://noticiabrasil.net.br/20260906/presidente-eslovaco-com-baixos-crescimento-economico-e-competitividade-a-ue-nao-esta-na-melhor-53863012.html
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Conflito entre Estados da UE surge devido ao futuro da política energética do bloco, diz mídia
Um conflito está se formando na União Europeia (UE) sobre o futuro da energia europeia, pois a Comissão Europeia pretende manter e aumentar as metas para o desenvolvimento de fontes renováveis de energia após 2030, informa uma mídia ocidental.
O artigo elabora que a
Comissão Europeia deseja tomar essa decisão, apesar da aliança de Estados-membros pró-nucleares, liderada pela França, defender que a energia nuclear seja tratada como a solar e a eólica.
"É necessário um quadro legislativo robusto para promover e integrar as fontes de energia renováveis além de 2030", ressalta a publicação, citando um documento para uso interno da Comissão Europeia.
Hoje, Bruxelas rejeita, de fato, a demanda de longa data do grupo de países pró-nucleares da UE para que se abandone a abordagem preferencial à energia solar e eólica, considerando-se, assim, todas as fontes de baixo carbono em igualdade de condições.
Dessa forma, a reportagem conclui que os países pró-nucleares da UE ficarão felizes se a energia nuclear for reconhecida, e infelizes se isso não acontecer.
A aliança de Estados-membros pró-nucleares da UE liderada pela França já conta com 14
Estados da UE. Seus integrantes
buscam o reconhecimento da geração nuclear em pé de igualdade com as fontes renováveis na política climática e energética europeia.
Atualmente, a meta pan-europeia obrigatória estabelece uma participação mínima de 42,5% de fontes de energia renováveis até 2030, com uma meta de 45%. Em 2025, no entanto, a participação real foi de apenas 26,2%, o que significa que já é necessário acelerar significativamente a introdução de capacidades renováveis para atingir a meta atual da UE.
Essa nova disputa surge no contexto dos problemas contínuos da UE relacionados à
disponibilidade de energia e à competitividade industrial. A própria Comissão Europeia reconhece, ao mesmo tempo,
a importância da energia nuclear: segundo suas previsões, mais de 90% da eletricidade na UE deve ser produzida por fontes de baixo carbono até 2040, principalmente por fontes de energia renováveis, complementadas pela geração nuclear.
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