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Setores da indústria demonstram preocupação com falta de diálogo com Flávio sobre China, diz mídia
Setores da indústria demonstram preocupação com falta de diálogo com Flávio sobre China, diz mídia
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Representantes de setores da indústria que acompanham de perto questões relacionadas à China relataram dificuldades para conseguir uma reunião com Flávio... 05.10.2026, Sputnik Brasil
2026-10-05T22:00-0300
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Ouvidos pela Folha de S.Paulo, afirmaram ter tentado, mais de uma vez, um espaço na agenda do candidato à Presidência, mas acabaram direcionados a integrantes da equipe do senador.A postura foi interpretada pelos interlocutores como uma tentativa de evitar compromissos ou promessas em relação à futura política comercial com Pequim, caso Flávio seja eleito. Um dos assessores do candidato chegou a afirmar que "não era a hora" de discutir o assunto.Publicamente, Flávio Bolsonaro afirma que pretende adotar uma postura pragmática nas relações com a China e defende que o Brasil não precisa escolher entre Pequim e Washington. A dificuldade de acesso ao candidato, no entanto, causa preocupação entre representantes de diferentes segmentos da economia, segundo o jornal.Apesar de a agenda descartar um alinhamento, Flávio, assim como o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, e o irmão Eduardo Bolsonaro, demonstra publicamente proximidade com o presidente dos EUA, Donald Trump. Como senador, Flávio foi recebido pelo líder norte-americano no Salão Oval da Casa Branca e pediu que os Estados Unidos classificassem o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas, em um momento de sobretaxas dos EUA contra o Brasil.O candidato também já afirmou que, caso eleito, o Brasil faria parte do Escudo das Américas, iniciativa promovida por Trump com governos latino-americanos de perfil conservador.O veículo destaca que uma eventual vitória de Flávio Bolsonaro, nesse cenário, poderia representar para Trump a chegada de um aliado estratégico na América Latina e um possível contraponto ao avanço da influência chinesa na região.
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flávio bolsonaro, donald trump, brasil, china, alinhamento, economia, estados unidos, eua, indústria, relações diplomáticas, relações bilaterais, diplomacia, tensão geopolítica
Setores da indústria demonstram preocupação com falta de diálogo com Flávio sobre China, diz mídia
22:00 05.10.2026 (atualizado: 13:07 06.10.2026) Representantes de setores da indústria que acompanham de perto questões relacionadas à China relataram dificuldades para conseguir uma reunião com Flávio Bolsonaro durante o primeiro turno das eleições.
Ouvidos pela Folha de S.Paulo, afirmaram ter tentado, mais de uma vez, um espaço na agenda do candidato à Presidência, mas acabaram direcionados a integrantes da equipe do senador.
A postura foi interpretada pelos interlocutores como uma tentativa de evitar compromissos ou promessas em relação à futura política comercial com Pequim, caso Flávio seja eleito. Um dos assessores do candidato chegou a afirmar que "não era a hora" de discutir o assunto.
Publicamente, Flávio Bolsonaro afirma que pretende adotar uma postura pragmática nas
relações com a China e defende que o Brasil não precisa escolher entre Pequim e Washington. A dificuldade de acesso ao candidato, no entanto, causa preocupação entre representantes de diferentes segmentos da economia, segundo o jornal.
Apesar de a agenda descartar um alinhamento,
Flávio, assim como o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, e o irmão Eduardo Bolsonaro, demonstra publicamente proximidade com o presidente dos EUA, Donald Trump. Como senador, Flávio foi recebido pelo líder norte-americano no Salão Oval da Casa Branca e pediu que os Estados Unidos classificassem o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas, em um momento de
sobretaxas dos EUA contra o Brasil.
O candidato também já afirmou que, caso eleito,
o Brasil faria parte do Escudo das Américas,
iniciativa promovida por Trump com governos latino-americanos de perfil conservador.
O veículo destaca que uma eventual vitória de Flávio Bolsonaro, nesse cenário, poderia representar para Trump a chegada de um aliado estratégico na América Latina e um possível contraponto ao avanço da influência chinesa na região.
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