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Cientistas chineses criam um hidrogel capaz de modificar sua estrutura por meio da luz, diz mídia
Cientistas chineses criam um hidrogel capaz de modificar sua estrutura por meio da luz, diz mídia
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Uma equipe da Academia Chinesa de Ciências desenvolveu o STERS, um sistema ativado por luz que permite ao hidrogel alterar sua estrutura ao longo do tempo... 07.10.2026, Sputnik Brasil
2026-10-07T05:21-0300
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O sistema, chamado STERS, utiliza partículas de metal líquido à base de gálio que geram reações químicas sustentadas ao longo do tempo. Ele é ativado por luz infravermelha próxima, e uma única exposição mantém seu funcionamento por até quatro semanas.Du Xuemin, professor dos Institutos de Tecnologia Avançada de Shenzhen e autor do estudo, relatou que se inspirou inicialmente em plantas sensitivas (plantas capazes de responder rapidamente a estímulos externos, como toque, vibração, temperatura ou luz como a dormideira) e no camaleão. Posteriormente, observou que a natureza também apresenta transformações lentas, como a cicatrização ou o desenvolvimento embrionário, e buscou replicá-las.Nos testes, os hidrogéis orientaram a diferenciação de células-tronco em células ósseas e do tipo neuronal. Também foi realizado o revestimento de um eletrodo de interface cérebro-máquina para monitorar sinais elétricos durante o desenvolvimento de um embrião de rato.Quanto à segurança, o metal líquido pode representar riscos para os tecidos. Para evitar vazamentos, os pesquisadores encapsularam os materiais em uma estrutura do tipo sanduíche.O veículo asiático acrescentou que o sistema também funciona como sensor: a equipe desenvolveu um hidrogel que muda de cor gradualmente ao longo de um mês, sendo útil como indicador visual de longa duração.Du reconheceu que ainda há etapas a cumprir antes da aplicação clínica, como ajustar o tempo de transformação para cada tipo de tecido e controlar o processo sob demanda. Por enquanto, o material poderia ser utilizado como sensor ou em demonstrações laboratoriais.
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Cientistas chineses criam um hidrogel capaz de modificar sua estrutura por meio da luz, diz mídia
Uma equipe da Academia Chinesa de Ciências desenvolveu o STERS, um sistema ativado por luz que permite ao hidrogel alterar sua estrutura ao longo do tempo. Suas aplicações podem variar da engenharia de tecidos a interfaces cérebro-máquina e robótica flexível.
O sistema, chamado STERS, utiliza partículas de
metal líquido à base de gálio que
geram reações químicas sustentadas ao longo do tempo. Ele é ativado por luz infravermelha próxima, e uma única exposição mantém seu funcionamento por até quatro semanas.
Segundo o jornal South China Morning Post, a equipe explicou na revista Matter que a abordagem
permite uma evolução de forma programável, abrangendo desde escalas microscópicas até macroscópicas e intervalos de tempo que vão de minutos a semanas.
Du Xuemin, professor dos Institutos de Tecnologia Avançada de Shenzhen e autor do estudo, relatou que se inspirou inicialmente em plantas sensitivas (plantas capazes de responder rapidamente a estímulos externos, como toque, vibração, temperatura ou luz como a dormideira) e no camaleão. Posteriormente, observou que a
natureza também apresenta transformações lentas, como a cicatrização ou o
desenvolvimento embrionário, e buscou replicá-las.
Nos testes, os hidrogéis orientaram a
diferenciação de células-tronco em células ósseas e do tipo neuronal. Também foi realizado o
revestimento de um eletrodo de interface cérebro-máquina para monitorar sinais elétricos durante o desenvolvimento de um embrião de rato.
Quanto à segurança, o metal líquido pode representar riscos para os tecidos. Para evitar vazamentos, os pesquisadores encapsularam os materiais em uma estrutura do tipo sanduíche.
O veículo asiático acrescentou que o sistema também funciona como sensor: a equipe desenvolveu um hidrogel que muda de cor gradualmente ao longo de um mês, sendo útil como indicador visual de longa duração.
Du reconheceu que ainda há etapas a cumprir antes da aplicação clínica, como
ajustar o tempo de transformação para cada tipo de tecido e controlar o
processo sob demanda. Por enquanto, o material poderia ser utilizado como sensor ou em demonstrações laboratoriais.
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