https://noticiabrasil.net.br/20260917/estudos-clinicos-com-tecnologia-brasileira-para-ajudar-pessoas-com-lesao-na-medula-comecam-neste-54215786.html
Estudos clínicos com tecnologia brasileira para ajudar pessoas com lesão na medula começam neste mês
Estudos clínicos com tecnologia brasileira para ajudar pessoas com lesão na medula começam neste mês
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A farmacêutica Cristália anunciou que os estudos clínicos com a polilaminina terão início neste mês de setembro. O medicamento, com potencial de ajudar pessoas... 17.09.2026, Sputnik Brasil
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Conforme publicado pela Agência Brasil, a equipe que trabalhará no estudo clínico fará o recrutamento de cinco pacientes de 18 a 72 anos para receber a polilaminina. Neste momento, os pesquisadores tentarão entender se a substância tem benefícios maiores que eventuais danos ao corpo. A eficácia do medicamento, por sua vez, ficará restrita a outras fases de desenvolvimento da droga.A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou a participação de pacientes com lesão medular completa entre as vértebras T2 e T10 após o sofrimento de traumas nas 72 horas anteriores. Estas pessoas também devem ter indicação de procedimento cirúrgico para a descompressão da medula.Os pacientes que participarão do estudo serão atendidos no Hospital das Clínicas e na Santa Casa de Misericórdia, ambos em São Paulo. As unidades contarão com médicos preparados para a aplicação da substância diretamente na medula.Após a aplicação da polilaminina, estes pacientes serão reabilitados na Associação de Assistência à Criança com Deficiência (AACD), onde os pesquisadores acompanharão os envolvidos pelos seis meses seguintes.A polilaminina é produzida a partir de um pequeno fragmento da placenta que, conforme os estudos, tem ajudado na regeneração de neurônios e, com isso, restabelece a comunicação entre o cérebro e o corpo, devendo ser aplicada até seis dias após a lesão. Desde 2018, pelo menos cinco pacientes que tiveram perda total da função motora e da sensibilidade são acompanhados pela equipe, com avanços significativos.A substância é estudada há mais de 20 anos pela pesquisadora Tatiana Sampaio, da UFRJ.
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Estudos clínicos com tecnologia brasileira para ajudar pessoas com lesão na medula começam neste mês
A farmacêutica Cristália anunciou que os estudos clínicos com a polilaminina terão início neste mês de setembro. O medicamento, com potencial de ajudar pessoas com lesão na medula a recuperarem os movimentos, está sendo desenvolvido em parceria com pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Conforme
publicado pela Agência Brasil, a equipe que trabalhará no estudo clínico fará o
recrutamento de cinco pacientes de 18 a 72 anos para receber a polilaminina. Neste momento, os pesquisadores tentarão entender se a
substância tem benefícios maiores que eventuais danos ao corpo. A eficácia
do medicamento, por sua vez, ficará restrita a outras fases de desenvolvimento da droga.
A
Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou a participação de
pacientes com lesão medular completa entre as vértebras T2 e T10 após o sofrimento de traumas nas 72 horas anteriores. Estas pessoas também devem ter indicação de
procedimento cirúrgico para a descompressão da medula.

15 de setembro 2025, 17:05
Os pacientes que participarão do estudo serão atendidos no Hospital das Clínicas e na Santa Casa de Misericórdia,
ambos em São Paulo. As unidades contarão com
médicos preparados para a aplicação da substância diretamente na medula.
Após a aplicação da polilaminina, estes pacientes serão reabilitados na Associação de Assistência à Criança com Deficiência (AACD), onde os pesquisadores acompanharão os envolvidos pelos seis meses seguintes.
A polilaminina é produzida a partir de um pequeno fragmento da placenta que, conforme os estudos, tem ajudado na regeneração de neurônios e, com isso, restabelece a comunicação entre o cérebro e o corpo, devendo ser aplicada até seis dias após a lesão. Desde 2018, pelo menos cinco pacientes que tiveram perda total da função motora e da sensibilidade são acompanhados pela equipe, com avanços significativos.
A substância é estudada há mais de 20 anos pela pesquisadora Tatiana Sampaio, da UFRJ.
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